segunda-feira, agosto 18, 2008

República de analfabetos e democracia sem escolaridade?

Artigo - Nathanael Pereira de Souza
Correio Braziliense
18/8/2008
Doutor em educação e presidente do Conselho de Administração do CIEE O Tribunal Superior


Eleitoral divulgou o resultado de pesquisa interna segundo a qual, num eleitorado de 127,4 milhões, que é o brasileiro, 51,5% dos eleitores não conseguiram concluir o ensino fundamental ou sabem apenas ler e escrever precariamente. Dentro desse percentual, 8,2 milhões são analfabetos puros. Como sempre, o Nordeste apresenta a mais alta taxa de analfabetismo e baixa escolaridade, segundo o TSE: 70% desses 8,2 milhões. Trata-se, como se vê, de uma estatística vergonhosa, mas que serve para explicar o retardo político-administrativo em que tem vivido o país, com seus governos estatizantes e a incapacidade da população para reagir a certos absurdos que acontecem no âmbito dos três poderes, o Executivo, o Legislativo e o Judiciário.
Somos subdesenvolvidos porque o nosso povo é subdesenvolvido. O crescimento econômico não é a causa da prosperidade das nações, e sim o IDH alto da população, índice esse que traz, na sua composição aritmética, um peso maior para a escolaridade popular. A lógica dessa afirmação explica-se pelo fato de todos os países emergentes que estão dando certo terem qualificado a sua educação e ampliado radicalmente o número de anos de estudo da população. Haja vista o que se passa na Coréia do Sul, na Índia, em Cingapura, no Chile, em Taiwan, países que há 40 anos estavam todos abaixo do Brasil em índices de prosperidade, e que, hoje, nos fazem comer a poeira das suas disparadas desenvolvimentistas.
Somos uma República, mas não temos conseguido ser uma autêntica democracia, eis que a insuficiente instrução popular impede a participação cidadã da sociedade nas tomadas de decisão de interesse nacional. Os burocratas e tecnocratas têm substituído a chamada vontade popular. E os que dizem representantes do povo, quase sempre movidos menos pelo civismo e pela ética e mais pela vocação de fazer fortuna rápida e fácil, criam as condições para que o populismo voraz se fortaleça e perpetue no poder. A democracia moderna depende de uma cidadania participante e consciente, para robustecer-se e poder prestar serviços qualificados à sociedade.
Numa sociedade verdadeiramente democrática não poderia haver as vergonhosas taxas de analfabetismo no eleitorado, como essas denunciadas pelo Tribunal Eleitoral, até porque são os analfabetos, detentores da maioria dos votos, que acabam elegendo presidentes, governadores, prefeitos e parlamentares neste macunaímico Brasil das contradições. A República pode fazer-se com analfabetos, a democracia, jamais.
Se o governo sabe disso tudo, porque não age para, no curto e médio prazo, pôr um paradeiro nessa trágica realidade? Sobretudo, por tratar-se de um governo que, durante dezenas de anos, quando era oposição, vendeu a idéia de que não se resolvia o problema educacional da nação porque a manutenção da ignorância geral convinha à elite no poder. E quando vira governo, o que impede a mobilização dos meios para o combate às desescolaridade popular, notadamente no Nordeste? Por que não se monta uma cruzada em favor da extirpação do analfabetismo do cenário nacional, com centenas de milhares de professores atuando num megaprotesto voltado para isso? É de crer-se que um esforço ciclópico como esse custaria tanto ou menos do que a verba gasta com essas bolsas disso e daquilo, que tem a ver mais com caridade do que com projeto social propriamente dito.
CHUPANDO O PIRULITO


BRASIL: OLIM... PIADA



SEGUNDA NOS JORNAIS


- Globo: Governo favorece as prefeituras aliadas do Rio

- Folha: Cresce total de alunos pobres na universidade

- Estadão: Empréstimos bancários para empresas crescem 30%

- JB: Inimigo da Amazônia no próprio governo

- Correio: DF terá cadastro de alunos violentos

- Valor: Desaceleração da economia será lenta e pouco intensa

- Gazeta Mercantil: Governo quer menos burocracia para reanimar os exportadores

domingo, agosto 17, 2008

Manual de auto-ajuda

Dora Kramer

Reza a mais recente lenda eleitoral que a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, cumpre uma frenética agenda de palanques para ajudar o PT a eleger seus candidatos a prefeito e vereador.
Depois de muita insistência do partido, o presidente Luiz Inácio da Silva teria "concordado" - contrariado, certamente - em liberar Dilma da regra imposta aos outros ministros, restritos à participação em campanhas nos respectivos domicílios eleitorais, para correr o País para ajudar os petistas a conquistar o coração do eleitorado.
Na mesma toada - menos enfeitada no tocante a devaneios, é verdade - segue o PSDB querendo fazer crer que a presença do governador de Minas Gerais, Aécio Neves, é imprescindível para eleger tucanos aos magotes nesse Brasil varonil.
Aécio desembarcou outro dia em São Paulo para dar seu aval à candidatura de Geraldo Alckmin e, segundo consta, já gravou participação em programas no horário gratuito de mais de 50 candidatos.
Ao fato: Marta Suplicy disparou na dianteira com 15 pontos porcentuais de diferença sem que Dilma pusesse os pés em São Paulo, eleitoralmente falando; na seara tucana, entre as duas últimas pesquisas e a passagem do governador mineiro pela cidade, Alckmin caiu de 31% para 26% na preferência do eleitor.
E o que Aécio Neves tem a ver com isso? Tanto quanto Dilma Rousseff tem a ver com o desempenho de Marta: nada.
Antes que se diga que São Paulo é um caso à parte, combinemos que a assertiva não influi nem contribui para a análise do tema em tela simplesmente porque não quer dizer nada.
Só não se pode afirmar que a presença dos dois pretendentes a presidente nos palanques municipais de Norte a Sul, de Leste a Oeste, é também desprovida de significado porque, no tocante aos respectivos projetos políticos, quer dizer muito.
A oportunidade de aparecer em palanques reais e virtuais durante mais de 40 dias no País inteiro é uma chance de diamante para quem tem muito capital - próprio ou potencialmente transferível -, mas precisa construir popularidade e disseminar sua imagem para poder pensar em 2010 com objetividade.
Não há nada de errado no movimento de ambos. Ao contrário. Dariam o jogo por entregue ao adversário (os internos e os externos, explícitos e ocultos) se não aproveitassem a campanha de 2008 para, como se dizia na esquerda, acumular forças.
Principalmente no caso da ministra, só não fica bem falar à sociedade na base do sinal trocado, tentando transparecer uma força política que não tem, mas nada impede que possa vir a ter.
No presente momento, se alguém ajuda alguém de verdade são os candidatos municipais quando abrem espaço para seus correligionários com pretensão a dirigentes nacionais.
A ministra da Casa Civil e o governador de Minas quando correm o País não o fazem em auxílio a outrem. Se ajuda há, é em prol da causa própria.
Dilma não é "puxadora" de votos - nem sequer viveu a experiência de produzir alguma quantidade deles na vida - muito menos tem o condão de transferi-los, tarefa árdua até para um ás na captura de mentes como o presidente Lula.
Ao fato: em 2006, Roseana Sarney perdeu a reeleição para o governo do Maranhão, a despeito do apoio de um Lula reeleito.
Merece atenção o que disse o cientista político Jairo Nicolau ao jornal Valor dias atrás: "O presidente influencia, mas o que define votos nessas eleições são os temas locais"
.E mesmo assim, alguns referenciais de competência local não conseguiram impor seus pesos nas respectivas províncias no período inicial das campanhas.
Dois fatos: no mais conhecido, Aécio Neves com mais de 80% de avaliação positiva e o prefeito Fernando Pimentel, popular na casa dos 70%, ainda não fizeram seu candidato sair do terceiro lugar.
No menos, a candidata do PT em Natal tem o apoio de Lula, do presidente do Senado, da governadora, do prefeito, todos maravilhosamente bem avaliados, mas está levando um baile de 20 pontos da adversária sustentada por uma esquisita aliança do PV com o DEM.
Ora, sendo o eleitor um imprevisível, pode virar um rebelde diante de imposições muito explícitas.

Ubaldo
Mãe de criação da paranóia no mundo dos negócios e da política, a grampolândia desenfreada tem deixado espíritos habitualmente atormentados em petição de miséria.
O governador José Serra, por exemplo. Se o assunto requer reserva, põe o indicador sobre os lábios pedindo silêncio e aponta para as paredes em volta sinalizando cuidado com escutas ambientais.
Há quem já tenha presenciado Serra pedir ao interlocutor que retirasse o chip do celular antes de conversar.
Fernando Henrique Cardoso contou o caso a um deputado, mas ele achou a coisa com jeito de intriga da oposição. Até conferir com dois secretários do governo de São Paulo, que confirmaram a história.
OLIMPÍADAS
QUEM? QUEM? QUEM?


Breve notícia sobre Zecamunista
Estadão-ponto de vista
João Ubaldo Ribeiro


Já tentei formular várias teorias sobre o incitante assunto de que tratarão hoje estas linhas, mas nenhuma delas é satisfatória. Tanto assim que desisti. Além disso, teorizar, pensando bem, é apenas a expressão da ansiedade humana de que a vida faça algum sentido apreensível por nós. Daí o pouco sucesso, creio eu, dos romances sem "enredo". A trama, sabem os romancistas e os bons leitores, precisa ser bem mais verossímil que a chamada vida real, que sempre foi muitíssimo mais inacreditável que os piores delírios dos ficcionistas. A trama, o enredo, ajuda tanto o autor quanto o leitor a fingir, para não ficar meio ou completamente lelé, que existe alguma lógica nos acontecimentos, ao alcance de nossa percepção. Claro que não existe, mas a gente precisa tão desesperadamente dela que procura enredos em romances, filmes, peças e histórias em geral. Teorizar, enfim, acaba não adiantando nada, não explicando coisa nenhuma e gerando discussões desagradáveis depois do almoço.
Então não teorizo, vou ao fato. O fato é que Zecamunista, lá de Itaparica, despertou, entre os leitores que tomaram conhecimento dele nesta coluna, também chamada, para orgulho meu, de "A voz da ilha", um interesse fora do normal. Desde a primeira vez em que o mencionei, recebo pedidos de informações adicionais, contatos e, principalmente, a narrativa de mais episódios que contem com a participação desse legendário e respeitado subversivo lá da ilha. Isso me põe numa situação meio chata, porque, apesar de amigos, ignoro muito da vida que ele leva e tem levado. É natural, aliás, porque as atividades dele foram, ou em parte ainda são, necessariamente sigilosas ou clandestinas, de maneira que não sei responder com exatidão a muitas perguntas sobre ele.
Mas sei alguma coisa, além das que já contei aqui. De extração beduína, seu sobrenome parece ser Harafush, Herefush, algo assim, que ele nunca faz muita questão de esclarecer - há de ter suas razões. E seu primeiro nome é José Carlos, ou seja, Zeca, como todos os Josés Carlos que nascem em Itaparica. Revelou-se comunista desde a escola primária, onde liderou movimentos para espiar, na companhia de seus sempre numerosos liderados, as meninas fazendo ginástica ou sendo vacinadas contra varíola nas coxas, como era comum naqueles tempos. Sempre apoiou ativamente esses negócios de comunista - imoralidade para minar os fundamentos da família cristã, cabelo grande no tempo em que a polícia prendia homem que usava cabelos iguais aos dos Beatles, divórcio no tempo em que só havia desquite e assim por diante, essas coisas que os comunistas faziam tanto.
Ganhou desde cedo a alcunha de Zecamunista, forma apocopada (aferesada? sincopada? Vejam aí, aposto que vocês também não sabem) de Zeca Comunista, que dá muito trabalho para pronunciar, assim como "Méditerranée", que a gente prefere chamar "crube" mesmo. E sempre esteve à frente de todos os movimentos subversivos em que pôde entrar. Numa conversa recente, depois de tomar umas dez doses de vodca (ele só bebe vodca e cerveja e dizem que já deu um tiro que não pegou num turista que lhe ofereceu um bourbon), ele me confessou só carregar uma única mágoa, em todo este tempo de militância: nunca ter sido preso o tempo suficiente para passar a noite na cadeia.
- E olhe que eu já fiz por onde - me disse ele, com o queixo trêmulo de comoção. - Eu fiz por onde, é uma injustiça muito grande. Conheço muita gente que não fez nem um milésimo do que eu fiz, que tinha muito menos direito que eu e passou 30, 90 dias, até meses na cadeia, para depois vir botar banca em cima de mim e eu tendo de engolir. É duro, é duro.
- Mas eu soube que, no dia em que você mudou os dizeres da bandeira para "Desordem e Atraso" e foi desfilar na frente de um quartel, o oficial do dia mandou pegar você.
- É, mandou. Mas foi para concordar comigo, milico desnaturado, até isso eu achei! O desgraçado concordou comigo, me soltou, marcou tomar umas cervejas comigo e ainda ficou com a bandeira como lembrança! É muito azar! E, agora que eu estou ficando velho e sem muita disposição para encarar a turnê todo ano, perdi até o direito de me aposentar como o presidente. Esse nasceu virado para a lua, meu compadre. Devem ter ficado com preguiça de soltar ele no dia em que ele foi preso e deixaram que ele dormisse em cana por distração. Não é nada, não é nada, me disseram que rendeu uma aposentadoriazinha de quatro milhas livres de impostos, já quebrava meu galho aqui. Não vou negar que a turnê rende muito bem, mas cansa, estou passando da idade.
A turnê a que ele se refere é o périplo que ele todo ano faz pela Bahia, tomando um dinheirinho aqui e outro ali, no pôquer, que ele diz que joga dialeticamente: tese num parceiro, antítese no outro, síntese sempre nele. Ganha fortunas, mas a ideologia atrapalha muito. Na última vez, ele investiu tudo no Leninorama, uma - como direi? - boate de tolerância de luxo. Mandou buscar várias kombis cheias de mulheres-damas em Nazaré das Farinhas, Cachoeira e até Santo Antônio de Jesus, todas com dentes, e deu uma festa de arromba, de graça e com direito ao sorteio de um talão de vale-quenga. O estabelecimento, que viveu dias de glória enquanto o dinheiro durou, era, naturalmente, em regime de cooperativa socialista e não deu certo, as meninas acabaram voltando todas e, o que é pior, a maior parte neoliberal
.Agora está envolvido em outro projeto monumental, o Cassino Potemkin, lá na ilha. Mas não é contra a lei, os parlamentares permitiriam?
- Só falta definir quantas ações do cassino cada um vai receber - disse ele. - Mas Brasília sai muito mais em conta do que a gente pensa, eles até que são baratinhos.

sábado, agosto 16, 2008

DIREITOS DESUMANOS


SÁBADO NOS JORNAIS


- Globo: TRE: tráfico exige foto para comprovar voto

- Folha: Governo do Rio pede Exército para garantir eleições

- Estadão: Marta abre 15 pontos de vantagem

- JB: Sérgio Cabral ataca comandante militar

- Correio: SuperCielo

- Valor: Leasing terá IOF de 3,38% para segurar o consumo

- Gazeta Mercantil: Regiões Norte e Nordeste atraem US$ 22 bilhões em siderúrgicas

sexta-feira, agosto 15, 2008

PARA O FIM DE SEMANA


Cultura e muita música

Música do Orla
No shopping Orla Sul hoje, a partir das 19h, tem show com Dani Negro e banda. No sábado, as 12h, tem Giuliane Guanabara e às 19h tem Andrezza Costa. No domingo ao meio-dia o show será com Tânia Soares e às 18h tem Edna Gurgel.

Bossa na Mata
Depois de rodar o mundo difundindo a bossa nova, o músico potiguar Carlinhos Moreno esta de volta a Natal e no próximo domingo se apresenta no projeto Som da Mata, a partir das 16h30, no anfiteatro Pau-brasil do Parque das Dunas. Na ocasião ele será acompanhado por Eduardo Taufic (piano), Paulo de Oliveira (baixo), Darlan Marley (bateria), Fábio Isaac (saxofone) e Marco Ribeiro (trombone). A entrada custa somente R$ 1. Informações 3201 4440.

Feijão com Rock
A 22ªedição do projeto Feijão com Rock será promovida no próximo domingo, a partir das 12h. A música com a banda Moby Dick, que tocara Raul Seixas, começa às 14h e contará com a participação do Grog Giancarlo e Vitoriano Seixas. A programação ainda conta com Jimi Hendrix Cover e JackBlack. A feijoada é gratuita e o evento será no Village Real (BR-101, KM 114 - Parnamirim). A senha custa R$ 10 e está sendo vendida no Sgt Peppers e no Gringo Bar. Na hora o ingresso custa R$ 15.

O ritmo do praia
Waldir Luzz faz o show Coisas da Noite, a partir das 20h30 de hoje, no Praia Shopping Musical. No mesmo horário, Michelle Lima apresenta o show Jasmin Azul, amanhã. No domingo, às 20h, Mandumblá mostra um show instrumental.

Show de Romildo
O cantor e compositor Romildo Soares apresenta amanhã um novo show, Um estranho no paraíso, a partir das 19h, no Bardallo’s (Rua Gonçalves Lêdo, 671 - Cidade Alta). A entrada é franca.

Festa no Rotary
O Rotary Clube promove hoje à noite uma festa com objetivo de arrecadar fundos para o projeto Visão do Futuro, que oferece atendimento oftalmológico gratuito para crianças carentes. O evento acontece à partir das 20h, na sede do Rotary, que fica na Rua Moura Rabelo, Candelária. O evento vai ter música ao vivo, jantar, leilões e rifas. A entrada custa R$ 30. Mais informações pelo telefone 3234-558.

Música na Ribeira
Rosa de Pedra e Khrystal se apresentam hoje no Espaço Cultural Calígula, no Largo da Rua Chile - Ribeira. O primeiro show começa à meia-noite e o segundo às 2h. A entrada custa R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia)

Cultura no shopping
Ainda homenageando os pais, o Natal Shopping no próximo domingo promove o encontro no palco do multiinstrumentista Antônio de Pádua com seus dois filhos. No local o público também terá acesso à mostra da artista plástica Célia Albuquerque que desenvolveu obras dentro da temática arte-denúncia. Outra opção cultural do shopping é a exposição Japão no Natal Shopping, na qual o público poderá fazer uma viagem pela milenar cultura japonesa.

2 anos de Mistura Fina
Será comemorado hoje o segundo aniversário da banda Mistura Fina. O convidado especial da noite será Ivanildo di Natal. A festa começa às 22h, na AABB. A senha custa R$ 15 e a mesa R$ 60. Informações: 3211 4412.

Cinema Itinerante
A Unidade Móvel do Cine Sesi Cultural será hoje, amanhã e domingo no município de Lagoa Nova. O projeto oferece, a partir das 8h30, cinema gratuito para a população da cidade.Cinema InfantilNo próximo domingo, no Teatro de Cultura Popular (anexo da Fundação José Augusto), será promovido o Festival de Cinema Infantil, evento que faz parte da programação do Festival de Cinema e Vídeo de Natal de 2008. Na ocasião serão exibidos quatro desenhos animados: Branca de Neve e os 7 Anões e Cinderela às 9h e Sinbad, o Marujo e Gasparzinho, o Fantasma Camarada às 11h. O ingresso custa R$ 2.

Cinema acessível
Estréia amanhã, na praça do Praia Shopping, o projeto Moviecom Arte, que exibirá filmes consagrados pela crítica mundial e premiados em vários festivais de cinema. Inicialmente, os filmes a serem exibidos serão em cópias digitais com preços especiais: R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia). Os filmes serão exibidos durante toda a semana no Moviecom, numa única sessão diária que pode variar de horário de acordo com a grade da programação. O filme de estréia e Santiago, às 11h de amanhã.

Festival Música Alimento da Alma – Mada – 10 Anos.
Sexta e sábado, na arena do Imirá, Via Costeira. Abertura dos portões às 20h. Ingressos: R$40 (inteira) e R$20 (estudante). Vendas na lojas Tim e Ecológica.
A programação da sexta-feira se desenrola com The Volta (20h40); Lunares (21h10); SubAquático (21h40/BA); Poliéster (22h10/RS); Síntese Modular (22h40); Curumin (23h10/SP); Autoramas (23h50/RJ); Pato Fu (0h30/MG), e Lobão (1h30/RJ).
No sábado, a noite começa com Rosa de Pedra (21h), e segue com Sem Horas (21h30/PB); Macanjo (22h/RJ); Falcatrua (22h30/MG); Mallu Magalhães (23h/SP); Cordel do Fogo Encantado (23h40/PE); Josh Rouse (0h40/EUA), Seu Jorge (1h40/RJ) e Montage (03h/CE).

Cine Cult exibe “A Lei do Desejo”
O drama espanhol “A Lei do Desejo”, de Pedro Almodóvar, entra em cartaz no Cine Cult da Rede Cinemark nesta sexta-feira, dia 15. Até 21 de agosto, às 15h10m, o espectador assiste ao longa, no complexo do Midway Mall, pagando R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia) pelo ingresso.
IMPOTÊNCIA OLÍMPICA


SEXTA NOS JORNAIS


- Globo: TSE autoriza uso das Forças Armadas na campanha do Rio

- Folha: União paga ajuda bilionária a juízes

- Estadão: Inglaterra quer vigiar saída de brasileiros em Cumbica

- JB: Ataques aos royalties do petróleo do Rio

- Correio: Planalto adia aumento para 300 mil servidores

- Valor: Leasing terá IOF de 3,38% para segurar o consumo

- Gazeta Mercantil: Regiões Norte e Nordeste atraem US$ 22 bilhões em siderúrgicas

- Estado de Minas: Fila do calote cada vez aumenta mais

- Jornal do Commercio: Falta de manutenção ameaça obras viárias

quinta-feira, agosto 14, 2008

A VARANDA EM PEQUIM

MEDALHA DE COURO


BUNDINHAS DA TORCIDA
COM MINHA REDE FISGUEI ESSA GOSTOSA
Eliane Cantanhede

- Sim, não, talvez


Folha de S. Paulo
14/8/2008


O ex-bispo Fernando Lugo toma posse na Presidência do Paraguai amanhã e pode criar uma saia justa para o Brasil. Mas há dois Brasis. Um do presidente Lula e do chanceler Amorim, cheios de amor e de investimentos para dar; outro da área técnica, pronta para dizer "não, não e não" para mudanças em Itaipu.O Paraguai pede aumento do preço que o Brasil paga pela energia excedente. O ministro das Minas e Energia, Edson Lobão, e o diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional, Jorge Samek, vão dizer não, e Lula e Amorim vão, em troca, prometer mundos e fundos do BB e do BNDES para uma linha de transmissão para a capital.O Paraguai pede a revisão do tratado de Itaipu para poder vender o seu excedente (93%) para Argentina, Chile e Uruguai. Lobão e Samek também dirão não, e Lula e Amorim vão acenar com financiamento de pontes e viadutos.O Paraguai pede a redução dos juros de contratos bilaterais. Lobão e Samek mais uma vez dirão não, e Lula e Amorim vão sugerir muito e muitos reais, ou dólares, para pequenas e médias empresas.Lobão e Samek têm argumentos pragmáticos: quem pagou Itaipu, avalizou os empréstimos e carrega a binacional nas costas é o Brasil. O Paraguai ficou no lucro, sócio de uma empresa de US$ 30 bi -bem mais que seu PIB-, e já recebeu mais de US$ 3,5 bi em royalties. Reclama de quê? Só consome 7% da produção porque não desenvolveu sua indústria e sua infra-estrutura.Mas, para a política (Lula) e a diplomacia (Amorim), o pragmatismo, aí, é outro: para ser líder, precisa ser bonzinho com os pobres. Lugo chega com a utopia da velha esquerda católica, para rezar na missa de Hugo Chávez, Rafael Correa e Evo Morales, que vêem o Brasil como um "ianque tupiniquim", culpado por todos os erros e desigualdades. Lula ira à posse, mas vapt-vupt. Para ouvir pouco e falar menos ainda.
MUTRETA
Clara insensatez

EDITORIAL O Globo
14/8/2008

Pode ser que o local e o momento tenham despertado no presidente Lula sua conhecida habilidade de falar o que as platéias querem ouvir. Seja qual tenha sido a motivação, não se pode deixar passar sem crítica a defesa feita terça-feira, no Rio, perante militantes da UNE - hoje uma correia de transmissão do PCdoB e do governo -, de mudanças na Lei do Petróleo, para pretensamente adequá-la à exploração das promissores áreas no pré-sal. Os fatos contrariam o presidente.
Vamos a eles. A Petrobras anunciou recentemente a descoberta de mais um campo de petróleo na camada de pré-sal, em uma profundidade de mais de cinco mil metros. Batizado preliminarmente de Iara, o poço descoberto fica em uma área contígua ao campo de Tupi, no mesmo bloco de concessão (BM-S-11), na Bacia de Santos, em águas ultraprofundas, a mais de 200 quilômetros da costa do Rio de Janeiro. É entusiasmante que as novas perfurações estejam sendo bem-sucedidas, e a custos mais baixos do que as avaliações exploratórias iniciais no pré-sal da Bacia de Santos. Ainda que somente os testes de longa duração possam de fato definir a capacidade futura de produção desses campos, os técnicos parecem não ter mais dúvidas que serão muito produtivos.
Foi a evolução do processo exploratório, motivado pelo atual modelo de concessões e impulsionado pelos altos preços do petróleo no mercado internacional, que levou a Petrobras e companhias parceiras a descobrirem os reservatórios da camada do pré-sal.
Com os lucros que vem obtendo, a Petrobras conseguirá financiar uma parte significativa dos seus investimentos sem necessidade de recorrer a um endividamento oneroso que possa ter impacto negativo nos seus resultados no futuro. Essa condição econômico-financeira vantajosa permite que a empresa faça parcerias sólidas com outras companhias do setor, de forma a multiplicar essa capacidade de investir. Como o atual modelo de concessões é competitivo, a disputa para exploração de novos blocos no pré-sal será acirrada, pois outros investidores pesos pesados devem se interessar também pelas licitações. Assim, antes mesmo de se retirar uma gota de petróleo dos novos campos, os cofres públicos já estarão se beneficiando - com o recebimento dos bônus de assinatura - da exploração e produção no pré-sal. Empacar tudo isso com mudança desse modelo, que está "em pleno vôo" e dando certo, é clara insensatez, além de prejudicar os acionistas da Petrobras. Ainda mais se o governo decidir criar mais uma estatal com esse fim - sonho do PMDB e de aparelhistas em geral.

quarta-feira, agosto 13, 2008

BRASIL: IGUALDADE SOCIAL


QUARTA NOS JORNAIS


- Globo: PF desafia STF e algema 32 de uma só vez

- Folha: Rússia se diz vitoriosa e acerta acordo de paz

- Estadão: Rússia e Geórgia assinam acordo

- JB: De chefe de polícia a deputado cassado

- Correio: Estrangeiros, agora, apostam contra o real

- Valor: Capitalizadas, empresas mantêm os investimentos

- Gazeta Mercantil: Briga sobre Jirau não pode afetar consumidor, diz Lobão

- Jornal do Commercio: Estado deve cortar quase 15 mil benefícios

terça-feira, agosto 12, 2008

A VARANDA EM PEQUIM

MEDALHA DE COURO

XERECA RESPIRANDO
UMA BOA DOBRADIÇA
DEPUTADO DO RN LEVA CHIFRE

CORNO

Segundo a coluna Zapping da Folha de São Paulo, o arremedo de Deputado Federal, Fábio Farias, tem levado um chifre danado da Global Priscila Fantin. A gostosa vadia, foi flagrada saindo na madrugada do Rio com o ex, Malvino Salvador.




SÓ BÊBADO


TERÇA NOS JORNAIS


- Globo: Cabral: Infraero deve ‘largar o osso’ e privatizar o Galeão

- Folha: Rússia recusa trégua e amplia ataque à Geórgia

- Estadão: Rússia avança e a Geórgia recua tropas para defender a capital

- JB: Rio é campeão de infecções

- Correio: Menina de ouro

- Valor: Relatório da Odebrecht amplia conflito de Jirau

- Gazeta Mercantil: Petrobras tem lucro recorde de R$ 15,7 bi

- Estado de Minas: Do Minas, a primeira medalha

- Jornal do Commercio: Zona sul fica sem água por dois dias

segunda-feira, agosto 11, 2008

Empresa ACS3 cobra dívida da campanha de 2004 no valor de R$ 137.800, que hoje representam R$ 458.690,28

A assessoria jurídica da ACS3 Planejamento Estratégico Comunicação e Marketing LTDA vai entrar na Justiça Eleitoral com pedido de impugnação da candidatura de Fátima Bezerra (PT) à Prefeitura de Natal. Segundo a advogada Maria Tereza Bezerra Guedes, a empresa não recebeu o pagamento pelo trabalho de publicidade e marketing para a campanha de Fátima na eleição de 2004. A dívida inicial era de R$ 137.800,00, mas com os juros e correção o montante chega a R$ 458.690,28, em valores atualizados até dia 30 do mês passado.
De acordo com a advogada, o executado era o comitê financeiro da campanha daquele pleito, contudo, como o CNPJ foi encerrado após as eleições, o diretório municipal do PT, em Natal passou a ser responsabilizado por ter se tratado de pleito municipal. Nos últimos quatro anos, a empresa vem tentando receber o pagamento sem sucesso, embora a Justiça tenha determinado quatro vezes o bloqueio da conta corrente do diretório para pagamento da dívida. "O partido reconhece a dívida, mas nas quatro vezes que a Justiça mandou bloquear a conta, duas foram infrutíferas porque não havia dinheiro, na terceira vez havia menos de R$ 3 mil e ainda não obtivemos resposta do quarto bloqueio porque o juiz determinou na semana passada", explicou Tereza Guedes.
A advogada entrou com outra ação na Justiça solicitando que o comitê financeiro da atual candidatura de Fátima Bezerra à Prefeitura seja responsabilizado pela dívida, mas o juiz da 10ª Vara Cível, Marcelo Pinto Varella, indeferiu o pedido alegando que o comitê da nova campanha, com pessoa jurídica diferente, não pode ter suas contas correntes bloqueadas para pagamento de dívida contraída em outro pleito.
Baseada na decisão da Justiça Eleitoral do Amazonas, que indeferiu a candidatura do candidato a prefeito Amazonino Mendes (PTB) neste sábado, por dívida com a Justiça Eleitoral, a advogada vai usar a jurisprudência para pedir a impugnação da candidata do PT em Natal. "Estamos fazendo pesquisas para fundamentar a ação", disse Tereza. Além disso, adiantou, entrará com novas ações para que o Diretório Estadual, ou Nacional, sejam obrigados a efetuar o pagamento já que o Municipal não tem recursos. "Eles estão se desviando das decisões judiciais, esvaziando o diretório municipal. Entregou o imóvel da sede, não tem mais funcionários e estão instalados no diretório estadual, para justificar que não têm despesas", avalia a advogada.
A ACS3 Planejamento Estratégico Comunicação e Marketing é uma empresa paulista com atuação em diversas campanhas eleitorais em todo o país. No portfólio da empresa constam trabalhos em campanhas de políticos como o ex-governador de São Paulo Mário Covas, e da ex-prefeita de Boa Vista (Roraima), Teresa Jucá.Repórter: Zhamara Mettuza
O DINHEIRO DO PRÊMIO

JOÃO UBALDO RIBEIRO

Não é para me promover, não só porque não faço isso, como porque a notícia já é velha e saiu em tudo quanto é canto. É porque preciso lembrar que ganhei o prêmio Camões para o que vou contar possa ser bem compreendido
.Tudo bem, ganhei o prêmio, soube atrasado e me entrevistaram logo em seguida. Eu ainda não tinha nem processado a informação direito, embora isto não seja desculpa, até porque não agi de forma a ter de pedir desculpas por nada. Me perguntaram de chofre por que eu achava que tinha sido contemplado e respondi que era porque merecia.
Recebi e ainda estou recebendo várias censuras por ter dado essa resposta.
Quer dizer, o sujeito é obrigado ou a ser hipócrita, a ser falsamente modesto ou a ser criticado por ser imodesto. Vejam que atraso de mentalidade, ou então má vontade, ou falta do que fazer mesmo. Todo mundo que, todo dia, em alguma parte do mundo, aceita e recebe um prêmio seria desonesto, se não achasse que o merecia. Se a pessoa acha sinceramente que não merece um prêmio, então é desonesta ao aceitá-lo
.Não mereço, mas, já que me dão, eu meto a mão, seria este o raciocínio.
Portanto, claro que acho que mereço, embora não seja cabotino o suficiente para dizer por quê, a não ser que me perguntem. E, mesmo aceitando o prêmio e deixando implícito achar que o mereço, a situação ridícula ainda se estende, porque eu devia ter sido “modesto”, ou seja, balbuciado algo sobre minha abissal carência de méritos, de ser “apenas” issozinho ou aquilinho e fazer a mais baixa apreciação possível de minhas duvidosas qualidades. Neste caso, as pessoas me ouviriam e comentariam: “olha aí a falsa modéstia, é óbvio que ele não pensa assim, isso é ele fazendo gênero”. Aí eu não digo nada dessas coisas farisaicas, respondo também que ganhar o prêmio não foi surpresa — e, claro, corri e o bicho não comeu, mas fiquei e o bicho pegou. Imodesto, que coisa feia, que arrogância, que deselegância, devia pelo menos manter as aparências e por aí vai.
Mas isso eu já sabia, como, aliás, numa medida ou outra, todo mundo sabe. Só que a sensação foi mais intensa desta vez. Mas nada que se compare à repercussão do dinheiro do prêmio.
Disseram também que eu menosprezei o prêmio, porque, quando me perguntaram sobre o seu valor, não agi como se tivesse ganho a Microsoft de presente. Cem mil euros! Fiquei com cara de quem receberia cem mil euros mesmo (com quase trinta por cento descontados do Imposto de Renda) e todo mundo se revoltou. Em todas as entrevistas, me perguntavam o que eu ia fazer com o dinheiro, como ia ficar minha vida agora, quais eram meus planos e assim por diante.
Tenho uma geringonça neste computador que faz conversão instantânea de moedas. Nunca a usei antes, mas desta vez recorri a ela e cheguei a achar que estava com defeito, porque demorei a me convencer de que ela me respondia a verdade. Os cem mil euros redondos, sem a mordida do imposto, davam mesmo, nesse dia, 241.910 reais. Não fizeram ainda um roubômetro de confiança para a presente república, mas acho que isso é menos que o total do que aqui roubam por segundo, em falcatruas, maracutaias e malversações diversas. Não sei nem se é quantia suficiente para pagar uma parcela das restituições que o dr. Daniel Dantas disse que recebia da Receita.
Não paga nem um fígado na fila dos hospitais, isso eu sei também.
Mas não cessam de chegar e-mails sobre o dinheiro (não, não saiu ainda; não, não sei quando vai sair; sim, sim, creio que um dia sai.) Quais são seus planos, qual é a destinação (encher bem as bochechas, ao pronunciar a quantia) dos cem mil eeeeeeuros? Acredito que, ainda neste domingo, alguém me perguntará ou entrevistará sobre o assunto, de maneira que preparei a entrevista, acreditando haver coberto todas as dúvidas possíveis.
— Quais são seus planos para o dinheiro do prêmio?
— Bem, ainda não está nada definido.
O mundo das altas finanças é bastante mais complexo do que vocês, leigos, imaginam. Estou pensando em contratar os serviços de uma consultora econômica americana, dessas cujos diretores cobram dez mil dólares para levantar o fone do gancho. São caras, mas quem quer o melhor tem de estar preparado para pagar.
— Mas não há um plano já feito assim mais informalmente, pela família mesmo?
— Sou obrigado a confessar que sim, a gente meio que — “meio quê”, não é assim que se fala? — a gente meio que endoidou com a notícia do dinheiro.
Por enquanto, o plano que estou mais tentado a seguir é simples. Pensei em comprar a Dinamarca. É meio fria, mas é do tamanhozinho certo, bem arrumadinha, acho que pode sair em conta.
Com outra parte do dinheiro, acho que vou comprar oito coberturas aqui no Leblon, uma para cada um dos meus quatro filhos, uma tríplex para mim e as outras para investir mesmo, ou alojar os amigos que eu convide para uma temporada no Rio. O resto eu invisto em ações de empresas cujo controle eu possa vir a adquirir depois, como a Petrobras ou a Vale. E, para acabar de gastar tudo, passo uns dois anos viajando com minha senhôra e meus pequerruchos pela Europa, sem pressa, curtindo o Tour d’Argent toda noite em Paris, essas bobagens de novo rico mesmo.
— Mas na área social, em projetos de assistência aos excluídos, por exemplo...
— Ah, certamente! Isso não poderia faltar na minha agenda, como fui me esquecer? Na parte dos programas para excluídos, eu mando chamar a senhora sua mãe. Aí eu pego sua mãe, digo a ela que espere um pouco e...
A VARANDA EM PEQUIM

MEDALHAS DE COURO

INDO E VINDO
EU AMO O BRASIL
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SEGUNDA NOS JORNAIS


- O Globo: Quadrilhas desviam verbas sociais nos municípios

- Folha: Guerra no Cáucaso faz 40 mil refugiados

- JB: TER: 2 toneladas de irregularidades

- Valor: Brasília vai às compras e vive boom econômico

- Gazeta Mercantil: Crise hipotecária faz um ano e seu fim é incerto

- Jornal do Commercio: Governo quer ampliar permanência no Bolsa Família

domingo, agosto 10, 2008

PRESENTE PARA OS PAIS


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Esse é o presente que todo pai queria ganhar.
Fico imaginado eu entrando de presunto nesse sanduiche.
CADA DIA MAIS CEGA


DOMINGO NOS JORNAIS


- Globo: Tráfico já treina táticas de guerrilha nas matas do Rio

- Folha: Petrobras não terá monopólio de campo

- Estadão: Militares pressionam para evitar debate sobre anistia

- JB: R$ 12 bilhões no lixo

- Correio: Bilhões em multas, mas só R$ 1 milhão em educação

sábado, agosto 09, 2008


Homem fica preso ao tentar fazer sexo com banco de metal

Solitário, ele tentou se aproveitar de buracos em objeto na praça. Bombeiros de Hong Kong levaram a vítima - e o banco - para hospital.
Do G1, em São Paulo


Que situação constrangedora... Um morador de Hong Kong precisou chamar os bombeiros para se livrar de uma encrenca bizarra.

O cidadão, de 41 anos, estava solitário enquanto passeava pelo parque Lan Tian, na madrugada de quarta para quinta-feira (7). Foi quando ele teve a idéia de fazer sexo com um banco de metal instalado no parque. Ele colocou seu membro em um dos buracos do banco e... acabou entalado.

Em pânico, ele chamou a polícia, que acionou o corpo de bombeiros local. Para retirá-lo, os paramédicos recomendaram que o banco fosse retirado do local.

A vítima precisou ser levada para o hospital ainda com o banco preso ao pênis.

André Petry
A revolta das algemas
"É recorrente um policial pegar no queixo depreso para levantar seu rosto, facilitando o trabalho dos cinegrafistas. Isso pode? Não é espetáculo, humilhação?".
É cômico que no país da impunidade as algemas se tornem assunto nacional. Mas é praxe. Sempre que um tubarão aparece de argola no pulso, o coro de indignados se levanta. Em fevereiro de 2002, quando Jader Barbalho surgiu na televisão algemado em decorrência de algum desfalque antigo ou recente, ouviu-se o mesmo barulho: as algemas estavam ali para fins de espetáculo e humilhação.
Agora, desde o mês passado, com excelsas figuras do tubaronato na rede, o assunto voltou ao ar. A polícia algemou o banqueiro Daniel Dantas, o ex-prefeito Celso Pitta e o especulador Naji Nahas, e tudo isso apenas para promover "a espetacularização das prisões", como definiu Gilmar Mendes, presidente do Supremo Tribunal Federal. Na semana passada, o STF acabou com a marola e decidiu que as algemas, daqui para a frente, só serão usadas em casos de "evidente perigo de fuga ou agressão".
O coro dos indignados e a decisão do STF são louváveis. As algemas foram criadas pelos motivos que a Justiça definiu – fuga e agressão. Nos Estados Unidos, país com a maior população carcerária do mundo, em geral, os algemados ficam com os braços às costas. Curiosamente, no Brasil os diretores de cena da polícia têm o hábito de algemar a vítima com os braços à frente. Assim, as câmeras de televisão podem captar, num único close, o rosto e as algemas da vítima. Todos sabem que ser fotografado ou filmado com algemas no pulso é um convite à condenação. No Japão, imagem de preso algemado, se divulgada ou publicada, precisa aparecer sob tarja ou pixels.
É notável que o STF tenha disciplinado o uso das algemas ao discutir uma ação proposta pelo pedreiro Antônio Sérgio da Silva, e não pelo banqueiro Daniel Dantas. Condenado a treze anos e seis meses por homicídio, o pedreiro alegou que sua condenação foi influenciada pelo fato de que, no julgamento, se sentou algemado no banco dos réus. O STF aceitou a alegação, anulou o julgamento e aproveitou para dizer que algemas só se usam em casos excepcionais. Todo mundo – criminoso ou bandido, pedreiro ou banqueiro – tem direitos fundamentais, como também disse o ministro Gilmar Mendes.
Por isso mesmo, está faltando outra providência, para não deixar a impressão de que a revolta das algemas só faz sentido quando cai tubarão na rede. É recorrente a cena do policial que pega no queixo de preso para levantar seu rosto, facilitando o trabalho dos cinegrafistas. Isso pode? Não é espetáculo, humilhação? Com freqüência, os suspeitos anônimos cobrem a cabeça na hora da prisão. Assim, tentam fugir do tratamento degradante de ser expostos à execração pública. Tubarões não fazem isso. Ou acham humilhante se esconder ou sabem que o público os conhece, com ou sem camisa ou toalha na cabeça. Mas também nunca se viu policial levantando a cabeça de banqueiro para encarar a câmera.
Se o que degrada a ralé é permitido, e só se proíbe o que degrada a fidalguia, vamos de volta ao início: é cômico o país da impunidade.
Revista Veja
BAIACU NA VARA


SÁBADO NOS JORNAIS


- Globo: Governo só liberou 3,5% da verba do PAC no Rio

- Folha: Russos invadem Geórgia após ataque a separatistas

- Estadão: Rússia reage e ataca a Geórgia

- JB: Candidatura de policiais tira das ruas um batalhão

- Correio: Rússia ataca. Nova guerra no Cáucaso

- Valor: Inflação já reduz margem de ganhos das empresas

- Gazeta Mercantil: Marketing é bilionário nas Olimpíadas

sexta-feira, agosto 08, 2008

NATAL SEM MAQUIAGEM

PONTA NEGRA

PETROPÓLIS

TIROL


Fotos de Ana Amaral-DN
ROTEIRO: FIM DE SEMANA


Mercado Orla Mix
Começando hoje e indo até domingo ocorrerá a 1ªEdição do Mercado Orla Mix - Feira Alternativa do Shopping Orla Sul. Serão mais de 30 expositores oferecendo produtos como bolsas, acessórios, camisetas, CD’s, DVD’s, artes plásticas, objetos de decoração, entre outros, além de programação artística. Hoje e amanhã o horário é das 10h às 22h. E no domingo, das 12h às 21h.

Shows no Orla
Paralelamente à feirinha alternativa no Shopping Orla Sul, a programação musical também será das melhores. Hoje, a partir das 21h, terá o Boca de Sino; amanhã é a vez de Mônica Jucá, a partir das 19h, e que depois dará lugar a Emblemas Band, às 20h. No domingo, será a vez do Camarones Orquestra Guitarrístistica, às 19h. A entrada é franca.
Festa no CasteloHoje, a partir das 21h, o Castelo Pub Bar, que fica na Rota do Sol, próximo ao Frasqueirão, vai levar o som para a galera da banda Mad Dogs. Enquanto os ‘‘cachorros doidos’’ brindam no pátio, o DJ Érico Batché (e convidados) comandará o lounge alto astral nos subterrâneos do Castelo. O Couvert é de R$ 5. Reservas 8854-4029 (Beto).

Música no Praia
Hoje é dia de Praia Shopping Musical, como sempre. No comando da festa a partir das 20h30, Waldir Luzz e seu show Coisas da Noite. Já amanhã, no mesmo horário, será a vez de Michelle Lima e o show Jasmim Azul. E no domingo, começando um pouco mais cedo, o Grupo Mistura Fina Sax, faz noite instrumental, a partir das 20h. A entrada é franca.

Retrô com forró
O Bar Retrôpub, que fica na Avenida Pico do Cabugi, no Soledade II, está completando dois anos e promoverá amanhã uma festa com muito forró pé-de-serra, comandando por Ivanaldo e Quarteto. Os artistas são deficientes visuais, e embora não seja uma tradição do bar toca esse gênero musical, a organização quer dar uma oportunidade ao talento deles. A festa começa às 22h e o couvert artístico é de R$ 3. Mais informações no 3662 1058 ou 8814 9187.

Festas para os pais
As comemorações do Dia dos Pais começam mais cedo na AABB Natal. Amanhã haverá a 2ªFesta da Cerveja, no Salão Nobre do clube, das 12h às 18h, embalada pelo conjunto Roda de Bamba. A caneca que dá acesso à festa custa R$ 15 e já está à venda. E no domingo será promovido o tradicional Bingo dos Pais, também a partir do meio-dia. Mais informações: 3211-4412

Almoço dos pais
O Hotel Barreira Roxa promoverá neste domingo o almoço do dia dos pais. O cardápio foi especialmente preparado pelo chef Francisco Gasteasouro e sua equipe. O buffet custa R$ 22 por pessoa. Informações e reservas: 3092-4099.

Almoço Real
O chef Romildo Sousa, do Real Botequim, preparou um cardápio mais que especial para o almoço dos pais no próximo domingo. O Real Botequim, que fica no shopping Cidade Jardim, e abrirá neste domingo a partir do meio-dia. Mais informações: 3217 8999.

Homenagem aos pais
A partir de hoje indo até domingo o Restaurante Galileu oferece aos clientes, em homenagem ao Dia dos Pais o Festival de Peixes. O evento contará com seis pratos exclusivos elaborados pelos Chefs Roberto Carlos de Sousa e Raimundo Mello ao preço único de R$ 15,90. O cardápio foi desenvolvido com peixes do Norte e Nordeste. Mais informações: 3206-3693.

Pais no Shopping
O Natal Shopping faz programação especial na praça de alimentação para homenagear os pais começando nesse final de semana e indo até o dia 24. Durante os três sábado, multi-instrumentista Antônio de Pádua e seus dois filhos serão as atrações. E nos domingos, será a vez do violinista Osvaldo D’Amore e seu filho guitarrista, Ticiano D’Amore.

Mobydick na Taverna
A banda Mobydick apresenta hoje no Taverna Pub, em Ponta Negra, o show Hinos do Rock, que propõe fazer uma viagem musical tocando os grandes clássicos e hits da história do rock’n’roll. A festa começa às 23h30. Informações: 3236 3696.

Forró na BR
Hoje é dia de festa também na Universidade do Forró, que fica na BR 101, na saída de Parnamirim. As atrações ficarão por conta de Solteirões do Forró, Mastruz com Leite e Caviar com Rapadura. Vendas na Loja Polo Play do Shopping Midway e no Pittsburg da Prudente, Shopping do Orla Sul e de Ponta Negra. Informações: 3620-5262. A noite começa às 22h, com senhas individuais ao preço de R$ 20 e área vip, R$ 35.

Show no Calígula
Duas festas agitam o Calígula, na Ribeira, esse final de semana. Hoje Khrystal e o Grupo Rosa de Pedra fazem o show ‘‘Tem Agosto pra Tudo’’. E amanhã, será a vez da Orquestra Boca Seca. Hoje a casa abre a partir das 23h e a entrada inteira custa R$ 10. E amanhã a festa começa às 22h, com entrada ao preço de R$ 7.

Axé Music na Via
A grande pedida para o sábado é o Natal Guetho Square, com super-estrutura montada na Cervejaria Via Continental para o lançamento do DVD ao vivo da Timbalada. A noite conta também com a banda paraibana AlaUrsa e DJ’s nas picapes até a madrugada e Dj Múcio NT. Informações 4009-7888.

Sax na Mata
No próximo domingo o Som da Mata vai levar ao palco do Anfiteatro Pau-Brasil, no Parque das Dunas, o grupo Sax in Bach, formado por alunos e professores da Escola de Música da UFRN. Apesar de desenvolverem uma ampla pesquisa do repertório solo e da música de câmara para o saxofone clássico, vão apresentar também a diversidade da música brasileira, tocando do Baião ao Frevo, do Chorinho à Valsa. O grupo é formado por Jotapê no sax soprano, Yuri Dantas no sax alto, Fernando Fernandes no sax tenor e Chico Bethoven no sax barítono. A entrada custa R$ 1.

Domingo no Parque
O artista Isaac Galvão será atração hoje no projeto Domingo no Parque, promovido pela Funcarte, no Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte, no prolongamento da Prudente de Morais, em Cidade Satélite. Será sempre das 16h às 19h e além da apresentação musical, serão oferecidas também oficinas artísticas. A entrada é gratuita.

Cordel premiado
A Feira do Livro de Mossoró premiará amanhã, às 19h, no Circo da Luz, os ganhadores do Prêmio Cosern Literatura de Cordel. Os primeiros colocados foram os estudantes, nessa ordem: Edinaldo Felipe Bezerra (Santana do Matos); José Antônio da Silva (Mossoró) e Ruth Ionarya de Medeiros Oliveira (Mossoró), respectivamente. O prêmio foi destinado ao ensino fundamental e médio e tinha o mesmo mote da Feira: ‘‘O que um livro pode fazer por você?’’.

Lançamento de livro
Em nome da pele, segundo livro de poesias da escritora Ana de Santana, será lançado em hoje, às 19h30, dentro do 2º Festival Literário de Natal, na praça de eventos do Natal Shopping. O livro já foi lançado em Caicó e tem prefácio de Nei Leandro de Castro.

Fonte Diário de Natal