sexta-feira, outubro 22, 2010

CLÁUDIO HUMBERTO

OAB reage ao ‘Estado policial-fiscal’ no Brasil
O presidente nacional OAB, Ophir Cavalcante, deixou no Ministério da Justiça um recado ao presidente Lula: a entidade é radicalmente contra o que chamou de “avanço do Estado policial-fiscal no País”. Ele se referia ao pacote de projetos de inspiração autoritária, elaborados pela Advocacia Geral da União (AGU), impondo medidas de execução fiscal sem que o contribuinte tenha o direito de recorrer à Justiça.

NEM NA DITADURA 
Ophir denuncia que o pacote autoritário dá poderes ao governo, por meio do Fisco, de exercer um papel que é hoje do Poder Judiciário.

PURA COVARDIA 
Para o conselho federal da OAB, o pacote do governo, impõe grave desequilíbrio na relação com a parte mais fraca, que é o contribuinte”. 

UMA ABERRAÇÃO 
Impressiona os conselheiros da OAB que a Advocacia Geral da União, composta de bacharéis, tenha produzido tamanha aberração jurídica. 

RECADO DADO 
Como o ministro da Justiça não estava, o presidente da OAB deixou seu recado com o secretário da reforma do Judiciário, Marivaldo Pereira.

SERJÃO DEMITIU PAULO PRETO DA TELEFÔNICA CTBC 
Paulo Vieira de Souza, o “Paulo Preto”, que teria sumido com R$ 4 milhões em doações “não contabilizadas” de empresários paulistas (o que José Serra desmentiu, a seu pedido), gravita em torno do tucanato há anos. Mas ainda está por ser explicada sua demissão da Cia Telefônica da Borda do Campo (CTBC), de São Bernardo do Campo (SP), ordenada pelo então ministro das Comunicações, Sérgio Motta. 

MESMO RAMO
Empresário e tucano histórico, o falecido Sérgio Motta atuava, digamos assim, no mesmo ramo de Paulo Preto.

PRESO POR RECEPTAR... 
Em junho deste ano, Paulo Preto foi preso sob acusação de receptar uma joia de ouro furtada de joalheria do shopping Iguatemi, São Paulo.

...UMA JOIA FURTADA 
Paulo Preto foi à loja Gucci avaliar uma joia e o vendedor a reconheceu como a peça havia sido furtada um mês antes, e chamou a polícia.

HOMEM-BOMBA 
Depois de Paulo Preto, está prestes a ressurgir sob os holofotes Platão Fischer-Puhler, ex-todo-poderoso diretor do Ministério da Saúde quando José Serra (PSDB) foi ministro. O homem é nitroglicerina pura.

GUERRA SUJA NO PSDB... 
O senador eleito Aécio Neves pode não saber, mas sua irmã Andrea, implacável manda-chuva do seu governo, sabia tudo sobre a guerra suja pela definição da candidatura a presidente pelo PSDB. Foi nessa época que o sigilo fiscal de familiares de José Serra foi 
quebrado.

...QUASE ENVOLVEU A KROLL 
Quando circulou que “serristas” supostamente monitoravam Aécio Neves, com grampos e filmagens, um importante empresário mineiro foi 
solicitado a contratar a empresa de Kroll Associates para investigar Serra. Ele não topou, alegando que a Kroll não faz esse tipo de serviço.

EFEITO MORAL 
Surtiu efeito de “bomba de efeito moral” na campanha de Weslian Roriz, ontem, o anúncio em Brasília da decisão da vice-governadora Ivelise Longhi de apoiar Agnelo Queiroz (PT). Bateu um desânimo...

CRISE NA CAMPANHA 
O irritadiço coordenador da campanha de Weslian Roriz, Paulo Fona, confessou a amigos sua revolta: após tantos serviços prestados, ele foi afastado do programa de TV da candidata. Não se conforma com isso.

NA MAIOR MOITA 
Políticos do PMDB “desgarrados” da base de apoio ao governo Lula têm sido assediados, conforme esta coluna revelou ontem, mas muito discretamente. É para evitar a reação daqueles que sempre apoiaram Dilma e nada receberam em troca.

ARROGÂNCIA 
Em Brasília, uma recenseadora deixou recado ameaçador aos donos de uma casa perto do Jardim Botânico, Lago Sul, ausentes por força do trabalho: eles seriam multados caso não a recebessem até esta sexta.

ESTUDAR PARA QUÊ? 
Pós-graduando em Direito e graduando em Administração, o leitor Vicente Afonso Jr, de Governador Valadares (MG), queria contar isso à recenseadora do IBGE. Mas ela nem perguntou sua escolaridade.

ALÔ, CNJ 
Em Rio Preto (SP) já tem precedente para absurdos: um juiz condenou por “danos morais” dois jornalistas que informaram aos contribuintes o salário de um assessor jurídico da Câmara municipal. 

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“Não sou o Rojas para ficar fazendo firula” 
DILMA ROUSSEFF (PT) CITANDO O GOLEIRO CHILENO, MAS MIRANDO EM JOSÉ “ROJAS” SERRA

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PODER SEM PUDOR
IRMÃOS, SIM, MAS ELEITORES 
O lendário José Maria de Alkimim não relaxava na arte de fazer política a cada instante. Certa vez estava com dois deputados quando encontrou um sobrinho de nome Alberto, que se fazia acompanhar dos pais. Apresentou primeiro o sobrinho. Quando ia apresentar os pais do rapaz, foi interrompido por um dos deputados:
– Qual dos dois é seu irmão, ministro? 
Alkimim respondeu na maior cara de pau do mundo:
– Alberto é meu sobrinho duas vezes. Sou irmão do seu pai e de sua mãe. Um é irmão biológico, o outro é irmão por afinidade...

DILMA CABEÇA OCA

SEXTA NOS JORNAIS

- Globo: Coordenador de Dilma 'roubou' dados de sigilo, acusa jornalista

- Folha: Vantagem de Dilma sobre Serra sobe a 12 pontos

- Estadão: Petista ligado a Dilma furtou dados contra Serra, diz jornalista

- JB: Palestinos tentam Estado à revelia de israelenses

- Correio: Agressões rebaixam o nível da campanha

- Valor: Emprego cresce mais no setor público

- Estado de Minas: Liberada verba para ampliação de Confins

- Jornal do Commercio: Acidente deixa cinco mortos no Agreste

- Zero Hora: Triplica a apreensão de caça-níqueis no Estado

quinta-feira, outubro 21, 2010

REINALDO AZEVEDO


Em sua defesa, Diocese de Guarulhos prova que documento apreendido pela PF é verdadeiro e que texto defende princípios da Igreja, de acordo com a Constituição

REINALDO AZEVEDO
VEJA ON-LINE

Caras e caros, o post ficou um pouco longo. Mas peço que vocês leiam com atenção. Trata-se de um momento sério, grave, da democracia. Trata-se de sabermos se as garantias previstas no Artigo 5º da Constituição, cláusulas pétreas, valem ou não. Leiam e  repassem.
*
A Mitra Diocesana de Guarulhos encaminhou ao Tribunal Superior Eleitoral o pedido de revogação da liminar que determinou a apreensão dos impressos que traziam um “apelo” aos brasileiros para que não votassem em candidatos simpáticos à descriminação do aborto. Por ordem do TSE, a Policia Federal apreendeu os folhetos que estavam na gráfica Pana, em São Paulo. Tive acesso ao documento enviado ao tribunal e, confesso, cheguei a sentir vergonha da penúria em que se encontra o estado de direito no Brasil.
O que fez o ministro Henrique Neves da Silva, do TSE, determinar a apreensão?
a) a suposição de que o documento seria falso, já que não contaria com o endosso da CNBB;

b) o  suposto crime eleitoral.
É justamente a cristalina contestação dessas duas hipóteses, com fartura de dados, que provocou em mim aquela sensação de vergonha.
Sobre a suposta falsidade do documento, argumenta a Mitra Diocesana de Guarulhos (peço que vocês leiam; é fundamental):
O documento é verdadeiro e foi aprovado pelo CONSER -CONSELHO REGIONAL EPISCOPAL SUL-1, que compreende todo Estado de São Paulo, designado por CNBB-Regional Sul-1, distribuído em 41 Dioceses, na Assembléia Geral, registrada como “II ENCONTRO REGIONAL SUL-1 DAS CDDVs” (Comissões Diocesanas de Defesa da Vida).
A Assembléia aconteceu no dia 03.07.2010 e aprovou o “APELO A TODOS OS BRASILEIROS E BRASILEIRAS”, conforme a ATA E A LISTA DE PRESENÇA de todos os Bispos Participantes (does. 22/25).
A convocação da Assembléia foi dirigida para todas as Dioceses. Cada diocese poderia comparecer por seu Bispo ou indicar um representante. Compareceram à Assembléia 57 pessoas. Foram expositores o Padre Berardo Graz (n.7), o Bispo Dom Nelson Westrupp, de Santo André-SP (n.14) e o Bispo Dom José Benedito Simão, de Assis-SP (n.15).
Os Bispos do Regional Sul-1, representados por sua diretoria executiva, composta por 11 Bispos, ratificaram o documento e emitiram a “NOTA DA COMISSÃO EPISCOPAL REPRESENTATIVA DO CONSELHO EPISCOPAL REGIONAL SUL l - CNBB, assinada pelo Presidente do CONSER-SUL-1, Dom Nelson Weistrupp, pelo Více-Presidente. do CONSER-SUL-1, Dom Benedito Beni dos Santos e pelo Secretário Geral do CONSER-SUL-1, Dom Aírton José dos Santos, que “acolhem e recomendam a ampla difusão do ‘APELO A TODOS OS BRASILEIROS E BRASILEIRAS” elaborado pela Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul l”, em 26.08.2010 (does. 26/27).
Depois de todas as etapas deliberativas e administrativas, documento “APELO A TODOS OS BRASILEIROS E BRASILEIRAS” foi aprovado e determinada a publicação, por emails, no site do Regional Sul-1, em 31.07.2010 (does. 28/29).
Ao contrário do que afirma a representante Dilma e a Coligação Para o Brasil seguir Mudando, não se trata de um “panfleto”, mas de um documento da Igreja Católica. E o documento é verdadeiro.
Tanto é verdadeiro que a própria CNBB-Regionai Sul-1, contratou a impressão dos primeiros 100 milheiros, no formato A-4, frente e verso, na empresa Artes Gráficas Prática Ltda-ME, através da nota fiscal n. 2955 (does. 30/31).
Depois disso, a CNBB-Regional Sul-1 franqueou o documento, para ampla divulgação, como escrito na NOTA, para todas as outras Dioceses e Movimentos de Defesa da Vida que quisessem distribuir para seus fiéis, interessados e defensores da vida, evidentemente no formato e na quantidade que achassem melhor e mediante o custeio das despesas pelas mesmas interessadas.
Dessa forma, foi elaborado o formato que foi apreendido por ordem dessa E. Corte.
O serviço de impressão, inclusive, foi solicitado na MESMA GRÁFICA UTILIZADA PELO PARTIDO DOS TRABALHADORES, PORQUE TINHA O MELHOR PREÇO E CAPACIDADE PARA EXECUÇÃO DO SERVIÇO (Does. 32/33 ).
Destarte, É UM DOCUMENTO OFICIAL DA IGREJA CATÓLICA E DA CNBB-REGIONAL SUL-1, que compreende todo o Estado de São Paulo e tem autoridade para deliberar e expedir documentos em seu nome, orientando os fiéis.
Portanto, a CNBB-REGIONAL SUL-1, ELABOROU E APROVOU O “APELO” E EXPEDIU A “NOTA” recomendando sua ampla e irrestrita divulgação, que a requerente estava seguindo fielmente.
(…)
Sobre a suposto crime eleitoral, argumenta a Diocese de Guarulhos:
A Mitra Diocesana e o Bispo Dom Luiz Gonzaga Bergonzini não apoiaram nenhum candidato a deputado estadual ou federal, senador, governador ou presidente. Estão defendendo o Evangelho e a Doutrina Cristã e acompanhando a pregação e orientação do Papa Bento XVI, que desde o início de seu Papado, está alertando os católicos sobre o relativismo.
Relativismo é, por exemplo, votar em algum político que “rouba mas faz”. Se ele rouba, não poderia ser candidato. É mandamento cristão: “NÃO ROUBAR”. Em obediência ao mandamento, os católicos não devem votar em quem rouba.
Relativismo é, por exemplo, aceitar e votar num partido ou político que está empenhado na liberação do aborto. Cristo defende a vida. A Igreja Católica defende a vida. Os católicos defendem a vida. Os cristãos defendem a vida. A vida é o bem maior de todos os seres humanos. “NÃO MATAR” é um mandamento.
O aborto, para os cristãos, consiste na retirada de um ser humano em formação - que será depois uma criança, um jovem, um adulto, um idoso, até chegar à morte -, do útero de uma mulher e jogá-lo na privada, no lixo ou no esgoto.
A Igreja Católica Apostólica Romana segue o Evangelho de Jesus Cristo. Ela e seus sacerdotes - padres e bispos - fazem profissão de fé e estão obrigados a defender esses princípios, em todos os momentos de suas vidas.
Além da questão do aborto, o Código de Direito Canônico obriga o bispo a propor e explicar aos fiéis as verdades.
A CNBB-REGIONAL SUL-1, Mitra Diocesana de Guarulhos e Dom Luiz Gonzaga deram cumprimento aos cânones 386, §1 e §2, assim escritos:
“§1. O Bispo diocesano é obrigado a propor e explicar aos fiéis as verdades que se devem crer e aplicar aos costumes…” §2. Defenda com firmeza a integridade e unidade da fé, empregando os meios que parecerem mais adequados…”.
Temos, então, que o Direito Canônico obriga os Bispos a explicar as verdades e defender a integridade e unidade da fé. Inclusive a verdade sobre o aborto. Dom Luiz cumpriu sua obrigação canônica.
Dom Luiz poderia, inclusive, indicar candidatos, se quisesse. Isso não é proibido. Mas não o fez. Está apenas defendendo princípios. Se os princípios conflitam com os princípios de outras pessoas, partidos ou candidatos, as conseqüências cada um deve assumir para si. Se alguém tem posições contrárias aos princípios cristãos, deve expor e defender essas teses, assumindo a responsabilidade decorrente.
No caso presente, os bispos das 41 dioceses do Estado de São Paulo resolveram emitir um documento que explicasse em quem não votar, tendo como base principal o aborto, ponto que Sua Santidade o Papa Bento XVI vem, exaustivamente, chamando a atenção de todo o povo do mundo.
A vida é dom de Deus, bem indisponível, em qualquer tempo, tanto que auxiliar alguém a suicidar-se é crime capitulado no art 122, do Código Penal. Ninguém pode atentar contra nenhuma vida.
A apreensão dos documentos pertencentes à Mitra Diocesana de Guarulhos, autorizado pela CNBB-REGIONAL-SUl-1, é uma ação discriminatória da candidata Dilma Rousseff e da Coligação para o Brasil Seguir Mudando, que está perseguindo e tentando impedir a Igreja Católica e seus membros de expressar suas convicções religiosas.
Assim, requer se digne V. Exa de revogar a liminar e determinar a devolução de todo o material apreendido, por respeito à Constituição Federal e aos direitos constitucionais pétreos da requerente e de seus membros.
VolteiA brilhante exposição dos advogados da Mitra Diocesana, João Carlos Biagini e Roberto Victalino de Brito Filho, lembra ainda o que deveria ser corriqueiro na vida pública brasileira: este é um país em que a Constituição garante a liberdade religiosa e a liberdade de expressão, sendo vedada a censura
O documento da Diocese lembra ainda que todos os dados relacionados no “APELO A TODOS OS BRASILEIROS E BRASILEIRAS”, que relacionam o PT e sua candidata à defesa da descriminalização do aborto, são verdadeiros e públicos.
Olhem aqui, meus caros: o que está em debate é o direito de uma igreja orientar os seus fiéis, direito este que foi suspenso por causa do processo eleitoral. E nada, na Constituição, autoriza tal suspensão. Mais: o argumento de que o documento da Regional Sul I é falso é um escândalo em si mesmo.
Pela primeira vez na história, desde a redemocratização do Brasil, usam-se as eleições para suspender garantias previstas no Artigo 5º da Constituição, cláusulas pétrea, que não podem ser revogadas nem por emenda constitucional.
Por Reinaldo Azevedo

Na TV, ex-secretário que sucedeu a Dilma chama petista de incompetente

Na TV, ex-secretário que sucedeu a Dilma chama petista de incompetente
Isabel Braga 


O Globo - 21/10/2010

Depoimento é usado no programa de Serra; PT mostra artistas


Isabel Braga 

BRASÍLIA. Dentro da estratégia de críticas à biografia da adversária do PT, Dilma Rousseff, o programa do candidato tucano à Presidência, José Serra, apresentou ontem na TV depoimento de Políbio Braga, ex-secretário da Fazenda de Porto Alegre que substituiu Dilma no cargo. Usando os minutos finais do programa tucano vespertino na TV, Polibio acusa Dilma de ter deixado a secretaria em "completa desordem" e diz que a petista é "despreparada". O programa termina com uma frase dita e escrita na tela: "Ela não vai dar conta".

- Encontrei a Secretaria municipal da Fazenda em completa desordem - diz Políbio. - Atribuo à incompetência mesmo.

O programa de Dilma reduziu substancialmente o tom de críticas, focando em promessas de campanha e depoimentos de apoio à candidata, repetindo o do seu candidato a vice, Michel Temer (PMDB-SP), e de outros aliados. Também mostrou o ato de apoio de artistas à sua candidatura e usou depoimentos de Chico Buarque e Gilberto Gil.

No programa, Dilma também rebate as acusações que vêm sendo repetidas no programa de Serra de que ela não é capaz e não tem experiência:

- A maior garantia de que vou manter os meus compromissos é minha própria história de vida.

Os dois programas também usaram a tática de comparar governos. O do PT manteve as comparações entre os governos dos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Henrique Cardoso, tanto em relação a ações sociais que retiraram pessoas da pobreza, quanto à questão das privatizações.

Já o programa tucano comparou as gestões da petista Marta Suplicy e de Serra à frente da prefeitura de São Paulo. Segundo o programa, Serra recebeu das mãos do PT uma cidade com muitos problemas, como hospitais inacabados.

Serra exibiu apoios do jurista Hélio Bicudo, que diz que a eleição do tucano "é a maneira de salvar a democracia no Brasil"; do ator Juca de Oliveira; de Maria Estela Kubitschek, filha do presidente JK; e de governadores e senadores aliados. Também usou o depoimento de Fernando Gabeira (PV), candidato derrotado ao governo do Rio.

O programa noturno de Serra não exibiu o depoimento de Políbio Braga. Foi mais centrado em propostas do candidato e depoimentos a favor de Serra gravados por aliados políticos como Aécio Neves e apoiadores da sociedade civil, como o pastor Silas Malafaia. O programa tucano terminou com o locutor falando da denúncia da "Época" sobre o suposto tráfico de influência do diretor da Eletrobras Valter Cardeal, ligado a Dilma. 

DILMA CABEÇA OCA

ELIANE CANTANHÊDE

As "vítimas"
ELIANE CANTANHÊDE
FOLHA DE SÃO PAULO - 21/10/10



BRASÍLIA - As duas campanhas já disputaram Lula versus Fernando Henrique; passaram a Erenice versus Paulo Preto; e estão na fase da vítima Dilma Rousseff versus a vítima José Serra. E tem até eleitor estudado e tarimbado caindo nessa.
Quanto mais Lula bate na tecla de que há uma "campanha difamatória" contra Dilma, mais ele atiça o lado briguento da velha militância do PT. Daí a atacarem uma passeata tucana no Rio e golpearem o adversário Serra na cabeça foi um pulo. Lula deveria pensar melhor, senão por prudência e responsabilidade, pelo menos por pragmatismo: uma agressão assim não ajuda sua candidata.
Há todo empenho para repetir com Dilma a estratégia da vitimização sempre presente nas campanhas e na publicidade pró-Lula. Mas uma coisa é Lula falar em "campanha difamatória" contra Dilma, outra, bem mais concreta, é Serra levar uma bandeirada ou algo que o valha na testa em pleno exercício democrático de fazer campanha numa rua do Rio.
"Se dependesse do Palocci, era porrada pura. Com essa cara de bonzinho, ele faz e a gente leva a fama", brincou o marqueteiro de Dilma, João Santana, sobre a estratégia para debates e TV. Como toda brincadeira tem um fundo de verdade, muito militante pode levar ao pé da letra e partir para a "porrada", reavivando a lembrança do velho jeito petista de ser, antes do jeito petista de governar. Um prato cheio para a propaganda tucana.
O que Lula, Santana e Palocci fazem, basta um punhado de militantes enlouquecidos para desfazer. O risco é a bandeirada em Serra anular o intenso trabalho para carimbar Dilma como vítima de uma imprensa perversa, de uma oposição sanguinária, de uma internet dominada por tucanos descontrolados.
Vítima por vítima, o PT pode der dado de bandeja -ou de bandeira- a chance de Serra dizer que mais vítima é quem, literalmente, apanha na rua.

JOSÉ SIMÃO

Uau! Tem pré-rereca no pré-sal!
JOSÉ SIMÃO
FOLHA DE SÃO PAULO - 21/10/10

Primeiro vem o oceano, depois a camada de sal, depois o pré-sal. E aí vem o Corinthians


BUEMBA! BUEMBA! Macaco Simão Urgente! O esculhambador-geral da República!
Atenção, público do Paul McCartney: favor desligar o celular e o marca-passo! O que vai ter de careca cabeludo. Careca com rabo de cavalo.
O Paul McCartney é o mauricinho dos Beatles. Ele é a cara do João Doria Jr. Rarará. E esse Mc quer dizer que ele canta funk?! McLeozinho, Mc52 e McCartney! Rarará!
E mais uma da minha ídala dona Weslian: "Vou levar metrô pra cidades que não existem". Rarará! Só no Brasil pra ter uma mulher candidata e a foto na urna é do marido. Ô esculhambação! Rarará!
E em Belém do Pará tem uma loja de lingeries chamada O Baratão das Calcinhas! E olha a faixa que eles botaram no Círio de Nazaré: "BARATÃO DAS CALCINHAS SAÚDA A VIRGEM DE NAZARÉ!". Vou arder no mármore do Inferno. O Bispo Serra vai me tacar na fogueira! Rarará!
E a onda agora é esse pré-sal. Dilma diz que Serra vai privatizar o pré-sal. Mas um amigo meu quer que ele privatize a pré-rereca da mulher dele. Privatiza a pré-rereca! Tem pré-rereca no pré-sal! E, se o Serra privatizar o pré-sal, ele leva um pré-no-salco. Da Dilma. Dilma dá um pré-no-salco do Serra! Rarará.
E a definição de pré-sal: primeiro vem o oceano, depois a camada de sal, depois o pré-sal. E aí vem o Corinthians. E mais embaixo o Atlético! Entenderam ou querem que eu desenhe? Rarará!
E o Lula criou mais três prés além do pré-sal. O pré-primário: alfabetização para todos. Coordenado pessoalmente por ele. A pré-varicação: vaca para todos. E o pré-claro: celular para todos. E depois um pré-sal de frutas! E, se o Serra privatizar o pré-sal, a Dilma estatiza a Miriam Leitão. Se a Dilma ganhar, a Miriam Leitão vira torresmo! Rarará!
Noite do terror no "Jornal Nacional"! Anteontem foi a vez do Serra Vampiro de Cristo! A Fátima Bernardes é uma heroína. Ficar cara a cara com o Serra e não chorar. E permanecer na bancada sem sair correndo. Isso é que é profissionalismo!
E sabe o que uma amiga minha falou depois da entrevista dele? "O Serra pensa que a gente tá em 1950? Ele precisa chupar sangue mais evoluído." Rarará!
E a Erenice é mais católica que o Serra, sempre levava um terço na Casa Civil! Essa é a católica do ano! A situação está ficando psicodélica. Ainda bem que nóis sofre, mas nóis goza.
Que eu vou pingar o meu colírio alucinógeno!

SERRA PRESIDENTE

DORA KRAMER

O mestre deu a partida 
Dora Kramer 

O Estado de S.Paulo - 21/10/2010

Em entrevista ao jornal espanhol El País no início deste ano, o presidente Luiz Inácio da Silva manifestou convicção na vitória. "Dificilmente perco essa eleição", disse, a despeito de o adversário à época apresentar vantagem nas pesquisas.
Lula sabia do que estava falando: da disposição de usar e abusar de todos os métodos - quase infinitos - à disposição de um presidente da República para cavar o êxito que o levaria a bater recordes históricos de transferência de votos e a lograr espaço de honra no panteão dos presidentes eleitoralmente mais bem-sucedidos do Brasil.
Para isso decretou que sua prioridade absoluta no último ano de mandato seria eleger Dilma Rousseff. Paralisou o governo, mobilizou toda a administração na perseguição dessa meta, rasgou a Constituição, violou todas as regras da boa conduta, atacou violentamente a todos que enxergou como adversários.
Tão violentamente que governadores aliados ao governo e eleitos no primeiro turno criticaram direta e abertamente o presidente, atribuindo à sua conduta agressiva a perda dos votos suficientes para eleger Dilma no dia 3 de outubro passado.

Não é de estranhar, portanto, a atitude dos manifestantes petistas que ontem agrediram o candidato José Serra durante um ato de campanha na zona oeste do Rio de Janeiro.

Em 2002 o presidente recém-eleito Luiz Inácio da Silva agradeceu ao presidente que deixava o posto, Fernando Henrique Cardoso, a correção da atitude neutra à qual atribuiu, junto com a eficiência da Justiça Eleitoral, a sua eleição.

Oito anos depois, o presidente Lula faz o oposto do que considerava o melhor para o Brasil. Desqualifica a Justiça, afronta a legislação e usa de maneira escabrosa a máquina pública; sem freios nem disfarces.

Não há outra conclusão possível: Lula só leva em conta o que é melhor para si, já que passados esses anos certamente fez a conta de que a "correção" de FH fez o antecessor não eleger o sucessor.

Como não quer correr o risco, Lula apropria-se indevidamente do patrimônio público, comete todas as infrações à sua disposição, leva o governo para a ilegalidade e ainda se vangloria como quem dissesse que vergonha é roubar e não poder carregar.

O pior para ele é que com tudo isso ainda pode perder. O melhor para o País já foi feito quando o eleitorado criou esse espaço de confrontação final. Do qual o presidente da República abusa sem nenhum escrúpulo, aparentemente com a concordância do Ministério Público.

A tropa que entrou em choque com a campanha tucana no Rio fez o que o mestre ensinou: vale tudo e mais um pouco para tentar ganhar a eleição.

Mal contada. O inquérito da Polícia Federal sobre a quebra do sigilo fiscal de várias pessoas ligadas ao tucano José Serra ainda não esclareceu de todo o caso, mas já permite uma constatação: é falsa a versão de que aquelas violações resultaram de um esquema maior de compra e venda de sigilo dentro da Receita, conclusão que o governo acha menos grave que a motivação eleitoral.

Pois bem: pelo que diz Amaury Ribeiro (o jornalista que contratou a quebra de sigilo), a razão foi política. Segundo ele, em 2009 foi a São Paulo a custa do jornal Estado de Minas, onde trabalhava à época, para recolher dados para "proteger" o então governador de Minas, Aécio Neves.

Meses depois, alguém do PT roubou dele as informações e montou um dossiê para tentar prejudicar os tucanos.

Por enquanto a história não fecha direito e, pelo já visto, pode reservar emocionantes revelações.

Por exemplo: por que o jornal Estado de Minas mandou um repórter a São Paulo coletar dados com objetivo de "proteger" o então governador? E proteger do quê, de uma ofensiva de José Serra? Quem pagou pela quebra do sigilo: o jornal, o governo do Estado ou Amaury? Se Amaury foi roubado, o que fazia na reunião com o setor de "inteligência" da pré-campanha do PT onde se negociavam as informações que viriam a fazer parte do dossiê entregue em junho de 2010 ao jornal Folha de S. Paulo?

MERVAL PEREIRA

Baixos instintos 
Merval Pereira 

O Globo - 21/10/2010

A agressão sofrida pelo candidato tucano à Presidência da República, José Serra, ontem no Rio, atingido por um artefato atirado por manifestantes petistas que tentavam impedir que os simpatizantes da oposição fizessem uma passeata em Campo Grande, Zona Oeste do Rio, é apenas o sinal mais visível da agressividade que tomou conta da campanha eleitoral.

Lembra episódio semelhante ocorrido na campanha presidencial de 1989, quando o candidato Collor foi agredido por manifestantes brizolistas também no Rio.

São também daquela campanha, radicalizada pelas disputas dentro da esquerda entre Brizola e Lula e pelo estilo belicoso do então candidato do PRN, que acabou sendo eleito por uma pequena margem de diferença para Lula num segundo turno tão acirrado quanto o deste ano, as lembranças do uso de depoimentos de uma antiga namorada de Lula. Ela afirmou que ele teria querido forçá-la a fazer um aborto.

O depoimento foi tão chocante que até hoje está marcado na história das campanhas eleitorais mais sujas já havidas no país.

Tão revoltante que, 20 anos depois, quando o hoje presidente Lula se reconciliou com o antigo agressor, senador por Alagoas e membro ativo da base aliada do governo no Congresso, sua filha Lurian, objeto daquela disputa abjeta, teve uma reação de espanto que não fez questão de esconder.

Pois hoje os papéis se inverteram, e são os ativistas ligados à campanha petista que espalham pela internet calúnias contra a mulher do candidato José Serra a respeito de aborto, um tema que dominou boa parte da campanha, com ênfase neste segundo turno.

O tema entrou no debate político ainda no fim do ano passado, quando o governo divulgou a versão do III Plano Nacional de Direitos Humanos, que endossava a aprovação de projeto de lei que descriminaliza o aborto, alegadamente em respeito à autonomia das mulheres.

Houve uma reação imediata de diversos setores religiosos, ainda mais porque a descriminação do aborto é um tema recorrente nos programas de governo petistas.

Aliás, foi relembrando todas as medidas assumidas pelo governo nesse campo que a presidência e a Comissão Representativa dos Bispos do Regional Sul 1 da CNBB divulgaram folhetos com um apelo “a todas as brasileiras e brasileiros” para seguir a orientação da Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1 sobre como “votar bem”, escolhendo candidatos que sejam “a favor da vida”.

O documento lista as diversas medidas e compromissos assumidos pelo governo Lula desde 2005 no sentido de legalizar o aborto, até fevereiro deste ano, quando o Congresso do PT que indicou Dilma Rousseff aprovou o III Plano Nacional de Direitos Humanos, “no qual se reafirmou a descriminalização do aborto, dando assim continuidade e levando às últimas consequências esta política antinatalista de controle populacional, desumana, antissocial e contrária ao verdadeiro progresso do nosso país”.

Esse documento foi apreendido pela Polícia Federal em uma gráfica em São Paulo, a pedido do PT ao Tribunal Superior Eleitoral, numa atitude claramente antidemocrática.

Sem entrar no mérito da questão do aborto, qualquer cidadão ou entidade tem o direito de defender suas posições religiosas ou políticas, desde que não receba financiamento do governo, como o imposto sindical.

A gráfica Pana, que imprimiu o panfleto encomendado pela Mitra Diocesana de Guarulhos, foi acusada pelo PT de ser propriedade de uma família ligada ao PSDB, o que é verdade.

Só que esse fato nada tem a ver com os panfletos da Igreja, pois a mesma gráfica já prestou serviços ao próprio PT, como a impressão de 75 mil cópias do “jornal” da CTB, a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, com quatro páginas coloridas, aliás ilegal, com reportagens favoráveis à eleição de Dilma à Presidência.

Militantes petistas tentaram invadir a gráfica para impedir a distribuição dos panfletos da Igreja, em mais uma demonstração de como são capazes de pressionar agressivamente os adversários.

O hábito de tentar confundir a opinião pública faz com que os petistas igualem o panfleto da Igreja às propagandas ilegais dos sindicatos.

E leva a que tentem transformar em “fogo amigo” a quebra de sigilos fiscais da família do candidato José Serra, atribuindo ao jornal “O Estado de Minas” uma suposta “defesa de Aécio Neves”.

A estranha versão do jornalista Amaury Ribeiro Jr., de que sua reportagem, jamais publicada pelo jornal mineiro, serviu para que fizesse os relatórios que interessaram à campanha da candidata oficial, Dilma Rousseff, serviu para que o PT tentasse se eximir de culpa na quebra dos sigilos fiscais do PSDB — embora de concreto mesmo exista apenas o fato de que o jornalista que encomendou a quebra ilegal dos sigilos acabou trabalhando na campanha petista, num núcleo de investigação que se destinava a produzir dossiês contra seus adversários políticos.

O jornal que supostamente encomendou as investigações nega que soubesse da ilegalidade ou que o assunto em questão tenha sido objeto de reportagens de Amaury Ribeiro Jr.

E o ex-governador Aécio Neves refutou as insinuações petistas de que o dossiê que apareceu na campanha de Dilma no início do ano tenha sido originado de uma disputa interna entre ele e o hoje candidato José Serra.

Mesmo que, no limite, a quebra do sigilo fiscal dos parentes de Serra tenha sido providenciada por Amaury Ribeiro Jr. com o conhecimento do jornal “O Estado de Minas”, com o intuito de ajudar o então governador Aécio Neves na sua disputa particular com Serra dentro do PSDB, esse “fogo amigo” não isentaria o PT da culpa de ter contratado para sua campanha o jornalista e seus dados obtidos ilegalmente, com o intuito de produzir dossiês contra o candidato do PSDB.

Seja qual for o resultado da eleição do dia 31, esta campanha já está marcada como a mais nefasta à democracia brasileira, com movimentos do baixo mundo se tornando mais importantes do que os compromissos dos candidatos com o futuro do país.

Com o ambiente político convulsionado do jeito que está, não será fácil ao presidente eleito estabelecer um clima propício ao diálogo.

MARIA CRISTINA FRIAS - MERCADO ABERTO

Setor têxtil terá deficit comercial recorde  
Maria Cristina Frias 

Folha de S.Paulo - 21/10/2010

Com a invasão de produtos asiáticos e o dólar desfavorável para a exportação, o deficit da balança comercial do setor têxtil e de confecção deve atingir US$ 3,5 bilhões no final deste ano.
"Será o maior deficit do setor na história", diz Aguinaldo Diniz Filho, presidente da Abit (associação da indústria têxtil e de confecção).
O deficit da balança comercial do setor já acumula alta de 60% neste ano até setembro na comparação com o mesmo período de 2009. O saldo negativo está em US$ 2,55 bilhões.
A desindustrialização traz preocupação sobre o emprego no setor. "Um deficit de US$ 3,5 bilhões representaria a demissão de 135 mil trabalhadores na indústria."
As importações brasileiras de têxteis cresceram 46%, para US$ 3,6 bilhões.
Os principais motivos para o aumento são o dólar baixo e a desaceleração do consumo nos EUA e na Europa, os maiores importadores de têxteis do mundo, o que leva a China a ter de colocar os produtos em outros mercados.
"A diferença cambial entre as moedas chinesa e a brasileira em relação ao dólar já está em mais de 40%. O Brasil está incentivando as importações", diz Diniz Filho.
Para o presidente da Abit, uma das saídas que poderiam ser adotadas pelo governo para ajudar o setor seria o aumento do número de acordos bilaterais com outros países. "Essa medida nos ajudaria, já que temos uma indústria competitiva."

SALTO NOS NEGÓCIOS
Luís Ermírio de Moraes, diretor-presidente de novos negócios e herdeiro do grupo Votorantim, e Tonico Pereira, diretor da mesma área da agência de publicidade DPZ, viram no cavalo lusitano outra frente de trabalho.
Os empresários, criadores da raça equina, realizam no sábado um leilão daquele que consideram o melhor cavalo para esporte.
Serão 35 animais que devem ser vendidos entre R$ 30 mil e R$ 100 mil, "dependendo do mercado", afirma Luís Ermírio de Moraes, proprietário da Fazenda Alegria dos Pinhais.
Ainda que não seja o ideal para saltos superiores a 1,10 metro, "é um cavalo elegante, forte e que gosta de ser montado", segundo Moraes.
O leilão pretende ser diferente de outros do gênero. Haverá provas, com prêmios de R$ 15 mil, e vários mimos para participantes, segundo os organizadores.
"Queremos promover a raça, que deverá se valorizar nos próximos anos e se comparar à de cavalos de US$ 1 milhão", afirma Moraes.
O leilão de cavalos das fazendas Alegria dos Pinhais e Top, de Pereira, será no Haras Larissa, que fica perto de Campinas (SP).

Muita... O preço do pacote de macarrão no Brasil subiu entre 5% e 7% nos últimos meses, impulsionado pela alta do trigo. Apesar disso, o consumo de massas deve registrar crescimento de até 7% neste ano, ante 1,2 milhão de toneladas do ano passado, segundo a Abima (associação do setor).

...massa O Brasil é o terceiro maior produtor de massas alimentícias do mundo, atrás de Itália e Estados Unidos. Atualmente, são fabricados no país 30 tipos de macarrão distribuídos entre: massas secas, que respondem por 84% do consumo, instantâneas (13%), e frescas (3%).

EM DOMICÍLIO

Os investidores estão usando cada vez mais o "home broker" para realizar as suas aplicações na Bolsa.
Segundo levantamento da BanifInvest, 39,71% deles aplicam de 75% a 100% dos recursos via "home broker".
Essa ferramenta possibilita o investidor a realizar operações de compra e venda de ações sozinho via internet.
"O resultado confirma a evolução do investidor individual e a segurança que ele possui para o uso da ferramenta on-line", diz Bruno Di Giorgio, do BanifInvest, que ouviu 4.000 investidores.

Gestão de risco em brasileiras é menor, diz consultoria

O processo de gestão de riscos dentro de empresas do setor elétrico brasileiro está abaixo dos níveis encontrados na Europa, no Oriente Médio e na África.
A conclusão é de estudo da Deloitte sobre o tratamento de riscos no setor, como segurança da informação, riscos da energia nuclear e aumento no valor e no número de processos judiciais.
Análise realizada pela consultoria com empresas nessas regiões indica que quase todas (95%) realizam atividades relacionadas à gestão de risco.
Por outro lado, apenas 65% das brasileiras, consideram o processo implantado em suas organizações.
No exterior, a gestão de riscos está incorporada principalmente à comercialização (58%) e aos seguros (48%).
A pesquisa também indica que 59% dos executivos já estabeleceram comitês de risco em suas empresas, sendo a maioria formada por membros do conselho, comitê de auditoria e gestores da alta administração.

Novo... A diretora-executiva da Abipla (associação brasileira das indústrias de produtos de limpeza), Maria Eugenia Saldanha, assumiu a vice-presidência da Aliada (associação latino-americana).

...posto A entidade, com sede na capital uruguaia, busca pleitear melhorias nas áreas regulatória e tributária de produtos dos países da região.

Entrega Os Correios de Campinas (SP) assinam hoje um convênio com a CPFL Energia para usar o veículo elétrico Aris, desenvolvido pela Edra, a partir deste mês.