PiaDA
*Bruno e Breno...
**Bruno e Breno eram um casal gay apaixonadíssimo.Eles se adoravam, tinham bons empregos, viviam juntos em um belo apartamento... Enfim, eram muito felizes. Certo dia, Breno estava de folga e ficou em casa, enquanto Bruno foi trabalhar.
Breno, então, resolver fazer uma linda surpresa para o seu amado.Enquanto Bruno estava no trabalho, Breno foi a uma clínica de tatuagens e mandou tatuar duas letras bês (B) enormes, uma em cada nádega. No lado esquerdo, a letra inicial de Breno; no lado direito, a letra inicial de Bruno.
Breno achou que isso seria uma prova inequívoca de seu amor por Bruno, pois as iniciais do casal ficariam para sempre gravadas em sua bunda. Feliz, com as duas letras 'B' tatuadas na bunda, uma em cada lado, Breno voltou pra casa no final da tarde, com a intenção de fazer a surpresa para Bruno.
Breno então foi para o quarto, tirou a roupa, e, na hora em que ouviu o barulho de Bruno entrando em casa, ficou de quatro em cima da cama, com a bunda tatuada voltada para a porta do quarto, numa posição quase que ginecológica.
Bruno então entrou no quarto, viu aquela bunda tatuada virada pra ele e parou, estupefato, mal acreditando no que via. Breno, sorrindo, perguntou?
- E aí, amor, gostou?
E Bruno, sem conseguir conter uma lágrima que descia pelo seu rosto,soluçando, limitou-se a perguntar:
- QUEM É BOB?*
Piada enviada por Apolo
quarta-feira, abril 09, 2008
AUGUSTO NUNES
Quero a minha bolsa-ditadura
Coluna - Coisas da Política -
Jornal do Brasil
9/4/2008
Na tarde de 11 de agosto de 1969, numa mesa do bar em frente da Faculdade Nacional de Direito, eu festejava o reencontro com a namorada que saíra de circulação havia um mês, ao saber que a Justiça decidira prendê-la preventivamente. Tinha um copo de chope na mão e idéias lascivas na cabeça. Além do fim da separação, comemorava antecipadamente uma longa noite de prazeres e pecados. O castigo chegaria primeiro, anunciado por um leve toque no ombro e formalizado por um só substantivo: "Polícia", resumiu um dos quatro homens repentinamente hasteados em torno da mesa.
Todos usavam os paletós muito compridos e muito apertados que os sherloques brasileiros tanto apreciam, porque todos se acham mais altos e menos gordos do que efetivamente são. Só depois da tempestade eu saberia que estavam lá para capturar minha namorada. Resolveram levar-me como brinde ao descobrirem que também era diretor do Caco Livre. Separados, embarcamos em fuscas disfarçados de táxis rumo à sede da PM na Rua Frei Caneca.
De madrugada, segui de jipe para o prédio da Aeronáutica ao lado do Santos Dumont. A escala durou dois dias. Sempre no meio da madrugada, de novo num jipe, fui transferido para a Base Aérea do Galeão. Duraria também dois dias a terceira e última estação do curto calvário. Curto e, para os padrões vigentes naquele Brasil sob o domínio do medo, pouco dramático.
Sim, cada minuto de prisão nos anos de chumbo foi um pote até aqui de angústia. Fui submetido durante quatro dias a tormentos físicos e psicológicos.. Com as mãos algemadas sob as pernas, suportei de cócoras interrogatórios que se estendiam por oito, nove horas. Ouvi dos carcereiros ameaças de morte ao estudante comunista cujo paradeiro nenhum civil conhecia. Afligiram-me o silêncio imposto a presos incomunicáveis, o cheiro de animal sem banho, a comida intragável, a sensação de impotência, a vida suspensa no ar.
A viagem pela escuridão terminou na noite de 15 de agosto. "Pode ir embora", comunicou o major que acabara de me interrogar. COMUNISTA, anotou com letras graúdas e escuras na ficha preenchida para identificar o estudante de 19 anos. Sem nada a buscar na cela, caminhei para a liberdade. Ainda na calçada da cadeia, constatei que tivera sorte. Estava vivo. Não fora torturado. Não carregava, no corpo ou na alma, feridas que não cicatrizam.
Perto do que já ocorrera, perto do que haveria, fora uma "cana leve". Em cada 10 militantes do movimento estudantil, nove protagonizaram episódios semelhantes. Ninguém sabia que, muitos anos depois, todos poderiam reivindicar à Comissão de Anistia a medalha de "herói da resistência". E indenizações milionárias. E mensalidades de bom tamanho.
Na semana passada, a festa de formatura da turma de jornalistas premiados com a "bolsa-ditadura", outro achado de Elio Gaspari, fez cair em tentação meu lado escuro. Além da temporada no xadrez, disponho de um trunfo poderoso: a vitoriosa carreira que não tive. Em dezembro de 1969, o diretor da faculdade apresentou-me à bifurcação. Ou solicitava no dia seguinte a transferência para outras paragens ou seria sumariamente expulso antes que o ano acabasse.
Só o Mackenzie me engoliu. Não engoli o Mackenzie e desisti do diploma de bacharel no primeiro semestre no Mackenzie. Só por isso não fui advogado, juiz, desembargador, ministro do Supremo Tribunal Federal e presidente da Corte. Não cheguei lá por culpa do regime militar. Mereço uma bolsa-ditadura (topo alguma coisa em torno de R$ 1 milhão) e qualquer aposentadoria acima da faixa dos R$ 4 mil. Livres de taxas e descontos, em dinheiro vivo e pagamento à vista. Não aceito títulos do Tesouro Nacional.
Tenho testemunhas a apresentar. Uma tia pode atestar que, ainda no berço, eu caía na choradeira enquanto não trocassem o pijama listrado por um camisolão preto que parecia uma toga. Um amigo de infância vive lembrando que, quando os garotos da nossa rua resolviam roubar laranja, eu primeiro recomendava que tungassem apenas o necessário e, em seguida, escolhia o pomar mais adeqüado. Na faculdade, num julgamento simulado pelo professor Afonso Arinos, defendi com brilho a tese segundo a qual o Tribunal de Nuremberg foi uma ilegalidade. A goleada que me impôs o júri formado pelo resto dos alunos é irrelevante. O doutor Nelson Jobim já perdeu dúzias de causas. E foi presidente do Supremo.
Argumentos já tenho. Falta o telefone do advogado que antecipou com tanta competência a formatura da turma de jornalistas.
Quero a minha bolsa-ditadura
Coluna - Coisas da Política -
Jornal do Brasil
9/4/2008
Na tarde de 11 de agosto de 1969, numa mesa do bar em frente da Faculdade Nacional de Direito, eu festejava o reencontro com a namorada que saíra de circulação havia um mês, ao saber que a Justiça decidira prendê-la preventivamente. Tinha um copo de chope na mão e idéias lascivas na cabeça. Além do fim da separação, comemorava antecipadamente uma longa noite de prazeres e pecados. O castigo chegaria primeiro, anunciado por um leve toque no ombro e formalizado por um só substantivo: "Polícia", resumiu um dos quatro homens repentinamente hasteados em torno da mesa.
Todos usavam os paletós muito compridos e muito apertados que os sherloques brasileiros tanto apreciam, porque todos se acham mais altos e menos gordos do que efetivamente são. Só depois da tempestade eu saberia que estavam lá para capturar minha namorada. Resolveram levar-me como brinde ao descobrirem que também era diretor do Caco Livre. Separados, embarcamos em fuscas disfarçados de táxis rumo à sede da PM na Rua Frei Caneca.
De madrugada, segui de jipe para o prédio da Aeronáutica ao lado do Santos Dumont. A escala durou dois dias. Sempre no meio da madrugada, de novo num jipe, fui transferido para a Base Aérea do Galeão. Duraria também dois dias a terceira e última estação do curto calvário. Curto e, para os padrões vigentes naquele Brasil sob o domínio do medo, pouco dramático.
Sim, cada minuto de prisão nos anos de chumbo foi um pote até aqui de angústia. Fui submetido durante quatro dias a tormentos físicos e psicológicos.. Com as mãos algemadas sob as pernas, suportei de cócoras interrogatórios que se estendiam por oito, nove horas. Ouvi dos carcereiros ameaças de morte ao estudante comunista cujo paradeiro nenhum civil conhecia. Afligiram-me o silêncio imposto a presos incomunicáveis, o cheiro de animal sem banho, a comida intragável, a sensação de impotência, a vida suspensa no ar.
A viagem pela escuridão terminou na noite de 15 de agosto. "Pode ir embora", comunicou o major que acabara de me interrogar. COMUNISTA, anotou com letras graúdas e escuras na ficha preenchida para identificar o estudante de 19 anos. Sem nada a buscar na cela, caminhei para a liberdade. Ainda na calçada da cadeia, constatei que tivera sorte. Estava vivo. Não fora torturado. Não carregava, no corpo ou na alma, feridas que não cicatrizam.
Perto do que já ocorrera, perto do que haveria, fora uma "cana leve". Em cada 10 militantes do movimento estudantil, nove protagonizaram episódios semelhantes. Ninguém sabia que, muitos anos depois, todos poderiam reivindicar à Comissão de Anistia a medalha de "herói da resistência". E indenizações milionárias. E mensalidades de bom tamanho.
Na semana passada, a festa de formatura da turma de jornalistas premiados com a "bolsa-ditadura", outro achado de Elio Gaspari, fez cair em tentação meu lado escuro. Além da temporada no xadrez, disponho de um trunfo poderoso: a vitoriosa carreira que não tive. Em dezembro de 1969, o diretor da faculdade apresentou-me à bifurcação. Ou solicitava no dia seguinte a transferência para outras paragens ou seria sumariamente expulso antes que o ano acabasse.
Só o Mackenzie me engoliu. Não engoli o Mackenzie e desisti do diploma de bacharel no primeiro semestre no Mackenzie. Só por isso não fui advogado, juiz, desembargador, ministro do Supremo Tribunal Federal e presidente da Corte. Não cheguei lá por culpa do regime militar. Mereço uma bolsa-ditadura (topo alguma coisa em torno de R$ 1 milhão) e qualquer aposentadoria acima da faixa dos R$ 4 mil. Livres de taxas e descontos, em dinheiro vivo e pagamento à vista. Não aceito títulos do Tesouro Nacional.
Tenho testemunhas a apresentar. Uma tia pode atestar que, ainda no berço, eu caía na choradeira enquanto não trocassem o pijama listrado por um camisolão preto que parecia uma toga. Um amigo de infância vive lembrando que, quando os garotos da nossa rua resolviam roubar laranja, eu primeiro recomendava que tungassem apenas o necessário e, em seguida, escolhia o pomar mais adeqüado. Na faculdade, num julgamento simulado pelo professor Afonso Arinos, defendi com brilho a tese segundo a qual o Tribunal de Nuremberg foi uma ilegalidade. A goleada que me impôs o júri formado pelo resto dos alunos é irrelevante. O doutor Nelson Jobim já perdeu dúzias de causas. E foi presidente do Supremo.
Argumentos já tenho. Falta o telefone do advogado que antecipou com tanta competência a formatura da turma de jornalistas.
QUARTA NOS JORNAIS
- JB: Dengue derruba turismo do Rio
- FOLHA: Ministro admite uso eleitoral do PAC
- ESTADÃO: Polícia Federal apreende computadores da Casa Civil
- GLOBO: Secretário prevê epidemia de dengue também em 2009
- GAZETA MERCANTIL: Empresas enfrentaram 442 dias de greve em três anos
- CORREIO: Denunciado - Ministério Público processa reitor da UnB
- VALOR: Novos IPOs vão testar mercado no pós-crise
- ESTADO DE MINAS: Dengue se alastra em BH
- JB: Dengue derruba turismo do Rio
- FOLHA: Ministro admite uso eleitoral do PAC
- ESTADÃO: Polícia Federal apreende computadores da Casa Civil
- GLOBO: Secretário prevê epidemia de dengue também em 2009
- GAZETA MERCANTIL: Empresas enfrentaram 442 dias de greve em três anos
- CORREIO: Denunciado - Ministério Público processa reitor da UnB
- VALOR: Novos IPOs vão testar mercado no pós-crise
- ESTADO DE MINAS: Dengue se alastra em BH
terça-feira, abril 08, 2008
TERÇA NOS JORNAIS
- JB: Gastança de César custa 26 mil médicos
- FOLHA: PF investigará só vazamento de dossiê
- ESTADÃO: Investigação da PF se limita ao vazamento do dossiê anti-FHC
- GLOBO: PF vai apurar quem vazou, mas não quem fez o dossiê
- GAZETA MERCANTIL: Os fundos apostam na área de infra-estrutura
- CORREIO: Rebeldia, tapas e pontapés na UnB
- VALOR: Governo pára negócio de R$ 10 bi na área de energia.
- ESTADO DE MINAS: Conta de luz fica 17,1% mais barata.
- JB: Gastança de César custa 26 mil médicos
- FOLHA: PF investigará só vazamento de dossiê
- ESTADÃO: Investigação da PF se limita ao vazamento do dossiê anti-FHC
- GLOBO: PF vai apurar quem vazou, mas não quem fez o dossiê
- GAZETA MERCANTIL: Os fundos apostam na área de infra-estrutura
- CORREIO: Rebeldia, tapas e pontapés na UnB
- VALOR: Governo pára negócio de R$ 10 bi na área de energia.
- ESTADO DE MINAS: Conta de luz fica 17,1% mais barata.
segunda-feira, abril 07, 2008
INFORME JB
07/04
SEM PRESTÍGIO
As investidas da governadora do Rio Grande do Norte, Wilma Faria (PSB), para emplacar uma ajuda federal para resolver a situação dos Estados nordestinos que sofrem com a forte chuva das últimas semanas não tiveram resultado. Depois de três dias de negociação, o ministro das Relações Institucionais, José Múcio, descartou a edição de qualquer MP com ajuda para os Estados recuperarem seus prejuízos. O ministro da Integração Nacional, Gedel Vieira Lima (PMDB-BA), intercedeu e ganhou o auxílio do presidente Lula.
07/04
SEM PRESTÍGIO
As investidas da governadora do Rio Grande do Norte, Wilma Faria (PSB), para emplacar uma ajuda federal para resolver a situação dos Estados nordestinos que sofrem com a forte chuva das últimas semanas não tiveram resultado. Depois de três dias de negociação, o ministro das Relações Institucionais, José Múcio, descartou a edição de qualquer MP com ajuda para os Estados recuperarem seus prejuízos. O ministro da Integração Nacional, Gedel Vieira Lima (PMDB-BA), intercedeu e ganhou o auxílio do presidente Lula.
SEGUNDA NOS JORNAIS
- JB: PF investigará vazamento
- FOLHA: PF quer investigar vazamento do dossiê
- ESTADÃO: Senado deve instalar nova CPI dos Cartões
- GLOBO: Dilma agora aciona PF só para apurar vazamento
- GAZETA MERCANTIL: Agenda econômica iniciada em 1989 continua igual, diz Collor
- CORREIO: Casa Civil já admite acionar PF
- VALOR: Oposição européia ameaça projeto brasileiro do etanol
- JB: PF investigará vazamento
- FOLHA: PF quer investigar vazamento do dossiê
- ESTADÃO: Senado deve instalar nova CPI dos Cartões
- GLOBO: Dilma agora aciona PF só para apurar vazamento
- GAZETA MERCANTIL: Agenda econômica iniciada em 1989 continua igual, diz Collor
- CORREIO: Casa Civil já admite acionar PF
- VALOR: Oposição européia ameaça projeto brasileiro do etanol
domingo, abril 06, 2008
LeonardoAttuch
GEISEL DE SAIAS
Dilma Rousseff lembra o general. Ela é estatizante, adora um dossiê e também gosta de decidir os principais negócios do País
Dilma Rousseff é a mãe do PAC, o Programa de Aceleração do Crescimento. Ernesto Geisel era o pai do II PND, o Plano Nacional de Desenvolvimento. A ministra tem fama de durona, inspira medo nos subalternos e fala grosso, como se o tom de voz amplificasse sua autoridade. O general falava baixinho, mas também era autoritário e achava que entendia de qualquer assunto. Assim como Dilma, o alemão era vidrado num dossiê. Sua central de bruxarias era pilotada por dois especialistas: os generais Golbery do Couto e Silva, rei das intrigas na Casa Civil, e João Figueiredo, chefe da máquina de grampos do finado SNI, o Serviço Nacional de Informações. Dilma, quando resolve aprontar das suas, como no caso do (g)astronômico “banco de dados” de Ruth Cardoso, conta com o auxílio da assessora especial Erenice boa de Guerra. As afinidades entre o general da ditadura e a guerrilheira de esquerda são também ideológicas, por mais estranho que pareça. Ambos idolatram o Estado forte e a idéia de planejamento central.
Os dois também fizeram pouco-caso da herança que receberam. Geisel chegou ao poder em 1974, após o “milagre econômico” conduzido por Delfim Netto. Enciumado, fez tudo o que pôde contra o “gordo”. Incapaz de compreender o mundo ao seu redor, que vivia o choque do petróleo, Geisel deixou como legado a crise da dívida externa. Dilma, por sua vez, subiu à Casa Civil quando José Dirceu tombou no escândalo do Mensalão. Naquela época, a ministra disputava o cargo com Antônio Palocci e definiu a política econômica do médico de Ribeirão Preto como “rudimentar”. Uma cotovelada justamente naquilo que hoje garante o tal “momento mágico” do País. Terá sido incompreensão ou oportunismo? Geisel, com sua obtusidade germânica, foi um dos piores presidentes da história do Brasil.
Dizem que era honesto, mas ele plantou a semente da grande corrupção nacional quando trouxe para os palácios de Brasília as principais decisões empresariais do País. Dilma, candidatíssima a ocupar o cargo que já foi de Geisel, também defende uma relação “íntima” entre o Estado e a burguesia nacional. Com mão de ferro, ela tem pilotado grandes negócios nas telecomunicações e na petroquímica, escolhendo “vencedores” em cada setor. Mais geiseliano, impossível. E, ainda que o general e a guerrilheira tenham lutado em campos opostos durante a ditadura, os dois são quase almas gêmeas..
GEISEL DE SAIAS
Dilma Rousseff lembra o general. Ela é estatizante, adora um dossiê e também gosta de decidir os principais negócios do País
Dilma Rousseff é a mãe do PAC, o Programa de Aceleração do Crescimento. Ernesto Geisel era o pai do II PND, o Plano Nacional de Desenvolvimento. A ministra tem fama de durona, inspira medo nos subalternos e fala grosso, como se o tom de voz amplificasse sua autoridade. O general falava baixinho, mas também era autoritário e achava que entendia de qualquer assunto. Assim como Dilma, o alemão era vidrado num dossiê. Sua central de bruxarias era pilotada por dois especialistas: os generais Golbery do Couto e Silva, rei das intrigas na Casa Civil, e João Figueiredo, chefe da máquina de grampos do finado SNI, o Serviço Nacional de Informações. Dilma, quando resolve aprontar das suas, como no caso do (g)astronômico “banco de dados” de Ruth Cardoso, conta com o auxílio da assessora especial Erenice boa de Guerra. As afinidades entre o general da ditadura e a guerrilheira de esquerda são também ideológicas, por mais estranho que pareça. Ambos idolatram o Estado forte e a idéia de planejamento central.
Os dois também fizeram pouco-caso da herança que receberam. Geisel chegou ao poder em 1974, após o “milagre econômico” conduzido por Delfim Netto. Enciumado, fez tudo o que pôde contra o “gordo”. Incapaz de compreender o mundo ao seu redor, que vivia o choque do petróleo, Geisel deixou como legado a crise da dívida externa. Dilma, por sua vez, subiu à Casa Civil quando José Dirceu tombou no escândalo do Mensalão. Naquela época, a ministra disputava o cargo com Antônio Palocci e definiu a política econômica do médico de Ribeirão Preto como “rudimentar”. Uma cotovelada justamente naquilo que hoje garante o tal “momento mágico” do País. Terá sido incompreensão ou oportunismo? Geisel, com sua obtusidade germânica, foi um dos piores presidentes da história do Brasil.
Dizem que era honesto, mas ele plantou a semente da grande corrupção nacional quando trouxe para os palácios de Brasília as principais decisões empresariais do País. Dilma, candidatíssima a ocupar o cargo que já foi de Geisel, também defende uma relação “íntima” entre o Estado e a burguesia nacional. Com mão de ferro, ela tem pilotado grandes negócios nas telecomunicações e na petroquímica, escolhendo “vencedores” em cada setor. Mais geiseliano, impossível. E, ainda que o general e a guerrilheira tenham lutado em campos opostos durante a ditadura, os dois são quase almas gêmeas..
SÓ FALTAVA ESSA!
ALERTA
CICLONES
Num piscar de olhos, pode-se dizer, o Brasil entrou na rota dos tornados. Este ano já foram 19. Antes disso, o último registro datava de 1991, no interior de São Paulo. O alerta será dado em maio, no Encontro Internacional sobre Ciclones no Atlântico Sul, no Rio, pelo chefe da Divisão de Pesquisas do Instituto Nacional de Meteorologia, Expedito Rebello. Segundo o especialista, o fenômeno resulta do desmatamento, do La Niña e da confusão climática do planeta. E vai piorar.
fonte-ISTO É
ALERTA
CICLONES
Num piscar de olhos, pode-se dizer, o Brasil entrou na rota dos tornados. Este ano já foram 19. Antes disso, o último registro datava de 1991, no interior de São Paulo. O alerta será dado em maio, no Encontro Internacional sobre Ciclones no Atlântico Sul, no Rio, pelo chefe da Divisão de Pesquisas do Instituto Nacional de Meteorologia, Expedito Rebello. Segundo o especialista, o fenômeno resulta do desmatamento, do La Niña e da confusão climática do planeta. E vai piorar.
fonte-ISTO É
TEM CADA UMA
Japoneses usam templo em forma de pênis para inspirar fertilidade
Ritual faz parte de festival realizado no sul de Tóquio.Homens se fantasiaram como mulheres para carregar o 'templo portátil'.
Japoneses usam templo em forma de pênis para inspirar fertilidade
Ritual faz parte de festival realizado no sul de Tóquio.Homens se fantasiaram como mulheres para carregar o 'templo portátil'.
DOMINGO NOS JORNAIS
- JB: Sinfonia do descaso
- FOLHA: Cai apoio à pena de morte; 68% rejeitam aborto
- ESTADÃO: Brasil teve 489 surtos de doenças em 2 anos
- GLOBO: Rio perde R$ 12 bilhões ao ano com engarrafamentos
- GAZETA MERCANTIL: Mercado de resseguros no Brasil atrai 11 companhias
- CORREIO: Mordomia na Câmara
- VALOR: Dados da indústria revelam riscos menores de inflação
- JB: Sinfonia do descaso
- FOLHA: Cai apoio à pena de morte; 68% rejeitam aborto
- ESTADÃO: Brasil teve 489 surtos de doenças em 2 anos
- GLOBO: Rio perde R$ 12 bilhões ao ano com engarrafamentos
- GAZETA MERCANTIL: Mercado de resseguros no Brasil atrai 11 companhias
- CORREIO: Mordomia na Câmara
- VALOR: Dados da indústria revelam riscos menores de inflação
sábado, abril 05, 2008

André Petry
ZOMBANDO DE NÓS
ZOMBANDO DE NÓS
"Os brasileiros conhecem o gasto da rainha da Inglaterra com vinho, mas o governo nos diz que não podemos conhecer o gasto deLula com champanhe (só o de FHC, claro)"
O gangsterismo político de montar um dossiê com os gastos do ex-presidente Fernando Henrique e sua mulher só foi possível porque existe a lei do sigilo das despesas presidenciais. E por que os gastos da família presidencial precisam ser secretos? Por razões de segurança, diz o governo. Além do decreto do sigilo, de 1967, o atual governo, em 2003, editou uma norma reforçando que tais gastos são sigilosos – por razões de segurança. De 2003 para cá, Lula e família gastaram 11,6 milhões de reais e, por razões de segurança, o país não sabe com quê.
Se divulgar tais despesas comprometesse a segurança, a rainha da Inglaterra já teria ido pelos ares numa carruagem-bomba. Em 2002, ano em que Lula venceu a primeira eleição presidencial, a rainha da Inglaterra divulgou seus gastos pela primeira vez. Disse que passaria a fazê-lo todos os anos como prova de seu comprometimento com a transparência no trato do dinheiro público. Como se sabe, a rainha da Inglaterra não é eleita, nem precisa de votos. Mas precisa de respeito.
Naquele primeiro ano, sua prestação de contas ocupava mais de 160 páginas. Trazia minúcias. Informava que o gasto com vinho e outras bebidas alcoólicas caíra de 135.000 libras para 97.000. Deliciosamente, explicava que a queda não se devia à redução no consumo, mas à baixa qualidade da safra, o que levou a rainha a reduzir o tamanho da adega. Em festas no jardim, a rainha gastou 442.000 libras. Em aluguel de tendas para as festas, 5.000 libras menos que no ano anterior, porque trocou as tendas coloridas pelas de uma cor só, que são mais baratas. Com lavanderia, a família real gastou 61 000 libras. Energia elétrica, 323 000 libras. Telefone, 690 000. Veterinário para os cavalos, 19 000. Aluguel de helicóptero para uma viagem do duque de Kent, 5 278 libras – e mais a explicação de por que o duque foi de helicóptero e não de carro ou trem, que é mais barato.
De 2002 para cá, a divulgação dos gastos da realeza tem sido sempre assim: anual, pública e detalhada. Só não contempla tudo porque exclui – adivinha o quê? – os gastos com segurança. Não se informa nem o montante geral, para não dar pista aos terroristas sobre a dimensão do aparato que protege a família real. O resto todo, os ingleses ficam sabendo. Alguns contestam. Os republicanos dizem que o gasto de 2007, de 37,3 milhões de libras, é "fantasia". Alegam que, na verdade, a despesa é quatro vezes maior. Pode ser. Mas nem monarquistas nem republicanos dizem que divulgar gasto com helicóptero ou vinho ameaça a segurança.
Pode-se alegar que o atual modelo de sustento da família real na Inglaterra foi estabelecido em 1760, no reinado de George III, e que se passaram 250 anos para que se desse publicidade aos gastos. Mas, se uma velha monarquia é capaz de sintonizar-se com os novos tempos, é razoável que um governo republicano de uma democracia jovem também o seja. A menos que esteja promovendo uma folia com o dinheiro público – ou não queira abrir mão do gangsterismo político. O resultado é que zombam de nós. Os brasileiros conhecem o gasto da rainha da Inglaterra com vinho, mas o governo nos diz que não podemos conhecer o gasto de Lula com champanhe – só o de FHC, claro.
Se divulgar tais despesas comprometesse a segurança, a rainha da Inglaterra já teria ido pelos ares numa carruagem-bomba. Em 2002, ano em que Lula venceu a primeira eleição presidencial, a rainha da Inglaterra divulgou seus gastos pela primeira vez. Disse que passaria a fazê-lo todos os anos como prova de seu comprometimento com a transparência no trato do dinheiro público. Como se sabe, a rainha da Inglaterra não é eleita, nem precisa de votos. Mas precisa de respeito.
Naquele primeiro ano, sua prestação de contas ocupava mais de 160 páginas. Trazia minúcias. Informava que o gasto com vinho e outras bebidas alcoólicas caíra de 135.000 libras para 97.000. Deliciosamente, explicava que a queda não se devia à redução no consumo, mas à baixa qualidade da safra, o que levou a rainha a reduzir o tamanho da adega. Em festas no jardim, a rainha gastou 442.000 libras. Em aluguel de tendas para as festas, 5.000 libras menos que no ano anterior, porque trocou as tendas coloridas pelas de uma cor só, que são mais baratas. Com lavanderia, a família real gastou 61 000 libras. Energia elétrica, 323 000 libras. Telefone, 690 000. Veterinário para os cavalos, 19 000. Aluguel de helicóptero para uma viagem do duque de Kent, 5 278 libras – e mais a explicação de por que o duque foi de helicóptero e não de carro ou trem, que é mais barato.
De 2002 para cá, a divulgação dos gastos da realeza tem sido sempre assim: anual, pública e detalhada. Só não contempla tudo porque exclui – adivinha o quê? – os gastos com segurança. Não se informa nem o montante geral, para não dar pista aos terroristas sobre a dimensão do aparato que protege a família real. O resto todo, os ingleses ficam sabendo. Alguns contestam. Os republicanos dizem que o gasto de 2007, de 37,3 milhões de libras, é "fantasia". Alegam que, na verdade, a despesa é quatro vezes maior. Pode ser. Mas nem monarquistas nem republicanos dizem que divulgar gasto com helicóptero ou vinho ameaça a segurança.
Pode-se alegar que o atual modelo de sustento da família real na Inglaterra foi estabelecido em 1760, no reinado de George III, e que se passaram 250 anos para que se desse publicidade aos gastos. Mas, se uma velha monarquia é capaz de sintonizar-se com os novos tempos, é razoável que um governo republicano de uma democracia jovem também o seja. A menos que esteja promovendo uma folia com o dinheiro público – ou não queira abrir mão do gangsterismo político. O resultado é que zombam de nós. Os brasileiros conhecem o gasto da rainha da Inglaterra com vinho, mas o governo nos diz que não podemos conhecer o gasto de Lula com champanhe – só o de FHC, claro.
Revista VEJA
PIaDA
JUMENTO
Namorado da filha de Mário vai até a sua casa e vai ao banheiro e seu pai na janela por acaso olha pela mesma e vê uma tatuagem no pênis do rapaz e não acredita, a noite comenta com sua esposa na cama:
- Amor não aceitarei minha filha namorar com esse rapaz, ele tem uma tatuagem no PêNIS!
A esposa curiosa pergunta o que tinha lá:
- Amor o que tá escrito?
- Tá escrito NABUCO, se ele pegar ela vai acabar com ela todinha!!! Não vou aceitar, amanhã cedo irei falar com ela!No outro dia na mesa do café da manhã ele fala com ela.
- Filha não irei aceitar esse namoro!
- Porque pai?
-Voce viu a tatuagem que o seu namorado tem?
-Sim pai vi sim!
O pai assustado fala:
-Ta escrito NABUCO se ele te pegar ele acaba com vc todinha!
Ela friamente reponde ao pai:
-Ai pai nem esquenta, o senhor viu só a metade tá escrito é Pernambuco
JUMENTO
Namorado da filha de Mário vai até a sua casa e vai ao banheiro e seu pai na janela por acaso olha pela mesma e vê uma tatuagem no pênis do rapaz e não acredita, a noite comenta com sua esposa na cama:
- Amor não aceitarei minha filha namorar com esse rapaz, ele tem uma tatuagem no PêNIS!
A esposa curiosa pergunta o que tinha lá:
- Amor o que tá escrito?
- Tá escrito NABUCO, se ele pegar ela vai acabar com ela todinha!!! Não vou aceitar, amanhã cedo irei falar com ela!No outro dia na mesa do café da manhã ele fala com ela.
- Filha não irei aceitar esse namoro!
- Porque pai?
-Voce viu a tatuagem que o seu namorado tem?
-Sim pai vi sim!
O pai assustado fala:
-Ta escrito NABUCO se ele te pegar ele acaba com vc todinha!
Ela friamente reponde ao pai:
-Ai pai nem esquenta, o senhor viu só a metade tá escrito é Pernambuco
CACHAÇA BOA
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CLIQUE NA FOTO PARA AMPLIARFESTIVAL DO PEIXE - CLUBE DE ENGENHARIA,
neste SÁBADO 05/04/2008
Foram adquiridos 120 Kg de Ciobas, Galos do Alto e Serras, que serão entregues fresquinhas no sábado pela Casa do Peixe (Canto do Mangue). Também vão ser servidas 900 tapiocas com Ginga e tudo será preparado por Ivone, do mercado da Redinha. Pitú e batida à vontade, com 8 horas de MPB e Samba. As senhas estão à venda com os Diretores e Conselheiros do CLUBE, na Secretaria com Andréa ou no Bar do Clube com Temístocles. Os telefones para informação encontram-se no cartaz abaixo. Contamos com sua presença.
TEL. 3211-1229 e 3222-1496
SABADO NOS JORNAIS
- JB: Polícia nega reforço de segurança aos postos
- FOLHA: Dilma agora fala em espionagem
- ESTADÃO: Governo teme PF na investigação do dossiê
- GLOBO: Informações contraditórias complicam versão de Dilma
- GAZETA MERCANTIL: Mercado de resseguros no Brasil atrai 11 companhias
- CORREIO: Muito grito, pouco dito
- VALOR: Dados da indústria revelam riscos menores de inflação
- JB: Polícia nega reforço de segurança aos postos
- FOLHA: Dilma agora fala em espionagem
- ESTADÃO: Governo teme PF na investigação do dossiê
- GLOBO: Informações contraditórias complicam versão de Dilma
- GAZETA MERCANTIL: Mercado de resseguros no Brasil atrai 11 companhias
- CORREIO: Muito grito, pouco dito
- VALOR: Dados da indústria revelam riscos menores de inflação
sexta-feira, abril 04, 2008
SEXTA NOS JORNAIS
- JB: Médicos cobram segurança à noite nos postos de saúde.
- FOLHA: Arquivo da Casa Civil detalha dossiê
- ESTADÃO: Governo trava CPI, mas Senado convoca Dilma
- GLOBO: Número de médicos na rede pública do Rio é um mistério
- GAZETA MERCANTIL: Mercado de resseguros no Brasil atrai 11 companhias
- CORREIO: Como as escolas do DF foram no Enem
- VALOR: Dados da indústria revelam riscos menores de inflação
- ESTADO DE MINAS: Pátio da Funasa vira foco de dengue em BH
- JB: Médicos cobram segurança à noite nos postos de saúde.
- FOLHA: Arquivo da Casa Civil detalha dossiê
- ESTADÃO: Governo trava CPI, mas Senado convoca Dilma
- GLOBO: Número de médicos na rede pública do Rio é um mistério
- GAZETA MERCANTIL: Mercado de resseguros no Brasil atrai 11 companhias
- CORREIO: Como as escolas do DF foram no Enem
- VALOR: Dados da indústria revelam riscos menores de inflação
- ESTADO DE MINAS: Pátio da Funasa vira foco de dengue em BH
quinta-feira, abril 03, 2008
FRASES OBSCENAS
NELSON MOTTA
RIO DE JANEIRO - Jovem e fervoroso revolucionário, um dia comentei com meu avô que alguma coisa era boa, mas cara, e ouvi, chocado, um velho professor amigo dele me dizer com naturalidade: "Mas tudo que é caro é bom, meu filho".
Sorrindo da minha indignação, ressalvou que nem tudo que é barato é ruim, que era possível que algo barato fosse bom, e que nem tudo que é bom é caro, já que algumas das melhores coisas da vida são de graça. Mas manteve a frase obscena.
E mais: me assegurou que o ser humano não vende mais barato o que pode vender mais caro, que ninguém quer o pior se pode ter o melhor e que uma das leis irrevogáveis da humanidade é a da oferta e da procura. Me senti ultrajado.Mas ao longo dos 40 anos seguintes fui entendendo que era só uma generalização provocativa paulo-franciana, nelson-rodrigueana, pelo prazer da frase e da ironia, e me lembrei dele muitas vezes, com um sorriso, do velho cínico. E sábio.
O que diria ele agora, quando tantos ainda crêem que "tudo que é de esquerda é bom"? Sem ressalvas, já que tudo que não é de esquerda, de direita é, portanto, do mal. Quem ler, digamos, o Zé Dirceu, vai acreditar que a esquerda é generosa com os pobres e oprimidos, quer a igualdade e a fraternidade, é trabalhadora, honesta, não rouba, só pensa no bem do povo e do país. Os que apenas são contra a esquerda são autoritários, gananciosos, só pensam em dinheiro, em explorar os pobres, em atrasar o país, em pilhar o Estado. É patético.
O óbvio ululante é que há cada vez mais gente que não é de esquerda mas tem as qualidades que ela se atribui, assim como há muitos esquerdistas no poder que fazem justamente o que atribuem a seus opostos. Mas, o que seria dos zé-dirceus se não fosse "a direita"?
NELSON MOTTA
RIO DE JANEIRO - Jovem e fervoroso revolucionário, um dia comentei com meu avô que alguma coisa era boa, mas cara, e ouvi, chocado, um velho professor amigo dele me dizer com naturalidade: "Mas tudo que é caro é bom, meu filho".
Sorrindo da minha indignação, ressalvou que nem tudo que é barato é ruim, que era possível que algo barato fosse bom, e que nem tudo que é bom é caro, já que algumas das melhores coisas da vida são de graça. Mas manteve a frase obscena.
E mais: me assegurou que o ser humano não vende mais barato o que pode vender mais caro, que ninguém quer o pior se pode ter o melhor e que uma das leis irrevogáveis da humanidade é a da oferta e da procura. Me senti ultrajado.Mas ao longo dos 40 anos seguintes fui entendendo que era só uma generalização provocativa paulo-franciana, nelson-rodrigueana, pelo prazer da frase e da ironia, e me lembrei dele muitas vezes, com um sorriso, do velho cínico. E sábio.
O que diria ele agora, quando tantos ainda crêem que "tudo que é de esquerda é bom"? Sem ressalvas, já que tudo que não é de esquerda, de direita é, portanto, do mal. Quem ler, digamos, o Zé Dirceu, vai acreditar que a esquerda é generosa com os pobres e oprimidos, quer a igualdade e a fraternidade, é trabalhadora, honesta, não rouba, só pensa no bem do povo e do país. Os que apenas são contra a esquerda são autoritários, gananciosos, só pensam em dinheiro, em explorar os pobres, em atrasar o país, em pilhar o Estado. É patético.
O óbvio ululante é que há cada vez mais gente que não é de esquerda mas tem as qualidades que ela se atribui, assim como há muitos esquerdistas no poder que fazem justamente o que atribuem a seus opostos. Mas, o que seria dos zé-dirceus se não fosse "a direita"?
RORAIMA
DOIS PESOS E...
GOVERNO VAI ENFRENTAR ARROZEIROS EM RR
Evandro Éboli e Ana Marques
O Globo
Negociação para retirada de fazendeiros da Raposa Serra do Sol é encerrada
O governo federal encerrou as negociações com os arrozeiros em Roraima e anunciou ontem que usará os "métodos necessários" para retirar os fazendeiros da Reserva Raposa Serra do Sol, semana que vem, quando se iniciará a Operação Upatakon 3, da Polícia Federal. O produtor de arroz Paulo César Quartiero disse que só sairá da reserva com ordem da Justiça, aumentando a tensão, devido à ameaça de um conflito cada vez mais iminente.
Os atos de Quartiero, que incita índios e moradores a resistir, têm irritado autoridades, que voltaram a falar em pedir sua prisão. Em Brasília, o secretário-executivo do Ministério da
Justiça, Luiz Paulo Barreto, disse que não há mais canal de comunicação com Quartiero:
CLIQUE no título e leia mais
O governo bem que poderia usar essa mesma força contra os terroristas do MST. Esses canalha invadem prédios, fecham rodovías e nada acontece.
GOVERNO VAI ENFRENTAR ARROZEIROS EM RR
Evandro Éboli e Ana Marques
O Globo
Negociação para retirada de fazendeiros da Raposa Serra do Sol é encerrada
O governo federal encerrou as negociações com os arrozeiros em Roraima e anunciou ontem que usará os "métodos necessários" para retirar os fazendeiros da Reserva Raposa Serra do Sol, semana que vem, quando se iniciará a Operação Upatakon 3, da Polícia Federal. O produtor de arroz Paulo César Quartiero disse que só sairá da reserva com ordem da Justiça, aumentando a tensão, devido à ameaça de um conflito cada vez mais iminente.
Os atos de Quartiero, que incita índios e moradores a resistir, têm irritado autoridades, que voltaram a falar em pedir sua prisão. Em Brasília, o secretário-executivo do Ministério da
Justiça, Luiz Paulo Barreto, disse que não há mais canal de comunicação com Quartiero:
CLIQUE no título e leia mais
O governo bem que poderia usar essa mesma força contra os terroristas do MST. Esses canalha invadem prédios, fecham rodovías e nada acontece.
P i a
DA
CASAMENTO
Sr. João, o Sr. está em muito boa forma para 40 anos! - diz o médico.
- E eu disse ter 40 anos?
- Quantos anos você tem, então? - indaga o médico.
- Fiz 57 em Maio que passou!
- Puxa! E quantos anos tinha seu pai quando morreu?
- E quando foi que eu disse que meu pai morreu?
- Oh, desculpe! Quantos anos tem seu pai?
- 81!
- 81? Que bom! E quantos anos tinha seu avô quando morreu?
- Eu disse que ele morreu?
- Sinto muito. E quantos anos ele tem?
- 103, e está muito bem de saúde!
- Fico feliz em saber. E seu bisavô? Morreu de que?
- Eu disse que ele tinha morrido? Ele está com 124 e vai casar na semana
que vem!
- Agora já é demais! - diz o médico revoltado - Por que um homem de 124 anos
iria querer casar?
- Eu disse que ele QUERIA casar?
Queria porra nenhuma, ele engravidou a moça...
Colaboração de Apolo
DA
CASAMENTO
Sr. João, o Sr. está em muito boa forma para 40 anos! - diz o médico.
- E eu disse ter 40 anos?
- Quantos anos você tem, então? - indaga o médico.
- Fiz 57 em Maio que passou!
- Puxa! E quantos anos tinha seu pai quando morreu?
- E quando foi que eu disse que meu pai morreu?
- Oh, desculpe! Quantos anos tem seu pai?
- 81!
- 81? Que bom! E quantos anos tinha seu avô quando morreu?
- Eu disse que ele morreu?
- Sinto muito. E quantos anos ele tem?
- 103, e está muito bem de saúde!
- Fico feliz em saber. E seu bisavô? Morreu de que?
- Eu disse que ele tinha morrido? Ele está com 124 e vai casar na semana
que vem!
- Agora já é demais! - diz o médico revoltado - Por que um homem de 124 anos
iria querer casar?
- Eu disse que ele QUERIA casar?
Queria porra nenhuma, ele engravidou a moça...
Colaboração de Apolo
CERVEJA É MELHOR
03/04/2008 - 07h55
ESTUDO CONTESTA BENEFÍCIOS DE SE BEBER MUITA ÁGUA
da BBC
Um estudo conduzido por pesquisadores americanos sugere que a constante ingestão de água ao longo do dia, ao contrário do que se pensa, não traz grandes benefícios à saúde.
Desde os anos 90, profissionais de saúde em todo o mundo vêm disseminando a idéia de que o consumo de oito copos de água por dia ajuda o organismo a se manter hidratado, eliminar toxinas e a perder peso.
Ainda segundo alguns especialistas, beber água também é bom para curar dor de cabeça e manter a pele tonificada, prevenindo contra rugas.
No entanto, o estudo realizado pelos especialistas da Universidade da Pensilvânia desmistifica os supostos poderes do líquido e defende que há poucas evidências de que o alto consumo de água traga benefícios reais à saúde.
_Eu sempre disconfiei dessa tal de água. Uma porra, que não tem côr nem sabor, não pode prestar. Carros caraias, tomem cachaça, uisque, cerveja esses fazem bem a saúde.
03/04/2008 - 07h55
ESTUDO CONTESTA BENEFÍCIOS DE SE BEBER MUITA ÁGUA
da BBC
Um estudo conduzido por pesquisadores americanos sugere que a constante ingestão de água ao longo do dia, ao contrário do que se pensa, não traz grandes benefícios à saúde.
Desde os anos 90, profissionais de saúde em todo o mundo vêm disseminando a idéia de que o consumo de oito copos de água por dia ajuda o organismo a se manter hidratado, eliminar toxinas e a perder peso.
Ainda segundo alguns especialistas, beber água também é bom para curar dor de cabeça e manter a pele tonificada, prevenindo contra rugas.
No entanto, o estudo realizado pelos especialistas da Universidade da Pensilvânia desmistifica os supostos poderes do líquido e defende que há poucas evidências de que o alto consumo de água traga benefícios reais à saúde.
_Eu sempre disconfiei dessa tal de água. Uma porra, que não tem côr nem sabor, não pode prestar. Carros caraias, tomem cachaça, uisque, cerveja esses fazem bem a saúde.
QUINTA NOS JORNAIS
- JB: Congresso debate sumiço do prefeito
- FOLHA: Corte nos gastos pode chegar a R$ 30 bi
- GLOBO: Sindicatos celebram com Lula liberdade para gastar
- GAZETA MERCANTIL: Restrição a caminhões divide setor produtivo
- CORREIO: Governos receberam alerta contra dengue
- VALOR: Venda parcelada no cartão dispara e preocupa bancos
- ESTADO DE MINAS: Tráfico espalha o medo
- JB: Congresso debate sumiço do prefeito
- FOLHA: Corte nos gastos pode chegar a R$ 30 bi
- GLOBO: Sindicatos celebram com Lula liberdade para gastar
- GAZETA MERCANTIL: Restrição a caminhões divide setor produtivo
- CORREIO: Governos receberam alerta contra dengue
- VALOR: Venda parcelada no cartão dispara e preocupa bancos
- ESTADO DE MINAS: Tráfico espalha o medo
quarta-feira, abril 02, 2008
ERA O PT QUE IA MUDAR O PAÍS?
ESTADO SE SÃO PAULO
Oposição, que defendia controle do repasse de R$ 100 milhões por ano, diz que decisão do presidente foi ‘imoral’
As centrais sindicais vão receber um reforço de caixa anual de cerca de R$ 100 milhões da contribuição sindical obrigatória - correspondente a um dia de salário por ano do trabalhador, descontado na folha de pagamento -, mas estarão livres de prestar contas ao Tribunal de Contas da União (TCU). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou ontem a lei de reconhecimento das centrais dos trabalhadores, mas vetou o artigo aprovado pelo Congresso que obrigava a detalhar os gastos do também chamado imposto sindical ao TCU.
-Agora vai correr frouxo, não tem fiscalização. Essa é ética do PT.
ESTADO SE SÃO PAULO
Oposição, que defendia controle do repasse de R$ 100 milhões por ano, diz que decisão do presidente foi ‘imoral’
As centrais sindicais vão receber um reforço de caixa anual de cerca de R$ 100 milhões da contribuição sindical obrigatória - correspondente a um dia de salário por ano do trabalhador, descontado na folha de pagamento -, mas estarão livres de prestar contas ao Tribunal de Contas da União (TCU). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou ontem a lei de reconhecimento das centrais dos trabalhadores, mas vetou o artigo aprovado pelo Congresso que obrigava a detalhar os gastos do também chamado imposto sindical ao TCU.
-Agora vai correr frouxo, não tem fiscalização. Essa é ética do PT.
P i a DA
ORAÇÃO DO EMBUCHAMENTO
Uma solteirona descobre que uma amiga ficou grávida só com uma oração que rezou na igreja de uma aldeia próxima.
Dias depois, a solteirona foi a essa igreja e disse ao padre:
- Bom dia, padre.
- Bom dia, minha filha. Em que posso ajudá-la?
- Sabe, padre, soube que uma amiga minha veio aqui e ficou grávida só com uma ave-maria.
- Não, minha filha, foi com um padre nosso, mas já o transferimos.
ORAÇÃO DO EMBUCHAMENTO
Uma solteirona descobre que uma amiga ficou grávida só com uma oração que rezou na igreja de uma aldeia próxima.
Dias depois, a solteirona foi a essa igreja e disse ao padre:
- Bom dia, padre.
- Bom dia, minha filha. Em que posso ajudá-la?
- Sabe, padre, soube que uma amiga minha veio aqui e ficou grávida só com uma ave-maria.
- Não, minha filha, foi com um padre nosso, mas já o transferimos.
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