sexta-feira, maio 16, 2008

EU TENHO BOM GOSTO
(nem sempre)
Para desfrutar essa maravilha na sua plenitude, clique na foto.

Observem o anel que ela usa. É bonito.
AINDA SOBRE PEITOS

Saúde

Câncer de mama:o risco aumenta sem vitamina D

A falta de vitamina D em pacientes com câncer de mama aumenta o risco de crescimento do tumor e até mesmo de morte. A afirmação é de pesquisadores da Universidade de Toronto, no Canadá, em estudo divulgado nesta quinta-feira pela Sociedade Americana de Oncologia Clínica. Segundo eles, a deficiência da vitamina pode aumentar a chance de metástase em 94% e o risco de morte em 73% (na comparação com as mulheres com níveis normais da substância).
Na pesquisa, foram selecionadas 512 pacientes com idade média de 50 anos, todas diagnosticadas pela primeira vez com a doença. Elas foram observadas até 2006, por pouco mais de dez anos. Ao final deste tempo, 83% das mulheres que tinham níveis adequados de vitamina D no sangue não viram o câncer voltar ou crescer, e 85% permaneceram vivas.
Por outro lado, 69% das mulheres com deficiência do nutriente não tiveram regressão do tumor, e 74% se mantivera vivas.
Os pesquisadores não recomendam a ingestão de suplementos da vitamina. Segundo eles, a ciência ainda não concorda sobre o nível ideal para a saúde de uma pessoa -- já que, em grandes quantidades, pode ser prejudicial – e nem qual a melhor forma de consegui-la. Eles também dizem que não ficou claro se aumentar os níveis do nutriente após contrair o câncer pode ter alguma eficiência. É possível checar o nível de vitamina D com um exame de sangue.
Estudos anteriores já apontaram ligação entre a vitamina D e outros tipos de câncer, como próstata e de cólon, assim como doenças cardiovasculares. A principal fonte da vitamina é a exposição ao sol, pois o contato com os raios ultravioletas promove a síntese do nutriente pelo organismo. Ele é essencial para a saúde dos ossos e pode ser encontrado em alimentos como peixe, fígado e gema de ovo.

PEITO ELÉTRICO


Empresa lança sutiã que capta energia solar
O sutiã gera eletricidade suficiente para alimentar celulares e iPods.


- Uma empresa no Japão apresentou um sutiã que capta energia solar para alimentar iPods ou celulares. O sutiã consegue gerar uma pequena quantidade de energia elétrica através do painel solar preso nele. O painel funciona quando é exposto à luz solar ou à luz artificial de interiores. Mas o sutiã com energia solar não vai chegar às lojas tão cedo. A porta-voz da empresa Triumph International, Yoshiko Masuda, diz que na prática pode ser difícil usar o sutiã por que as pessoas normalmente não saem sem usar uma roupa por cima da lingerie, o que taparia o painel solar. Além disso, o sutiã não é à prova d'água, entao não pode ser lavado nem usado na chuva. Mas o fabricante diz que o protótipo dá uma idéia de como os sutiãs do futuro poderão ajudar o meio ambiente. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC
Agora corremos o risco de ser eletrocutados quando formos dar uma chupadinha nos peitinhos das meninas. Portanto de agora em diante, devemos andar com um teste de energia.

quinta-feira, maio 15, 2008

Em carta inédita, Albert Einstein ataca Deus

Associated Press

Uma carta inédita de Albert Einstein datada de 1954, ano anterior ao de sua morte, traz pela primeira vez críticas contundentes do físico à religião. No manuscrito dirigido a seu amigo filósofo Eric Gutkind, que será leiloada hoje em Londres, o autor das teorias da relatividade retrata as práticas religiosas como "infantis".
"A palavra Deus é para mim nada mais do que expressão e produto da fraqueza humana", escreveu Einstein, para quem a Bíblia seria "uma coleção de lendas honráveis, ainda que primitivas".
O conteúdo da carta difere de declarações anteriores de Einstein, que, segundo historiadores, nunca havia deixado muito clara a sua visão sobre a religião. Nessa seara, o físico era mais lembrado pela frase "A ciência sem religião é manca, a religião sem a ciência é cega".
Na carta a Gutkind, porém, Einstein classifica a crença em Deus como "produto da fraqueza humana", e não poupa nem a religião do povo ao qual pertencia. "A religião judaica, como todas as outras religiões, é uma encarnação das superstições mais infantis." Einstein, um sionista que teve papel importante na criação do Estado de Israel, diz a Gutkind que não acredita que os judeus sejam um povo "escolhido".
A carta traz um certo tom de descrença na humanidade e a noção de que o poder corrompe as pessoas. Os judeus, diz, só estariam "protegidos dos piores cânceres por lhes faltar poder".
A casa de leilões Bloomsbury, onde o manuscrito original será vendido, diz estar "100% certa" da autenticidade do documento e que espera conseguir por ele um preço entre US$ 12 mil e US$ 16 mil. O vendedor é um colecionador particular.
Historiadores não costumam retratar Einstein como ateu, mas a imagem pode mudar com a publicação da carta. Sua visão sobre Deus era tida apenas como não-clerical ("Não creio no Deus da teologia que recompensa o bem e pune o mal").
OS BANANEIROS DO SUL
CERVEJA EM PRIMEIRO LUGAR


Australiano coloca cinto de segurança em cerveja, e não em criança

Entre a vida do garoto de 5 anos e a caixa de 30 latas, motorista preferiu a bebida.Ele foi multado em US$ 710; carro também tinha documentação irregular.
Da Associated Press

Um australiano foi multado depois de ser pego dirigindo com uma caixa de cerveja e uma criança de cinco anos no carro. Não, ele não estava bebendo - mas deu prioridade à caixa de cerveja e deixou a criança sem cinto de segurança.

A caixa de 30 latas estava no banco de trás, presa pelo cinto de segurança entre dois adultos. A criança de cinco anos estava sentada no piso do carro, sem cinto.

O policial Wayne Burnett diz que ficou "chocado e apavorado" quando abordou o motorista na cidade australiana de Alice Springs. "A criança estava sentada no meio do piso, sem cinto de segurança", disse. "É a primeira vez que a cerveja tem prioridade sobre uma criança", reclama.
O motorista foi multado em US$ 710 - por dirigir um veículo sem documentação e por deixar a criança sem cinto de segurança.

quarta-feira, maio 14, 2008

RONALDO VAI SER PAI
SAÚDE

14/05/2008 - 06h50
Médicos alertam: sangramento nasal não deve ser impedido inclinando cabeça
Prática comum pode fazer o sangue escorrer para o esôfago. Paciente pode causar irritação e vômitos, e até sufocar.

Do New York Times

A maioria das pessoas sabe a maneira certa de parar um sangramento nasal: inclinar a cabeça para trás e aplicar pressão ao nariz. Mas médicos peritos dizem que o que a maioria das pessoas sabe sobre sangramentos nasais está errado.

Inclinar a cabeça para trás, uma técnica amplamente considerada um primeiro-socorro adequado, pode criar complicações ao permitir a entrada de sangue no esôfago. Além do risco de sufocar, o sangue pode passar para o estômago, possivelmente levando a irritação e vômitos.

A American Academy of Family Physicians diz que o melhor tratamento é sentar, inclinar o corpo para frente e manter sua cabeça acima do coração, o que reduz o sangramento. Inclinar-se para frente também ajuda a drenar o sangue do nariz e o mantém longe do esôfago.

Um artigo no periódico britânico BMJ diz que você pode parar o sangramento usando seu dedão e seu indicador para apertar o suave tecido logo abaixo da ponte de seu nariz durante 5 a 10 minutos. Uma compressa fria ou de gelo colocada ao longo da ponte de seu nariz também pode ajudar.

Se tudo isso falhar e o sangramento durar por mais de 20 minutos, ou se ele foi causado por uma pancada na cabeça, procure ajuda médica.

terça-feira, maio 13, 2008

PUTARIA É CULTURA

LITERATURA DE CORDEL

NA PORTA DO CU DO DONO

De Maciel Melo e Zé Marcelino

Essa rôla antigamente
Vivia caçando briga
Furando pé de barriga
Doidinha pra fazer gente
Mas hoje tá diferente
No mais profundo abandono
Dormindo um eterno sono
Não quer mais saber de nada
Com a cabeça encostada
Na porta do cu do dono

Já fez muita estripulia
Firme que só bambu
Mais parecia um tatu
Fuçava depois cuspia
Reinava na putaria
O priquito era seu trono
Trepava sem sentir sono
E sem precisar de escada
Mas hoje vive enfadada
Na porta do cu do dono

Nunca mais desvirginou
Uma mata vaginosa
Há muito tempo não goza
A noite de gala passou
Vive cheia de pudor
Sonolenta e sem abono
Faz da ceroula um quimono
E da cueca uma estufa
Vive hoje a cheirar bufa
Na porta do cu do dono

Colaboração enviada por APOLO
TREZE DE MAIO

KAKAKAKA, KAKAKAKA, KAKAKAKA

domingo, maio 11, 2008

PONTO DE VISTA
O Brasil nunca pertenceu aos índios
Sandra Cavalcanti

Quem quiser se escandalizar, que se escandalize. Quero proclamar, do fundo da alma, que sinto muito orgulho de ser brasileira. Não posso aceitar a tesede que nada tenho a comemorar nestes quinhentos anos. Não agüento mais a impostura dessas suspeitíssimas ONGs estrangeiras, dessa ala atrasada da CNBB e dessas derrotadas lideranças nacional-socialistas que estão fazendo surgir no Brasil um inédito sentimento de preconceito racial.
Para começo de conversa, o mundo, naquela manhã de 22 de abril de 1500, era completamente outro. Quando a poderosa esquadra do almirante português ancorou naquele imenso território, encontrou silvícolas em plena idade dapedra lascada. Nenhum deles tinha noção de nação ou país. Não existia o Brasil
.Os atuais compêndios de história do Brasil informam, sem muita base, que a população indígena andava por volta de cinco milhões. No correr dos anos seguintes, segundo os documentos que foram conservados, foram identificadas mais de duzentos e cinqüenta tribos diferentes. Falando mais de 190 línguas diferentes. Não eram dialetos de uma mesma língua. Eram idiomas próprios,que impediam as tribos de se entenderem entre si. Portanto, Cabral não conquistou um país. Cabral não invadiu uma nação. Cabral apenas descobriu um pedaço novo do planeta Terra e, em nome do rei, dele tomou posse.
O vocabulário dos atuais compêndios não usa a palavra tribo. Eles adotam a denominação implantada por dezenas de ONGs que se espalham pela Amazônia, sustentadas misteriosamente por países europeus. Só se fala em nações indígenas.
Existe uma intenção solerte e venenosas por trás disso. Segundo alguns integrantes dessas ONGs, ligados à ONU, essas nações deveriam ter assento nas assembléias mundiais, de forma independente. Dá para entender, não?É o olho na nossa Amazônia. Se o Brasil aceitar a idéia de que, dentro dele, existem outras nações, lá se foi a nossa unidade.
Nos debates da Constituinte de 88, eles bem que tentaram, de forma ardilosa, fazer a troca das palavras. Mas ninguém estava dormindo de touca e a Carta Magna ficou com a palavra tribo. Nação, só a brasileira.
De repente, os festejos dos 500 anos do Descobrimento viraram um pedido de desculpas aos índios. Viraram um ato de guerra. Viraram a invasão de umpaís. Viraram a conquista de uma nação. Viraram a perda de uma grande civilização.
De repente, somos todos levados a ficar constrangidos. Coitadinhos dos índios! Que maldade! Que absurdo, esse negócio de sair pelos mares, descobrindo novas terras e novas gentes. Pela visão da CNBB, da CUT, do MST, dos nacional-socialistase das ONGs européias, naquela tarde radiosa de abril teve início uma verdadeira catástrofe.
Um grupo de brancos teve a audácia de atravessar os mares e se instalar por aqui.
Teve e audácia de acreditar que irradiava a fé cristã. Teve a audácia de querer ensinar a plantar e a colher. Teve a audácia de ensinar que não se deve fazer churrasco dos seus semelhantes. Teve a audácia de garantir a vida de aleijados e idosos.Teve a audácia de ensinar a cantar e a escrever.Teve a audácia de pregar a paz e a bondade. Teve a audácia de evangelizar.Mais tarde, vieram os negros. Depois, levas e levas de europeus e orientais.Graças a eles somos hoje uma nação grande, livre, alegre, aberta para o mundo, paraíso da mestiçagem. Ninguém, em nosso país pode sofrer discriminação por motivo de raça ou credo.
Portanto, vamos parar com essa paranóia de discriminar em favor dos indios.Para o Brasil, o índio é tão brasileiro quanto o negro, o mulato, o branco e o amarelo. Nas nossas veias correm todos esses sangues. Não somos uma nação indígena. Somos a nação brasileira.
Não sinto qualquer obrigação de pedir desculpas aos índios, nas festas do Descobrimento. Muitos índios hoje andam de avião, usam óculos, são donos de sesmarias, possuem estações de rádio e TV e até COBRAM pedágio para estradas que passam em suas magníficas reservas. De bigode e celular na mão, eles negociam madeira no exterior. Esses índios são cidadãos brasileiros, nem melhores nem piores. Uns são pobres. Outros são ricos. Todos têm, como nós, os mesmos direitos e deveres. Se começarem a querer ter mais direitosdo que deveres, isso tem que acabar.
'' O Brasil é nosso. Não é dos índios. Nunca foi.
O ENGANADOR
DOMINGO NOS JORNAIS

- JB: A era dos ‘home’ e ‘mobile brokers’
- FOLHA: Assentados temem volta do terror após absolvição no Pará
- ESTADÃO: Terceiro choque do petróleo ameaça a economia mundial
- GLOBO: Terras no Brasil são mal aproveitadas
- CORREIO: O roteiro do dossiê contra o ex-presidente

quarta-feira, maio 07, 2008

COISINHA GOSTOSINHA CLIQUE NA FOTO PARA AMPLIAR
Foto tirada por "eu tarado" em Ponta Negra-RN
GUERRA EM RORAIMA
QUARTA NOS JORNAIS

- JB: Tribunal libera o trânsito de caminhões
- FOLHA: Absolvido fazendeiro do caso Dorothy
- ESTADÃO: Paulinho da Força vai ser investigado pela Câmara
- GLOBO: Júri absolve condenado por morte de missionária
- GAZETA MERCANTIL: Óleo pode ir a US$ 200, prevê Goldman Sachs
- CORREIO: Servidor: acabou a era dos grandes aumentos
- VALOR: Filial do BNDES no exterior apoiará política industrial

terça-feira, maio 06, 2008

PROCURANDO AS BOLAS
Arnaldo Jabor
Pequenas bobagens traçam nosso destino

O Globo
6/5/2008

Vivemos um sarapatel de velhas idéias e novas besteiras
Há muitos anos, percebi que haviam modificado a caixa grande dos chicletes Adams. Essas caixinhas tinham uma janela de celofane, através da qual se viam os chicletinhos chacoalhando. Um dia, notei que a janela original tinha sido trocada por uma falsa abertura: um desenho na caixa com os chicletinhos delineados. Algum executivo zeloso tinha cortado despesas, eliminando a doce escotilha por onde se viam as balinhas frescas como a brisa. Uma bobagem, não? Mas senti que a "pós-modernidade" (uff...) estava começando. É isso: nas irrelevâncias do cotidiano se escondem indícios de nosso destino.
O Brasil está vivendo uma ridícula revolução de costumes, um sarapatel de velhas idéias e novas anomalias que mataram os velhos conceitos que nos explicavam. Já há um pós-poder, uma pós-corrupção, uma pós-direita, um pós-crime, uma pós-miséria, uma pós-língua se cristalizando. Que palavras podemos usar para descrever o que vemos? Sou colunista de jornal há 17 anos. Falo na TV há 13. No rádio, todo dia há mais de cinco. E vejo que as palavras que sempre usei já não bastam. As idéias não correspondem mais aos fatos. Só nos restam os indícios.
Querem entender o ódio que os jovens dedicam ao país? Vejam as paredes do Rio e de São Paulo. Não existe uma nesga de muro que não exiba uma pichação. Vingam-se das cidades que os excluem. Não há slogans, ou protestos. Apenas hieróglifos para sujar a melhor pedra, o mármore mais antigo: qualquer beleza tem de ser destruída. As pichações são o manifesto do não-sentido de nossa juventude pobre. Que nome daremos a este imenso bucho informe que a miséria cria nas periferias? A razão da barbárie cria uma nova língua feita de grunhidos, em torno da morte e da droga. As palavras, a pronúncia, a gíria letal dos bandidos nos acenam com um futuro de guerras sem trégua.
Outra pergunta: que estará anunciando para nosso futuro esta incessante repetição de escândalos políticos jamais resolvidos?
O Lula, eufórico com seu ibope, estimula esta impunidade, pela perversão esperta que agora pratica de apoiar indiciados, de se abraçar com os mais tenebrosos corruptos. Isso também é uma linguagem no ar. A negativa de crimes mais evidentes, o "não sei", o "não fui eu" vão criando uma espécie de "jurisprudência da impunidade". Talvez a crosta de corrupção nacional fique tão grossa que nunca mais se volte a uma mínima moralidade.
Mesmo nas microbobagens, como no chiclete sem janela, vejo dicas de uma mutação. Fico alucinado com a febre de uma pseudolinguagem executiva, uma algaravia técnica e informática que enche nossos ouvidos: celulares em voz alta na rua, nos aeroportos, nos cinemas. Outro dia, dentro de um avião, vi um sujeito demitir no celular um empregado aos berros: "Rua! Vou te cozinhar com a maçã na boca!"
E as campainhas? De repente, um funk ao seu lado, um "Pour Elise", uma cornetinha trauteando. Por que não fazem um celular que aperte o saco do usuário? Ele daria um grito e gemeria baixinho: "Alô"! Odeio gadgets como blackberries que nos acorrentam nas informações, que nos fazem viver num alerta permanente, espantalhos elétricos conectados a tudo: rádio, videogame, filmes, bolsa, previsão do tempo, torpedinhos, um suspense eterno de que algo vai chegar e nos salvará, ou matará.
Que recado nos traz a evidente hipersexualização das moças no Brasil (lá fora não é assim, não). Todas se vestem de "cachorras", barriguinha de fora, ingênuas com rebolados intensos. Há algo de sinistro em tanta nudez. Riam de mim, mas não agüento mais bundas. Nos outdoors, revistas, TVs. Por que bunda vende tanto?
Fico doido quando uma telefonista me pergunta: "Quem deseja?" Tenho ganas de gritar: "O ser humano deseja!" Mas ela continua: "Senhooorrr, o Dr. Fulano não se encontra...". Como? Está maluco, caiu em desgraça, se perdeu na floresta?
E o "imagina", que o Joaquim Ferreira dos Santos dissecou outro dia: "Obrigado...". "Imagina!" Que significa? Que não posso ser grato? Por que não "de nada" ou o velho e doce "Não tem de quê..." E por aí, vou me irritando com esses maus agouros.
Quando peço um guaraná, lembrando-me das belas frutinhas amazônicas, ouço invariavelmente: "Com gelo e laranja?" Por quê? O meu guaraná indígena não basta mais? Quem inventou essa besteira? Tenho ainda a esperança de encontrar um velho garçom que me pisque o olho e pergunte: "Da Brahma ou da Antartica?"
Repugnam-me células fotoelétricas em bicas de banheiros chiques. Você mete a mão ensaboada debaixo de uma bica dourada, e a água não sai. Tenta de novo, nada... Até que o faxineiro te ensina a posição certa, esperando a gorjeta. A água jorra e pára, antes de lavar o sabão líquido cor de mijo.
Tenho nojo de papel higiênico de folha fina, que se esgarça entre as unhas, abomino e-mails em cascata com as piadinhas da hora, tenho asco de frasezinhas que me tiram do sério, com gente dizendo-me: "Bom descanso" ou "Bom trabalho" - tristes cumprimentos de escravos do Capital. Odeio anúncio de avião, que repete a mesma bosta há anos. E o telemarketing, com pobres moças trêmulas te enchendo com ofertas? Eu tenho pena de sua solidão e deixo que me torrem o saco.
Estamos mudando nesses indícios. Estamos afogados pelo ferro-velho mental do país, pelas oligarquias felizes e impunes, por um Judiciário caquético, pelas caras deformadas de políticos, pelas barrigas, gravatas escrotas, pela gomalina dos cabelos, pelas notas frias, pela boçalidade dos discursos, pelos superfaturamentos, estamos soterrados de detritos de vergonhas, togas de desembargadores, bicheiros soltos, balas perdidas, crianças assassinadas, celebridades imbecis, depressões burguesas, doenças tropicais, dengue, barriga d"água, barbeiros e chagas, enchente que não drenou, irresponsabilidades fiscais, assassinos protegidos no Congresso, furtos em prefeituras, municípios apodrecidos.
Cientistas políticos não bastam. Precisamos de detetives da mediocridade brasileira.
e-mail

Assunto: En: "ESPOSA 1.0" - Software do casamento

Prezado Técnico,

Há um ano e meio troquei o programa [Noiva 1.0] pelo [Esposa 1.0] e
verifiquei que o Programa gerou um aplicativo inesperado chamado [
Bebê.exe ] que ocupa muito espaço no HD.

Por outro lado, o [ Esposa1.0] se auto-instala em todos os outros
programas e é carregado automaticamente assim que eu abro qualquer
aplicativo.

Aplicativos como [Cerveja_Com_A_Turma 0.3],
[Noite_De_Farra 2.5] ou [ Domingo_De_Futebol 2.8], não funcionam
mais, e o sistema trava assim que eu tento carregá-los novamente.

Além disso, de tempos em tempos um executável oculto (vírus) chamado
[Sogra 1.0] aparece, encerrando Abruptamente a execução de um
comando.

Não consigo desinstalar este programa. Também não consigo diminuir o
espaço ocupado pelo [Esposa 1.0 ] quando estou rodando meus
aplicativos preferidos. Sem falar também que o programa [Sexo 5.1]
sumiu do HD.

Eu gostaria de voltar ao programa que eu usava
antes, o [Noiva 1..0], mas o comando [Uninstall.exe] não funciona
adequadamente.

Poderia ajudar-me? Por favor!

Ass: Usuário Arrependido

RESPOSTA:

Prezado Usuário,

Sua queixa é muito comum entre os usuários, mas é devido, na maioria
das vezes, a um erro básico de conceito: muitos usuários migram de
qualquer versão [Noiva 1.0] para [ Esposa 1.0] com a falsa idéia de
que se trata de um aplicativo de entretenimento e utilitário.

Entretanto, o [Esposa 1.0] é muito mais do que isso: é um sistema
operacional completo, criado para controlar todo o sistema!

É quase impossível desinstalar [Esposa 1.0] e voltar para uma versão
[Noiva 1.0], porque há aplicativos criados pelo [Esposa 1..0], como o
[ Filhos.dll ], que não poderiam ser deletados, também ocupam muito
espaço, e não rodam sem o [Esposa 1.0].

É impossível desinstalar, deletar ou esvaziar os
arquivos dos programas depois de instalados. Você não pode voltar ao
[Noiva 1.0] porque [ Esposa 1.0] não foi programado para isso.

Alguns usuários tentaram formatar todo o sistema para em seguida
instalar a [Noiva Plus] ou o [ Esposa 2.0], mas passaram a ter mais
problemas do que antes (leia os capítulos 'Cuidados Gerais' referente
a ' Pensões Alimentícias' e ' Guarda das crianças' do
software [CASAMENTO].

Uma das melhores soluções é o comando
[DESCULPAR.EXE /flores/all] assim que aparecer o menor problema ou se
travar o micro. Evite o uso excessivo da tecla [ESC] (escapar). Para
melhorar a rentabilidade do [Esposa 1.0 ], aconselho o uso de [Flores
5.1], [ Férias_No_Caribe 3.2] ou [Jóias 3.3].

Os resultados são bem interessantes!
Mas nunca instale [Secretária_De_Minissaia 3.3], [Antiga_Namorada
2.6] ou [ Turma_Do_Chopp 4.6], pois não funcionam depois de ter sido
instalado o [Esposa 1.0] e podem causar problemas irreparáveis no
sistema.

Com relação ao programa [Sexo 5.1 ] esquece! Esse roda quando quer.

Se você tivesse procurado o suporte técnico antes de instalar o
[Esposa1.0 ] a orientação seria: NUNCA INSTALE O [ESPOSA 1.0] sem ter
a certeza de que é capaz de usá-lo!

Agora.... Boa sorte!

Colaboração enviado por APOLO
FAZENDO ESCOLA
OS JORNAIS DE HOJE - TERÇA

- JB: Trânsito melhora sem caminhões
- FOLHA: Ciclone em Mianmar mata ao menos 10 mil
- ESTADÃO: 10 índios são baleados em reserva de Roraima
- GLOBO: Escândalo no BNDES pode envolver mais 10 prefeituras
- GAZETA MERCANTIL: Greve dos auditores causa prejuízos de R$ 60 bilhões
- CORREIO: CGU fará devassa nas contas da UnB
- ESTADO DE MINAS: Nova rodoviária de BH fica R$ 12 mi mais cara

segunda-feira, maio 05, 2008

NA BUNDA DO RONALDO
RIR OU CHORAR?

Mulher morre atropelada pelo próprio carro no interior de SP

Uma mulher morreu após ser atropelada pelo próprio carro, em São José dos Campos, a 91 km de São Paulo, na sexta-feira (2). A vítima, uma dona-de-casa de 49 anos, guardou o veículo na garagem de casa, na Vila Tesouro, e depois foi fechar o portão. Neste momento, o carro desceu e a atropelou. Segundo a filha da vítima, a mãe esqueceu de puxar o freio de mão do veículo.A filha estava em casa no momento do acidente e ainda chamou o resgate, mas a mãe não resistiu e morreu antes de o socorro chegar.
A FREIRA

Uma freira pediu para escreverem no seu túmulo:
Nasci virgem
Vivi virgem
Morri virgem
O coveiro achou que eram muitas palavras e escreveu:
Devolvida sem uso


Colaboração enviada por Neri Jr
BAIANO TRABALHANDO
SEGUNDA NOS JORNAIS

- JB: Osvaldão, da guerrilha, tinha lavra no Araguaia
- FOLHA: Plano de energia está uma Itaipu atrasado
- ESTADÃO: Escalada da inflação domina cúpula dos bancos centrais
- GLOBO: Fraudes levam o governo a rastrear venda de remédios
- GAZETA MERCANTIL: Companhias aceleram ajuste a regra contábil
- CORREIO: Funerárias lucram com seguro de vítimas
- VALOR: Grau de investimento abre espaço para ação de 2ª linha
TÔ DE VOLTA

segunda-feira, abril 28, 2008

TUDO PELO SOCIAL
SEGUNDA NOS JORNAIS

- JB: - Dengue provoca protestos no Rio
- FOLHA: BNDES quer fusão entre laboratórios nacionais
- Estadão: PF envolve mais um deputado no caso BNDES
- GLOBO: PT de Minas desafia direção e fecha acordo com Aécio
- GAZETA MERCANTIL: MEC descobre 3 milhões de fantasmas
- CORREIO: Aliados pedem definição de Lula sobre candidato
- VALOR: Italianos e russos na disputa da FAB

quinta-feira, abril 24, 2008

PIPIADA

Laranjeira
A dona de um puteiro resolveu fazer um recadastramento para as garotas que estava precisando de dinheiro e que quisesse trabalhar lá.Não demorou muito tempo e fila já estava formada na frente do boteco.
Uma velhinha que estava passando por ali ficou curiosa e foi logo perguntando:
- Oh minha filha, esta fila é para quê?
E a moça, com vergonha de dizer tal indecência para acoroa, respondeu:
- É para catar laranja no pé, tia.
E a velhinha resolveu entrar na fila.Esperou um pouco, até que chegou a vez dela.
A dona do puteiro espantada com a noventona, indagou:
- A senhora a esta idade ainda trepa?
- Trepar eu não trepo, mas, chupo que é uma beleza.
PARAGUAI
QUINTA NOS JORNAIS

- JB: Google entrega os pedófilos do Orkut.
- FOLHA: Tomate, morango e alface têm excesso de agrotóxico
- ESTADÃO: Defesa vai controlar ONGs na Amazônia
- GLOBO: Crise pode fazer Brasil taxar a exportação de alimentos
- GAZETA MERCANTIL: Brasil teme calote de dívida pelo Paraguai
- CORREIO: Militares terão até 137,83% de aumento.
- VALOR: Taxas de CDBs disparam e captação bate recordes

domingo, abril 20, 2008

DOMINGO NOS JORNAIS

- JB: Crise militar revela insatisfação com soldo
- FOLHA: Pesquisa mostra que 41% dos filhos não foram planejados
- ESTADÃO: Etanol tem recorde de investimentos
- GLOBO: Profissão Vereador
- GAZETA MERCANTIL: Giro de ADRs em NY supera o da Bovespa
- CORREIO: Cúpula da Câmara partilha apartamentos de servidores
- VALOR: Novas jazidas vão modificar regulamentação do petróleo