sexta-feira, março 21, 2008

EU & DEUS

Tava eu aqui na tranqüilidade da minha varanda olhando as gostosas e tomando umas e mais outras, pensando nas merdas que escrevo nesse blog, quando vai chegando de mansinho um senhor barbudo, túnica branca com detalhes em cor de rosa, pensei, deve ser viado. O distinto pede para entrar e conversar um pouco comigo, relutei, mas, como tô de bobeira mesmo, mandei entrar.
-Bom dia
-Bom dia, qual o problema? se for dinheiro arranje pra dois...
O cara chegou pegou uma cadeira e na maior cara de pau foi sentando. Eu estava de bom humor.
-Murilo eu sou Deus e tô querendo levar um lero com você.
Fiquei meio incrédulo e resolvi pedir um documento. Deus mostrou a carteira de identidade e o CPF, corri o olho e vi algumas cédulas de Real e Euro nada de Dolar. Fiquei mais tranqüilo.
-Ô seu Deus em que posso ajudar? Quer tomar uma?
- Não, agora não, daqui a pouco.
E disparou:
- Você reza?
Pensei em mentir, mas como ele lê até pensamento...
-Ultimamente não tenho rezado.
-Nem reza e não acredita em mim
Viiige... tô lascado, pensei.
-Não, você não está lascado (num falei que ele lia pensamento), eu acho até bom, afinal, é um a menos a encher o saco.
Tentei pegar o telefone e ligar para Beatriz (ela é psicóloga) achando que Deus tava meio fora de compasso.
-Ligue não! Quero ficar com você aqui na varanda, tô de férias e vamos ficar no bate papo. Bote uma pra mim.!!
-Ô Marta pegue um copo aí pra Deus.
-Cachaça ou cerveja?
-Cerveja.
E ficamos aqui na varanda tomando cerveja e comendo uma costela de boi cheia de umas gordurinhas. Colesterol? Nada, afinal, Deus não vai deixar entupir as artérias....
O papo foi rolando e descobri que Deus é bem diferente do que vocês pensam. Ele gosta da gandaia, por isso fez a mulher. Birita? Toma vinho por obrigação, mais gosta mesmo é da cerveja, por isso ela foi inventada num convento. Fui ficando mais leve (sem levitação) e com a língua solta e aproveitei para colocar meu ponto de vista sobre algumas ações ou omissões da parte Dele; Perguntei como tem tanta gente passando fome, crimes, drogas, guerras, religião, essas putarias todas que acontecem no mundo (Marta de vez em quando me dava uns cutucões).
Deus pegou o copo de cerveja, olhou, e passou o dedo na espuma, deu uma lambida e falou:
-Careca, esse povo, eles não sabem o que fazem. Ficam escondidos atrás de uma religião, e usando o meu nome em vão.
Fiquei quieto, afinal, quem tem cu tem medo.
-Mura (cada vez mais íntimo), esse magote de felas das putas em vez de se preocupar com a vida deles enchem o saco das pessoas, levantando um chicote religioso, eu não tenho nada com isso.
Fiquei pensando... nem a Globo conseguiu uma entrevista com Ele e o cara ta aqui tomando cachaça comigo. Senti que estava salvo e aproveitei.
-Deus, de quem foi a idéia daquele sétimo mandamento?
-Foi do Moisés, ele tinha um vizinho que a mulher era feia pra caralho, aí inventou esse mandamento, eu mandei cortar o sete ,e Ele só passou um traço... Se for gostosa pode desejar e se ela der bolas o problema é seu e do marido.Eu não tenho nada com isso, te vira.
E ficamos o resto do dia aqui na varanda, tomando cerveja, contando piada e falando da vida alheia.
Quando ele foi embora no dia seguinte, agradeceu e disse que se soubesse que a costela de boi que eu tinha feito era tão gostosa, não teria usado a de Adão.
SEMANA DO BACALHAU
Clique na foto
Esse blog mostra o bacalhau e a receita

BACALHAU À BAIANA
INGREDIENTES
1 posta de lombo de Bacalhau (+ ou - 500g )
1 cebola (juliana - não muito fina )
1 tomate ( juliana - não muito fina )
1 pimentão ( juliana - não muito fina )
4 colheres (sopa) de azeite
3 colheres (sopa) de azeite-de-dendê
1 garrafa (500ml) de leite de coco.
MODO DE PREPARAR

Refogar a posta de Bacalhau no azeite , acrescente o azeite-de-dendê, tomate, cebola e pimentão. Após refogado o Bacalhau , acrescentar o leite de coco e cozinhar. Acompanha arroz branco, farofa de dendê.

Rendimento: 4 porções
MAU HUMOR

Por que as surdas-mudas se masturbam apenas com uma mão?
Porque com a outra elas gemem.

O que tem quatro patas e um braço?
Um pit-bull feliz.

Qual é a definição de “fazer amor “?
Uma coisa que as mulheres fazem enquanto os homens estão trepando.

Porque o peido tem cheiro?
Para que os surdos também possam apreciá-lo.

Qual é a diferença entre a Puta e o Sábio?
Pelo sábio, passam muitas coisas pela cabeça, e pela puta,passam muitas cabeças pela coisa.


Quando é que o homem abre a porta do carro para uma mulher?
Quando o carro é novo, ou a mulher é nova.

O que foi que uma nádega disse para a outra?
Que merda é essa que está acontecendo entre nós.

O que a merda disse para o peido???
Vai na frente que você tem buzina.

Qual a semelhança entre as mulheres e as geladeiras?
É que nas duas, você coloca a carne para dentro e deixa os ovos na porta.

Qual é a semelhança entre o 69 e um apartamento na Av.Paulista?
Ambos são maravilhosos, mas a vista é um cu.
POVO
SEXTA NOS JORNAIS

- JB: Dengue avança na classe média
- FOLHA: Matérias-primas têm a maior queda em 52 anos
- ESTADÃO: Arrecadação é recorde no 2º mês sem a CPMF
- GLOBO: Governo vai restringir crédito para tentar conter consumo
- GAZETA MERCANTIL: Bancos brasileiros avançam entre os mais valorizados
- CORREIO: Preso no DF traficante suspeito de integrar PCC
- VALOR: Término de concessões em 2015 agita o setor elétrico

quinta-feira, março 20, 2008

TENTANDO EXPLICAR A CRISE FINANCEIRA

artigo - David Leonhardt
O Estado de S. Paulo
20/3/2008

Levante a mão quem não entende direito essa crise financeira.

Ela já está completando sete meses e muitas pessoas, provavelmente, sentem que deveriam compreendê-la. Mas não compreendem, não realmente. A parte sobre o colapso imobiliário parece simples. Com os bancos sussurrando doces palavras de encorajamento, as pessoas compraram casas que não poderiam pagar, e agora estão com as hipotecas atrasadas.
Mas a maioria esmagadora dos proprietários de casas ainda vai muito bem. Então, como pode um problema concentrado em parte do negócio hipotecário - os empréstimos subprime - ter congelado os mercados de crédito, deixado os mercados acionários em polvorosa, causado o colapso do Bear Stearns, deixado a economia à beira da pior recessão em uma geração e obrigado o Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) a tomar a medida mais temerária desde a Depressão?
“Estamos expondo partes dos mercados de capitais que a maioria de nós nunca ouviu falar”, disse, na semana passada, Ethan Harris, um importante economista do Lehman Brothers. Robert Rubin, ex-secretário do Tesouro e atual executivo do Citigroup, disse que nunca ouvira falar de “liquidity puts”, um obscuro contrato financeiro, até eles começarem a causar grandes problemas ao Citigroup.
Passei boa parte dos últimos dias telefonando para pessoas de Wall Street e do governo com uma pergunta. “Pode tentar me explicar isso?” Quando eles terminavam, eu geralmente tinha uma pergunta seguinte altamente sofisticada, “Pode tentar de novo?” Saí da experiência achando que toda a incerteza criou pânico, em parte, irracional. Dito isso, a crise não está perto de terminar.
Ben Bernanke, o presidente do Fed, não conseguirá agitar uma varinha mágica e deixar tudo melhor, por mais que corte taxas e tente animar Wall Street. Como ele próprio sugeriu, a única coisa que porá fim à crise é o fim do colapso imobiliário. Então, voltemos ao começo do boom.
Ele começou de fato em 1998, quando um grande número de pessoas decidiu que investir em imóveis se tornara um bom negócio. Ao mesmo tempo, Wall Street estava facilitando empréstimos aos compradores. Estava transformando a atividade hipotecária de negócio local que era, centrado em bancos, num negócio global em que investidores de quase toda parte podiam somar recursos para emprestar. A nova competição derrubou as taxas hipotecárias e incentivou a inovação, boa parte dela inegavelmente boa. Por que, afinal, alguém que sabe que vai se mudar dentro de poucos anos, não teria outra escolha senão fazer uma hipoteca de 30 anos com taxa fixa? Como acontece com freqüência com as inovações, porém, tudo que é demais, faz mal. Esses mesmos investidores globais, repletos de dinheiro do boom na Ásia e dos preços ascendentes do petróleo, exigiam bons retornos. Wall Street teve uma resposta: hipotecas subprime.
Como esses empréstimos vão para pessoas que esticam os prazos para poder pagar uma casa, eles vêm com taxas de juros mais altas - embora disfarçadas em taxas iniciais baixas - e retornos mais altos. Essas hipotecas eram em seguida fatiadas em pedaços e enfeixadas em investimentos.
Uma vez reunidas, tipos diferentes de hipotecas podiam ser vendidas a grupos diferentes de investidores. Estes procuraram engrossar ainda mais seus retornos com a alavancagem, a mais antiga estratégia da praça. Eles fizeram apostas de U$ 100 milhões com apenas U$ 1 milhão de dinheiro próprio e U$ 99 milhões em dívida. Se o valor do investimento aumentasse para apenas U$ 101 milhões, os investidores sairiam com o dobro do dinheiro investido.
Os compradores de casas fizeram a mesma coisa, pondo pouco dinheiro próprio nas casas novas, observa Mark Zandi do Economy.com da Moody’s. O Fed, então sob o comando de Alan Greenspan, ajudou a tornar tudo isso possível, baixando fortemente os juros para impedir uma dupla recessão depois do colapso do setor de tecnologia de 2000, e mantendo as taxas baixas por vários anos.
Todos esses investimentos eram altamente arriscados. Retornos mais altos quase sempre implicam riscos mais altos. Mas as pessoas - por “pessoas” estou me referindo aqui a Greenspan, Bernanke, os altos executivos de quase toda empresa de Wall Street e a maioria dos donos de casa americanos - decidiram que as regras habituais não se aplicavam porque os preços das casas nunca tinham caído antes em escala nacional. Baseados nessa idéia, os preços subiram ainda mais, ficaram tão altos, diz Robert Barbera da ITG, um companhia de investimento, que estavam destinados a cair. Era uma profecia que negava a si própria.
E isso explica, em grande parte, por que o problema hipotecário teve tantos efeitos propagadores. O mercado imobiliário americano parecia uma aposta tão segura que uma parte enorme do sistema financeiro global terminou com um pedaço dele. Em meados do ano passado, muitas autoridades econômicas achavam que a crise não se espalharia para bancos tradicionais, como o Citibank, porque eles tinham repassado as hipotecas pendentes a investidores. Mas o fato é que muitos bancos tinham vendido também apólices de seguro complexas junto com a dívida hipotecária. Isso os deixou pendurados quando os compradores que tinham tomado hipotecas na base da confiança não puderam mais sair delas revendendo sua casa com lucro.
Muitas dessas apostas não eram enormes. Mas, eram, com freqüência, tão alavancadas que muitos prejuízos foram ampliados. Se aquele mesmo investimento de U$ 100 milhões descrito acima perdesse apenas U$ 1 milhão de seu valor, o investidor que colocou apenas U$ 1 milhão teria perdido tudo. É por isso que um fundo hedge associado ao prestigioso Carlyle Group faliu na semana passada.
“Se qualquer coisa der errado, essas pedras de dominó caem muito rapidamente”, disse Charles R. Morris, um ex-banqueiro.
Essa combinação tóxica - a onipresença dos maus investimentos e seu potencial para proliferar - colocou Wall Street num estado de profundo conservadorismo. A solidez de toda companhia de investimento mora, em grande parte, na confiança de outras companhias de que ela tem ativos reais lastreando suas apostas. Assim, as empresas agora estão entesourando dinheiro em vez de emprestá-lo, até compreenderem a profundidade do crash imobiliário e o quanto estão expostas a ele.
Qualquer instituição que pareça ter um portfólio de alto risco, independentemente de ter ou não ativos suficientes para lastrear o portfólio, enfrenta o duplo golpe de investidores exigindo seu dinheiro de volta e emprestadores fechando a porta na sua cara. Adeus, Bear Stearns.
O conservadorismo foi tão longe que está afetando muitos potenciais tomadores sólidos, o que, por sua vez, está prejudicando a economia em geral e agravando os medos de Wall Street. Uma recessão poderá começar a causar danos também nos empréstimos para a compra de carros, empréstimos de cartões de crédito e hipotecas comerciais.
Muitos economistas argumentam agora que a única solução é o governo federal intervir e comprar parte da dívida indesejada, como o Fed começou a fazer no último fim de semana. Isso se chama salvamento, e não resta dúvida de que estender a mão a emprestadores de Wall Street ou compradores de casa irresponsáveis - ao contrário de, por exemplo, a trabalhadores fabris dispensados - é profundamente ofensivo. A essa altura, porém, a alternativa poderia ser pior.
Bolhas causam estouros. Estouros causam pânico. E pânico pode causar recessões econômicas prolongadas e profundas, razão porque o Fed vem tomando medidas sem precedentes para restaurar a confiança. “Você pergunta, caramba, como empréstimo hipotecário subprime pode atingir todo o sistema financeiro global?”.
CRISTO

Estavam um carioca, um paulista e um baiano num boteco do Mercado Modelo, quando o carioca diz aos outros:
- Mermão, esse cara que entrou aí é igual a Jesus Cristo.
- Tás brincando!
- dizem os outros.
- Tô te falando! A barba, a túnica, o olhar...O carioca levanta-se, dirige-se ao homem e pergunta:
- Mermão,digo,Senhor,Tu é Jesus Cristo, não é verdade?
- Eu? Que idéia!
- Eu acho que sim. Aí,tu é Jesus Cristo.
- Já disse que não! Mas fale mais baixo.
- Pô,eu sei que tu é Jesus Cristo.Tanto insiste que o homem lhe diz baixinho:
- Sou efetivamente Jesus Cristo, mas fale baixo e não diga a ninguém, senão isto aqui vira um pandemônio.
- Tenho uma lesão no joelho desde pequeno. Me cura aí brother, digo, Senhor!
- Milagres não. Tu vais contar aos teus amigos e eu passo a tarde fazendo milagres.O carioca tanto insiste, que Jesus Cristo põe a mão sobre o seu joelho e cura-o.
- Pô,valeu! Ficarei eternamente grato!- agradece, emocionado, o carioca.
- Sim, sim! Não grites e vai-te embora e não contes a ninguém.Logo e seguida, chega o paulista...
- Aí meu, o meu amigo disse-me que és Jesus Cristo e que o curaste. Tenho um olho de vidro. Cura-me!
- Não sou Jesus Cristo! E fale baixo.O paulista tanto insistiu, que Jesus Cristo passou-lhe a mão pelos olhos e curou-o.
- Oh lôco meu! Obrigado mesmo!
- agradece, emocionado, o paulista.
- Vai-te agora embora e não contes nada a ninguém.Mas, Jesus Cristo bem o viu contando a história aos amigos e ficou à espera de ver o baiano ir ter com ele, pois era o único dos três que ainda não pedira nada.O tempo foi passando e nada do baiano se aproximar.Mordido pela curiosidade, dirigiu-se à mesa dos três amigos e, pondo a mão sobre o ombro do baiano, começou a perguntar:
- E tu, não queres também que...O baiano levanta-se de um salto e, afastando-se dele, diz:
- Aê, meu Rei!... Tira as mãozinhas de mim, que eu ainda tenho seis meses de licença médica e estou recebendo a bolsa família do irmão Lulinha e logo agora que começa a micareta tenho tempo para ficar curado!!! NÃO PONHA AS MÃOS EM MIM!!!
SEMANA DO BACALHAU Esse blog mostra o bacalhau e dar a receita

BACALHAU À BRASILEIRA

Ingredientes:

10 colheres (sopa) de arroz cozido

½ xícara de azeite

500 gramas de bacalhau

50 gramas de queijo ralado

1 pitada de sal

½ litro de leite

2 tomates

2 cebolas e azeitonas
Como Preparar:
Deixar de molho o bacalhau, levar para ferver alguns minutos, retirar as espinhas e a pele e cortar em lascas.
Levar uma panela ao fogo com o azeite, os tomates, a cebola a salsa, tudo bem picadinho, deixar refogar juntar o bacalhau juntar o leite, diminua o fogo deixar alguns minutos mais.
Quando estiver cozido, misturar o arroz, mexer com uma colher de pau juntar o queijo ralado, mexer novamente e está pronto para servir
TRABALHANDO
QUINTA NOS JORNAIS

- JB: Dengue: médicos culpam Lula, Cabral e Cesar Maia
- FOLHA: Bovespa tem a 2ª maior queda no ano e recua 5%
- GLOBO: Medo de recessão global já afeta empresas brasileiras
- GAZETA MERCANTIL: Bancos brasileiros avançam entre os mais valorizados
- CORREIO: Bolsas sofrem novo abalo. BC amplia controle
- VALOR: Término de concessões em 2015 agita o setor elétrico

quarta-feira, março 19, 2008

SEMANA DO BACALHAU Clique na foto para ampliar
Esse Blog indica a receita e mostra o bacalhau

BACALHAU À MODA DO MESTRE
INGREDIENTES:
500 g de batata
1 kg de bacalhau
2 pimentões
3 tomates
2 cebolas, cheiro verde
Alho, louro, pimenta do reino
Azeite
MODO DE PREPARO:
Deixe o bacalhau de molho na véspera.
Limpe as espinhas e peles.
Corta em pedaços iguais.
Descasque as batatas e corte em fatias finas.
Arrume num pirex, uma camada de bacalhau, uma de batatas, uma de fatais de tomate, cebola e um pimentão.
Polvilhe com pimenta do reino, cheiro verde e alho socado.
Repita as camadas.
Regue com bastante azeite ou óleo e leve ao forno moderado por aproximadamente 20 minutos.
CRISE
QUARTA NOS JORNAIS

- JB: Crise faz Brasil temer o capital especulativo
- FOLHA: Juro real dos EUA fica negativo com 6º corte seguido
- ESTADÃO: Fed corta juros em 0,75 ponto e bolsas reagem com forte alta
- GLOBO: Dengue se alastra e Rio já tem 45 casos por hora
- GAZETA MERCANTILl: Fed reduz os juros enquanto no Brasil a taxa pode subir
- CORREIO: BC investiga crediário
- VALOR: Leilão para privatização da Cesp corre risco de fracassar

terça-feira, março 18, 2008

O GOVERNADOR QUE CAIU E SUA "DECAÍDA"
Estadão
ARNALDO JABOR

O flagrante que vitimou o governador de Nova York, revelando seu caso com a prostituta Kristen, fascinou o mundo. Por quê?

Bem... não houve uma real alegria pela vitória da moral ou da ética, não houve um regozijo pelo pecado punido. Houve, apenas, a delícia da verdade. Quando acontecem esses adultérios políticos, os rituais hipócritas do poder ficam desmoralizados, a pose cai, a proclamada ''honradez'' fica nua e um doce alívio nos toma, pois, afinal, o governador era tão fraco e ''pecador'' como todos nós. Claro que há os fundamentalistas da moral e feministas vingativas, mas, no macho comum, habita uma secreta solidariedade com o flagrado. No caso do Clinton, por exemplo, fiquei sempre do seu lado; acho apenas que ele podia ter escolhido uma estagiária melhor.

Desse governador não tive pena, pois era um inquisidor de costumes financeiros e sexuais. Aumentou a pena para quem freqüentasse prostitutas de 3 meses para 1 ano e depois se jogou na piscina do prazer. Fez tudo para ser desmascarado. Ele queria ser pego, como todo bom paranóico.

Elliot Spitzer não traiu a esposa - traiu misteriosamente a si mesmo. Traiu sua hipocrisia. Excitava-se em ser o oposto de si mesmo, era-lhe doce se refocilar na lama que condenara em júris e palanques. Deixar pistas e ''bandeiras'' por toda parte fazia parte de sua perversão.

Em sua caretice louca, ele queria saber onde estava ''sua verdade''. Ele era um repressor puritano ou um ''putanheiro''? Isso; ele queria saber quem era.

O engano da opinião pública é achar que havia ou um ou outro. Não. Os dois eram um só. No fundo, queremos o bem ou o mal. Quando os dois se juntam, há um escândalo, seguido de um alívio. Nada mais fascinante que a porta aberta do bordel, nada melhor que o buraco da fechadura. O sucesso real do BBB se deve à esperança de ver os outros na cama, transando. Os psicanalistas chamam isso de ''assistir à cena primária''

...As redes de prostituição hoje em dia (olhem na internet, irmãos...) são paraísos artificiais à disposição do mercado. Maravilhosas mulheres nos espreitam com uma promessa de felicidade infinita.

As prostitutas modernas preenchem uma necessidade do mercado de trabalho: o ritmo da produção tira o tempo do amor. Amor exige ócio, sonhos no ar, melancolias vagas, ciúmes, lágrimas. A prostituição atual é o ''fast-food'' do amor.

A prostituta moderna não tem a timidez tosca das ''mulheres-damas'' de antigamente. A prostituta moderna não se acotovela em prostíbulos acanhados (no mundo rico, claro). São executivas dos executivos. Em Nova York, elas têm cotação na ''bolsa'' do sexo. São classificadas por ''diamantes'' (diamonds). A nota máxima da gostosura é sete diamonds. Kristen era ''four diamonds''.

Elas não são mais marginais ou excluídas, a não ser em explosões de hipocrisia como esta. Elas estão no centro do sistema, como os advogados, banqueiros ou dentistas. Antes, as ''extraviadas'' eram o antônimo da santa esposa, eram uma extensão invertida do casamento e das famílias, para o pai compensar fora de casa a solidão do amor.

Hoje, elas substituem o amor romântico por seu simulacro. Além de lindas e felizes (N. Rodrigues me disse que nunca viu uma prostituta triste...), elas são o teatro, as atrizes da esposa perfeita. Satisfazem todos os desejos, não discutem a relação e, suprema alegria do machista, fingem não ter desejo além de servir. Elas clonam o amor. O papo de Pretty Woman já era; não querem ser ''salvas'' por idiota romântico nenhum - preferem uma gelada aventura pela grana. Muitas são bem-casadas e ajudam os maridos.

Antes, nossas ''pecadoras'' se escondiam pelos cantos, trêmulas de desonra. Agora não se envergonham do trabalho e não têm sentimento de culpa nenhum. Hoje, seu único pecado seria sentirem-se culpadas - o que atrapalharia sua produtividade. Conheci prostitutas sem o menor sentimento de vergonha (sim... sim... eu também já errei, irmãos...) Uma delas me deu uma aula de vida: ''Eu sou duas. Uma é real e a outra é secreta. Só que eu não sei qual é a secreta e qual a real.'' Exatamente como o governador.

Havia no velho freguês de bordéis uma vaga fantasia de recuperação das ''infelizes decaídas''. No ar dos prostíbulos flutuava a tristeza de um amor impossível. Havia uma repulsiva ''bondade'' nos fregueses d''antanho, para aplacar a própria vergonha do delito:

''Por que você caiu nessa vida?'' - perguntavam os hipócritas bordeleiros, antes do ato, se purificando.

''Ah... meu noivo me fez mal, meu pai me expulsou...'' - gemia falsamente a rapariga. ''Por que não larga esta vida?'' - sussurrava o canalha, superior e sinistro, tirando a roupa.

Por essas e outras é que elas se apaixonavam pelos cafetões boçais, que as espancavam com jubilosas bofetadas.

Hoje, elas te olham de igual para igual, ou melhor, com uma sutilíssima superioridade; fingem humildade, mas tiraram de nós o maior prazer, que era o sentimento de pureza moral em uma folga passageira - turistas limpos viajando no ''Bas-Fond'' . Hoje, elas são malhadas, aerodinâmicas, sadias.

Não sentem nada por nós; talvez algum ''nojo'' - os sujos somos nós.

Antigamente, vivíamos numa ''féerie'' de gonorréias. Hoje, elas é que temem nossas doenças. A camisinha nos exclui, nos faz ridículos, com o pênis encapotado como um cachorrinho de suéter. Com a camisinha, você é o perigo venéreo; ela, a saúde.

Antigamente, ia-se ao bordel em busca de ilusões, hoje vamos cumprir uma obrigação de prazer executivo. Antes, o homem queria sentir-se um sultão no harém. Éramos os ''sujeitos'' dos lupanares. Hoje, somos o objeto. Há um vento gelado nas saunas ''relax for men'', limpas, rápidas e eficientes como uma lanchonete.

Há algo de gélida enfermeira na moderna prostituta. Há algo de McDonald''s nos prostíbulos contemporâneos.
SEMANA DO BACALHAU Clique na foto para ampliar
Esse blog mostra o bacalhau e a receita. Bacalhau de primeira.

BACALHAU AO FORNO

INGREDIENTES:
1 posta de bacalhau (parte central ou filé)
4 dentes de alho
1 cebola grande
4 batatas grandes
Azeite a gosto
200 g de azeitonas pretas com caroço

MODO DE PREPARO:
Escalde a posta de bacalhau até ficar bem macia, escorra a água e reserve.
Cozinhe as batatas sem casca em rodelas grossas e reserve.
Em uma travessa (de preferência de barro) coloque um pouco de azeite.
Coloque as batatas espalhadas, formando uma camada.
Coloque a cebola cortada em rodelas finas formando outra camada.
Corte o alho também em rodelas finas e coloque metade espalhando sobre essas camadas.
Coloque então a posta de bacalhau, e espalhe a outra metade do alho por cima e ao lado da posta.
Por último, espalhe as azeitonas por todo o prato e regue com muito azeite.
Leve ao forno bem quente e quando o bacalhau estiver dourado está pronto.

A CRISE
TERÇA NOS JORNAIS

- JB: Tráfico aceita o PAC no Alemão
- FOLHA: Ação do Fed não acalma mercados
- GLOBO: Crise piora e já ameaça o 4º maior banco dos EUA.
- GAZETA MERCANTIL: Crise se agrava e Fed pode reduzir juro para 2% ao ano
- CORREIO: Onda de tensão atinge bolsas
- VALOR: Crise de confiança abala grandes bancos globais.

segunda-feira, março 17, 2008

UMA PUTA DEDURONA
Alex medeiros

Brasileiro é uma raça muito besta.
E a imprensa brasileira é uma besta sem raça.
A onda de celebrizar futilidades é tão grande na mídia que os nossos jornais e sites estão dando tratamento de pop star a uma puta cujo único ato famoso (além do sexual) foi dedurar um político norte-americano ao FBI.
A iniciativa da tal Andreia Schwartz de entregar o governador de Nova York, Eliot Spitzer, só porque o cara pagava meninas como ela para uma trepadinha aqui e um boquete acolá,é muito mais feia do que o consumo de drogas e a prostituição, as únicas duas coisas que a capixaba fazia nos EUA.
PIADA

Roleta africana

O embaixador americano conversava com um diplomata africano que elogiava os russos:
- Eles construíram uma hidroeléctrica, um aeroporto, um estádio, ensinaram-nos a beber vodka e jogar roleta russa.
- Mas... roleta russa? É um jogo muito perigoso!
- Certo. Foi por isso que inventamos a roleta africana... Quer jogar?
- Não sei... Como é que se joga?
O diplomata africano bateu palmas e 8 lindas e deliciosas mulheres negras, todas nuas, chegaram rebolando. Aí o diplomata africano disse:
- Escolha uma para lhe fazer sexo oral.
- Mas isso é bem melhor que jogar a roleta russa!
- Sim..., mas uma delas é canibal...
SEMANA DO BACALHAU Clique na foto para ampliar

Durante toda essa semana o blog vai oferecer o bacalhau e a receita pra voces.

Bolinho de Bacalhau
Ingredientes e Modo de Preparo
1,5kg de Bacalhau da Noruega
1kg de batatas do tipo seca, boa para fritura
1 ramo de salsa
Pimenta-do-reino, moída na hora 2 clarasAzeite de oliva Óleo de soja para fritura
Dessalgar o Bacalhau da Noruega. Aferventá-lo e limpar pele e espinhas. Desfiar o Bacalhau da Noruega com um pano de algodão ou com as mãos. Cozinhas as batatas, amassá-las e misturar ao bacalhau, de preferência com as mãos. Acrescentar a salsa picada, a pimenta, as duas claras batidas em neve e misturar. Untar as mãos com azeite e enrolar os bolinhos. Fritar em óleo abundante e bem quente.


SEGUNDA NOS JORNAIS

- JB: Barra adere ao boicote do IPTU
- FOLHA: Receita veta elevação de tributo sobre cigarros
- ESTADÃO: Juizados de pequenas causas vivem crise
- GLOBO: Operação salva banco para tentar conter crise nos EUA
- GAZETA MERCANTIL: Juros a 11,25% podem levar dólar para R$ 1,40
- CORREIO: Brasília na rota do tráfico internacional

domingo, março 16, 2008

DOMINGO DE GRAÇA

O indio e o fazendeiro

O fazendeiro desconfiado que o namorado de sua filha não estava com boas intenções, mandou o seu fiel empregado ficar na moita para ver o que acontecia com o namoro dos dois.
O índio subiu na arvore e começou a olhar os acontecimentos. Quando ele foi embora o fazendeiro pergunta:
- E ai, o que você viu?
O índio fala:- Índio viu moça branca, tira blusa!!!
- Que mais? Pergunta o fazendeiro.
- Índio viu moça branca, tirar a saia!!
- Que mais?
- Índio viu moça branca, tirar calcinha!!!
- Que mais que você viu?
- Índio não viu mais nada, índio tocou uma punheta e caiu da arvore!!!
DOMINGO COM GRAÇA

O Michael Jackson morre.
Chegando no céu, qual a primeira coisa que ele fala pra São Pedro?
- E aí São Pedro! Cadê o Menino Jesus?
OLHO NA COMIDA
DOMINGO NOS JORNAIS

- JB: Rio tem bingo até nos fundos do Exército
- FOLHA: Brasil prevê exportação recorde de matéria-prima
- ESTADÃO: Deportação de brasileiros aumenta nos EUA
- GLOBO: Brasileiro paga mais IR que contribuintes de países ricos
- GAZETA MERCANTIL: Requião utiliza a Copel para reestatizar a Sanepar
- CORREIO: Grileiros vendem lote até perto da Ponte JK
- VALOR: Produto de alta tecnologia conquista novos mercados

sábado, março 15, 2008

Revista Veja
O GUARDA DO AEROPORTO
J.R. Guzzo

"A saída da ‘reciprocidade’, que o governo brasileiro tenta adotar na falta de outras idéias, pode fazer bem ao ego nacional, mas nãoleva a grande coisa. Em primeiro lugar, o Brasil não tem de fazer o que a Espanha faz; tem de fazer o que a lei brasileira estabelece; quando quer reproduzir atos arbitrários cometidos na Espanha, está apenas promovendo a reciprocidade no erro"

Brasil e Espanha estão com um problema – ou melhor, o Brasil acha que está tendo um problema com a Espanha, por causa das recentes e seguidas expulsões de brasileiros que chegam aos aeroportos espanhóis. Por não atenderem, no entendimento das autoridades locais de imigração, aos requisitos necessários à entrada no país, são detidos, tratados de maneira geralmente hostil e despachados de volta. "É desagradável", diz o chefe da diplomacia brasileira, o ministro Celso Amorim. Sem dúvida – sobretudo para os barrados, que gastam vinte horas de avião numa viagem Brasil–Brasil, ficam confinados no aeroporto à espera do vôo de volta e perdem o dinheiro da passagem. Mas a Espanha entende que não está fazendo nada de especial contra os brasileiros, e muito menos contra o Brasil. Não há dúvida de que o governo espanhol, como o brasileiro, tem o direito de permitir ou proibir a entrada de quem bem entenda em seu território; no caso, tem barrado muitos brasileiros por suspeitar que possam ser imigrantes clandestinos. Os erros, como em geral acontece, não estão nas altas esferas. Estão nos guichês da imigração, que é onde as coisas se decidem na prática. A solidariedade socialista do primeiro-ministro José Zapatero com o Brasil e com os povos sofridos da América Latina vai até o guarda do aeroporto; a partir daí começa a vida como ela é.
Não é um segredo que a inteligência de policiais de imigração, no mundo das coisas concretas, muitas vezes não ultrapassa os limites de sua farda. É por isso que fazem erros, e, como os agentes espanhóis fizeram erros, o problema está aí. Barraram mestrandos em sociologia, turistas de boa-fé e pelo menos uma estudante de física envolvida no estudo de partículas méson. Barraram, pelo que se noticiou, até mesmo um padre, com todas as suas batinas, paramentos e carteirinha da CNBB – e, quando se começa a barrar o vigário, é sinal de que há algo muito errado com o sistema. Constatações como essa ajudam a entender o problema; infelizmente, não têm maior eficácia para resolvê-lo. A Espanha pode admitir que erros acontecem, mas não vai mudar de rumo. Em 2005, tentando solucionar a questão pela via da tolerância, fez uma legalização em massa de 700 000 imigrantes clandestinos. Não deu certo. Hoje já soma entre 250 000 e 300 000 estrangeiros em situação irregular, dos quais entre 10 000 e 30 000 seriam brasileiros, e convenceu-se de que tem de endurecer – até para cumprir normas da Comunidade Européia. Quanto ao Brasil, não está claro o que poderia fazer de efetivamente útil. Não dá, por exemplo, para pedir que a Espanha seja mais compreensiva com os brasileiros em situação ilegal. Da mesma forma, a saída da "reciprocidade", que o governo brasileiro tenta adotar na falta de outras idéias, pode fazer bem ao ego nacional, mas não leva a grande coisa. Em primeiro lugar, o Brasil não tem de fazer o que a Espanha faz; tem de fazer o que a lei brasileira estabelece. Quando quer reproduzir atos arbitrários cometidos na Espanha, está apenas promovendo a reciprocidade no erro. Em segundo lugar, estão colocadas nessa história duas situações claramente diferentes. A Espanha tem barrado os brasileiros porque existe, ali, um problema com imigrantes clandestinos brasileiros. No Brasil, ao que se sabe, não existe nenhum problema com imigrantes clandestinos espanhóis. Segundo os dados de autoridades locais citadas pela Folha de S.Paulo, mais de 80% das 2 500 prostitutas de Palma de Mallorca, cidade com 500 000 habitantes, seriam brasileiras. Não há nenhuma cidade brasileira onde 80% das prostitutas sejam espanholas.
O real problema, no fundo, é um só: existe hoje um número muito grande de brasileiros vivendo ilegalmente no exterior, e isso gera atritos. É comum, nessas horas, surgirem surtos de indignação e, de modo geral, a idéia de que o governo brasileiro tem de fazer "alguma coisa". O governo tem de fazer uma porção de coisas que não faz, mas não dá para jogar nas suas costas a responsabilidade pelo fato de haver tantos brasileiros morando na clandestinidade em países estrangeiros. A responsabilidade, aí, é essencialmente deles mesmos. O Brasil, segundo uma abordagem bastante usada, teria a culpa de não fornecer oportunidades de trabalho para os que emigram. Oferece a eles exatamente as mesmas que para todos os demais cidadãos brasileiros que estão trabalhando aqui – e está oferecendo, hoje, mais oportunidades do que em qualquer época recente. A grande maioria dos imigrantes ilegais brasileiros não foi para o exterior por estar enfrentando dificuldades para sobreviver. Quem foi para fora vem, em geral, de algum dos degraus da classe média. Muitos têm formação básica completa, um bom número é de universitários e todos têm noção exata dos riscos que assumem como imigrantes ilegais. Saíram não porque a situação econômica atual os expulsou do Brasil, mas porque querem ganhar mais. O que os levou embora não foi a necessidade, e sim o interesse. É perfeitamente legítimo – mas não é a mesma coisa. A eles o Brasil deve solidariedade, simpatia e a ajuda que for possível. Não deve uma crise.
DE MADEIRA
SABADO NOS JORNAIS

- JB: Comércio prevê aperto no crédito
- FOLHA: Crise bancária se agrava nos EUA
- ESTADÃO: Lula concorda com BC e diz que consumo em alta é risco
- GLOBO: Socorro inédito a grande banco derruba as bolsas
- GAZETA MERCANTIL: Requião utiliza a Copel para reestatizar a Sanepar
- CORREIO: O preço do descaso - R$ 110 milhões
- VALOR: Produto de alta tecnologia conquista novos mercados

sexta-feira, março 14, 2008

DICA DO BLOG

COMO FUNCIONA O MERCADO DE AÇÕES

Uma vez, num vilarejo, apareceu um homem anunciando aos aldeões que compraria macacos por $10 cada.
Os aldeões sabendo que havia muitos macacos na região, foram à floresta e iniciaram a caça aos macacos.
O homem comprou centenas de macacos a $10 e então os aldeões diminuíram seu esforço na caça.
Aí, o homem anunciou que agora pagaria $20 por cada macaco e os aldeões renovaram seus esforços e foram novamente à caça.
Logo, os macacos foram escasseando cada vez mais e os aldeões foram desistindo da busca.
A oferta aumentou para $25 e a quantidade de macacos ficou tão pequena que já não havia mais interesse na caça.
O homem então anunciou que agora compraria cada macaco por $50! Entretanto, como iria à cidade grande, deixaria seu assistente cuidando da compra dos macacos.
Na ausência do homem, seu assistente disse aos aldeões:
- "Olhe todos estes macacos na jaula que o homem comprou. Eu posso vender por $35 a vocês e quando o homem retornar da cidade, vocês podem vender-lhe por $50 cada.
"Os aldeões, espertos, pegaram todas as suas economias e compraram todos os macacos do assistente.
Eles nunca mais viram o homem ou seu assistente, somente macacos por todos os lados.
Agora você entendeu como funciona o mercado de ações.
PROSTITUIÇÃO
SEXTA NOS JORNAIS

- JB: Governo faz afago a 800 mil servidores
- FOLHA: Alunos ignoram matemática elementar
- ESTADÃO: Golpe de filantropia deixa rombo de R$ 4 bi
- GLOBO: Propina comprava título de filantropia
- GAZETA MERCANTIL: Requião utiliza a Copel para reestatizar a Sanepar
- CORREIO: Acordo beneficia 800 mil servidores
- VALOR: Produto de alta tecnologia conquista novos mercados

quinta-feira, março 13, 2008

JARDINAGEM
PIADA

COISAS DE MULHER
No princípio, Eva não quis comer a maçã.
- Come - disse a serpente - e serás como os anjos!
- Não - respondeu Eva.
- Terás o conhecimento do Bem e do Mal - insistiu a víbora.
- Não!
- Serás imortal.
- Não!
- Serás como Deus!
- Não, e não!
A serpente já estava desesperada e não sabia o que fazer para que a Eva comesse a maçã. Até que teve uma idéia.
Ofereceu-lhe novamente a fruta e disse:
- Ela emagrece.
TERRORISMO COMPENSA

UNIÃO PAGA MAIS AO ALGOZ QUE À VÍTIMA
Rejane Lima
O Estado de S. Paulo

Líder de atentado obteve benefício de R$ 1.627; mutilado ficou com R$ 571

Quase 40 anos depois de ter perdido a perna esquerda na explosão de uma bomba usada em ataque ao consulado americano em São Paulo, Orlando Lovecchio Filho, de 62 anos, soube que o líder do atentado, Diógenes Carvalho Oliveira, na época membro da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), foi incluído na Lei da Anistia. Decreto publicado no Diário Oficial da União, em 24 de janeiro, garantiu a aposentadoria R$ 1.627 mensais a Diógenes, além de pagamento retroativo de R$ 400 mil. Lovecchio teve a inclusão na lei negada e recebe uma pensão mensal de R$ 571 mensais.
A diferença das indenizações foi revelada ontem pelo jornalista Elio Gaspari. Corretor de imóveis em Santos, Lovecchio estudou Administração de Empresas, trabalhou com informática, foi casado, teve um filho, divorciou-se. Hoje vive em um apartamento com a mãe, em frente à Praia do Gonzaga. “O apartamento era do meu pai”, afirma o corretor.