quarta-feira, março 25, 2009
PARA...HIHIHI
SEDUZINDO UMA MULHER
Um casal se conhece num bar. Depois de dois drinks, ela, na idade da loba e muito vaidosa, pergunta:
- Quantos anos você me dá?
- Por esse olhar, 25 anos. Pela pele, uns 20. E por esse corpo, 18.
- Nossa… Você sabe como seduzir uma mulher! O que você vai fazer agora?
- Vou somar….
DEMÓSTENES TORRES
MORTADELA COM PITÚ
A maioria dos analistas políticos observou que não se pode levar muito em consideração a queda do presidente Lula nas pesquisas como um alerta estatístico. De acordo com o entendimento, o estoque de popularidade do primeiro-mandatário, como os tais 200 bilhões de dólares do Banco Central, é uma reserva sólida e inesgotável. Mas não podemos deixar de considerar que o Palácio do Planalto sentiu a pancada e mudou o discurso sobre a crise financeira mundial, principal fonte de desgaste do chamado efeito teflon que sempre protegeu Lula.
Saiu de cena o realismo em suaves prestações com que o governo vinha ultimamente administrando a crise para dar lugar à retomada do otimismo irresponsável em altas doses. A solução apresentada é simples: se admitir que estamos indo à bancarrota significa perda de capital político, vamos voltar a manter o País em estado permanente de enganação. É uma espécie de “não sabia” da época do mensalão, só que desta vez em forma de dissimulação afirmativa.
Outro sintoma de que a queda nas pesquisas alterou o sistema nervoso palaciano foi o fato de o presidente, logo no primeiro dia útil após a divulgação da queda, ter buscado refúgio em um palanque no nordeste para exercitar o discurso direto com os conterrâneos em forma de conversa de botequim. Histriônico, partiu para o apelo varonil do bravo sertanejo para conseguir a metáfora de que a crise é como uma gripe que não derruba cabra macho. No seu reduto eleitoral, recomendou a administrados e admiradores a combinação de conhecida aguardente produzida em Vitória de Santo Antão com famosa marca de embutido.
Embriagai-vos, pois só assim para acreditar que “os efeitos mais difíceis da crise já passaram.” Inebriados, vamos assimilar como saudável o receituário de Lula de que o melhor remédio para enfrentar a crise é gastar, em desprezo completo aos princípios de responsabilidade fiscal. Engarrafados, certamente estaremos mais bem preparados para participar da celebração à “grande virada” que o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, anunciou ainda para este mês.
Em estado de embriaguez patológica, depois de compreender, nos simpatizaremos com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, quando repetir o raciocínio gutural de que a “crise atinge mais os que estão mais fragilizados e menos os que estão menos fragilizados”. Antes de Larry Rother, sempre desconfiei que esses desatinos têm sempre uma motivação canavieira. Só não tinha muita noção sobre a natureza dos petiscos. Agora está confirmado: é mortadela com Pitu para salvar o Brasil da crise.
Demóstenes Torres é procurador de Justiça e senador (DEM-GO)
BRASÍLIA - DF
Lula arruma o tabuleiro
| Correio Braziliense - 25/03/2009 | ||||||||||
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PAINEL
Só esperando
| RENATA LO PRETE |
| Folha de S. Paulo - 25/03/2009 |
Quem conhece Lula aposta que o presidente vai "jogar parado" contra o esforço de Delúbio Soares para retornar ao PT e disputar vaga de deputado federal. Avesso à ideia, que considera prejudicial à candidatura de Dilma Rousseff, o presidente espera que os petistas envolvidos no projeto "se enrolem sozinhos" em divergências internas e nos complicadores que começarão a surgir -se o tesoureiro do mensalão puder voltar, por que não o ex-secretário-geral Silvio Pereira e o "aloprado" Hamilton Lacerda? Plano B De JARBAS VASCONCELOS (PMDB-PE), em resposta às críticas feitas ao senador por Lula, que também declarou apoio à reeleição de Eduardo Campos (PSB) em Pernambuco. Os tucanos Eduardo Gomes (TO) e Flexa Ribeiro (PA) foram abordados no Congresso por jornalistas especializados em ciência e tecnologia. Os repórteres buscavam depoimento de ambos, eleitos para presidir as comissões desse tema na Câmara e no Senado, respectivamente. Antes, porém, os fotógrafos pediram a eles que ajeitassem o cabelo. Careca, Flexa não disse nada. Mas Gomes, com um pouco mais de "cobertura", resolveu fazer piada: -Olha, somos tucanos, mas, quando o assunto é cabelo, estamos numa linha bem PSOL... |
PARA...HIHIHIHI
enclausurado. Durante sua fuga, ele encontrou uma casa, arrombou e
entrou.
Ele deu de cara com um jovem casal que estava na cama. Então, ele
arrancou
o cara da cama, o amarrou numa poltrona e depois amarrou a mulher na
cama.
O marido viu o bandido deitar-se sobre a mulher, beijar-lhe a nuca e
logo
depois, levantar-se e ir ao banheiro. Enquanto ele estava lá, o marido
falou para sua mulher:
- Amor, ouça, esse cara é um prisioneiro, olhe suas roupas! Ele
provavelmente passou muito tempo na prisão e há anos não vê uma mulher,
por
isso te beijou a nuca. Se ele quiser sexo, não resista não reclame,
apenas
faça o que ele mandar, dê prazer a ele para que ele se satisfaça e vá
embora nos deixando vivos. Esse cara deve ser perigoso, se ele se
zangar,
nos mata. Seja forte, amor, eu te amo!!!...
E a mulher respondeu:
- Estou feliz que você pense assim. Com certeza ele não vê uma mulher
há
anos, mas ele não estava beijando minha nuca. Ele estava cochichando em
meu
ouvido. Ele me falou que te achou muito sexy e gostoso e perguntou se
temos
vaselina no banheiro. Seja forte, amor. Eu também te amo...!!!
Moral da história: PEDIR CORAGEM AOS OUTROS É FÁCIL!!!
VINICIUS TORRES FREIRE
Duas no cravo, uma na canela
| Folha de S. Paulo - 25/03/2009 | |
TEMOS UM problema a menos, parece. Talvez dois. Num período de deflação financeira e inflação de encrencas, não é de jogar fora. No início da nossa crise, no final de 2008, imaginava-se que o Brasil corria o risco de ficar com as contas externas ainda mais no vermelho e que a desvalorização do real ameaçaria inflar os preços. Tais hipóteses parecem agora bem remotas. Mas era comum ouvir economistas de peso incluí-las nas primeiras linhas dos seus "balanços de riscos". Isso até vir a notícia da catástrofe de dezembro, o naufrágio da indústria, sabido em janeiro. Faz dois meses. Parece que foi no pré-cambriano. Imaginava-se então que o país cresceria demais para um ambiente mundial de crise, gastaria demais e não teria como financiar suas despesas em moeda "forte" (dólar). Diga-se de passagem que tanto o Banco Central como a Fazenda acreditavam mais ou menos nessa hipótese: o BC vendo riscos, Fazenda e Lula vendo fortalezas. No ar. A julgar pelos dados divulgados ontem pelo BC, o déficit externo parece comportado (trata-se da diferença entre o que o país gasta e recebe na compra e venda de bens e serviços no exterior). O déficit por ora previsível está sendo coberto pela entrada do investimento dito "produtivo". Quanto mais déficit, mais risco de alta do dólar, por exemplo. Em outras crises, a aversão do capital ao Brasil era tão grande que em geral quebrávamos e/ou vivíamos grandes desvalorizações. Havia ainda aumentos brutais do custo da dívida pública interna. Não desta vez. O desagradável é que a baixa dos riscos de inflação e déficit externo se deveu a uma encrenca maior do que a esperada: o afundamento brusco e inédito da atividade econômica. Importamos menos, viajamos menos, há menos remessas de lucros porque a atividade caiu etc. Mas também vamos vender 20% menos para o exterior, neste ano. Foram duas no cravo e uma forte na canela, para não dizer ferradura. Não ficamos sem gasolina no tanque porque o carro passou a andar devagar, quase parando. Ainda assim, poderíamos ter tido alguma inflação derivada do real fraco, mesmo com o PIB baixo, e os investidores poderiam ter desistido do país (no caso de aplicações financeiras, ainda há fuga de dinheiro, mas, no caso do investimento dito "produtivo", os resultados são surpreendentemente bons). Isto posto, a média dos economistas mais ligados à finança acredita em crescimento zero da economia em 2009; o governo sonha com alta de 2% do PIB. Mas, como o demonstra a volatilidade de previsões e análises econômicas, o futuro não está dado, embora um tanto prejudicado. Há meios de evitar que o PIB cresça menos que a população, ao menos. O governo vai anunciar um pacote de construção de casas. Talvez até menos importante que a tralha de números será o modus operandi. O governo opera muito mal quando se trata de investir, como esta Folha o demonstrou no caso do conserto das estradas, coisa até simples de fazer. Outra medida é suspender o aumento dos servidores -ninguém vai ter aumento neste ano, se é que vai ter emprego. Por fim, o talho dos juros deve continuar. Para tanto, o governo terá de tomar mais medidas impopulares, como mexer na poupança. Não tem jeito. |
FERNANDO RODRIGUES
A resiliência do PMDB
| Folha de S. Paulo - 25/03/2009 |
Uma contabilidade das pesquisas Datafolha nas disputas estaduais para 2010 mostra, mais uma vez, a força do PMDB. Apesar de todas as acusações de corrupção e fisiologismo, esse é o mais resiliente de todos os partidos brasileiros. |
MÓNICA BÉRGAMO
Ampulheta
| Folha de S. Paulo - 25/03/2009 |
O governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB-MG), deve depor nos próximos dias no processo que investiga o mensalão. Ele foi convocado como testemunha de defesa e tem direito de marcar a hora e o local em que prestará depoimento. A Justiça mineira está sendo célere: já ouviu 66 pessoas em duas semanas e, caso o governador concorde em prestar logo o depoimento, encerrará as oitivas de Belo Horizonte até o fim da próxima semana. CANETA |
ANCELMO GOIS
Solução à vista
| O Globo - 25/03/2009 |
Foi suspenso o julgamento marcado para hoje no STF daquela famosa ação de defasagem tarifária da velha Varig contra o governo (em jogo uns R$5 bi ). |
MERVAL PEREIRA
Populismo
| O Globo - 25/03/2009 |
O presidente Lula continua na firme disposição de passar otimismo para a população, negando a gravidade da crise econômica, como se essa atitude pudesse mudar as coisas. No mesmo dia em que a pesquisa Focus realizada pelo Banco Central com os agentes econômicos reduzia a expectativa de crescimento do PIB no ano para pouco mais que zero, o presidente fazia uma de suas famosas metáforas, dizendo que "cabra macho" não deixa de trabalhar por causa de uma gripe qualquer. |
ILIMAR FRANCO
Uma nova atitude
| Panorama Político |
| O Globo - 25/03/2009 |
O secretário de Desenvolvimento de São Paulo, Geraldo Alckmin, não vai enfrentar o governador José Serra para ser candidato do PSDB ao governo estadual. Fez isso em 2006, para concorrer a presidente, e em 2008, para disputar a prefeitura paulistana. Agora, mesmo na frente nas pesquisas, informou a seu grupo que vai seguir a orientação de Serra. Os serristas avaliam que o PSDB fará o próximo governador, seja qual for o candidato. Tintim |
DORA KRAMER
Ética da conveniência
O ESTADO DE SÃO PAULO - 25/03/09
No exato momento em que o presidente da República sugere ao PT que apresente como candidato ao governo de São Paulo um ex-ministro obrigado a deixar o cargo por impossibilidade de conciliar o comando da economia com a suspeita de crime de mando na quebra do sigilo bancário de um cidadão, o ex-tesoureiro do partido, símbolo do escândalo do mensalão, pede anistia partidária para se candidatar a deputado federal por Goiás.
Luiz Inácio da Silva conta com a absolvição de Antônio Palocci no Supremo Tribunal Federal, leva em consideração os votos recebidos por ele para deputado federal em pleno curso do processo, aposta no sucesso de Palocci na classe média e no trânsito que tem entre o empresariado.
São argumentos pragmáticos. Baseados na convicção de que os fatos se apagam se o STF não encontrar a digital do então ministro no extrato da conta do caseiro Francenildo Costa na Caixa Econômica Federal, exibido para desmoralizá-lo como testemunha de acusação ao ministro numa confusão relativa às suas andanças numa casa de lobby em Brasília.
A cúpula do PT se divide quanto ao pedido de anistia de Delúbio Soares. Há os que concordam com ele, acham a expulsão uma penalidade muito dura, injusta para quem por três anos já pagou os “erros” com o ostracismo.
Mas há os que discordam de uma reintegração, entre eles o presidente Lula, a esquerda do partido e mais o grupo do voto vencido, que sempre defendeu um processo mais rigoroso de revisão de procedimentos, integrado pelo ministro Tarso Genro e o secretário-geral do PT, deputado José Eduardo Cardozo.
Estes têm se mantido calados. Aqueles apresentam seus argumentos. Igualmente pragmáticos, como no caso de Palocci. Para o presidente, a volta de Delúbio seria um “erro político”, uma fonte de problemas para o PT, o governo e a ministra Dilma Rousseff; não por ser chefe da Casa Civil, guardiã da administração, mas por ser alegadamente a candidata à sucessão de Lula em 2010. O veto à anistia obedece sempre à mesma variante Um diz que traria à baila uma pauta negativa, o outro pondera que seria um prato cheio para a “direita”.
Não se ouve, porém, ninguém defender, senão a ética ou a legalidade, mas o programa do partido, cujos estatutos Delúbio violou. Segundo o ato de expulsão, o ex-tesoureiro cometeu “infração grave às disposições legais e estatutárias” e “inobservância grave dos princípios partidários”. Tanto na visão dos defensores quanto na percepção dos detratores da anistia, o pragmático se sobrepõe ao programático.
Não há, pois, dilema pelo fato de Delúbio Soares ter feito tudo aquilo de que o acusaram para expulsá-lo, nem há reparo na circunstância de um processo em curso no Supremo por corrupção ativa e formação de quadrilha.
Não há desconforto aparente com a existência de outras nove ações contra ele; quatro por improbidade administrativa, uma de iniciativa popular motivada pelo mensalão, outra sob a acusação de participar de esquema de fraudes na compra de remédios no Ministério da Saúde, duas na Justiça de Goiás por abandono de emprego e receber da Secretaria de Educação sem trabalhar e, na derradeira, é acusado por fraudes em empréstimos contraídos junto ao BMG para o PT.
Uma folha corrida e tanto que, no entanto, a julgar pela argumentação dos petistas contrários à sua volta, não teria maior peso caso não fosse um potencial estorvo à campanha do partido nas próximas eleições. Não é, note-se, o prontuário do cidadão o que constrange, mas o uso que a “direita” poderia fazer dele obrigando o partido a lembrar que seus dirigentes um dia foram acusados pelo procurador-geral da República de montar uma “quadrilha” no aparelho de Estado para financiar partidos aliados.
Há, ainda, a alegação de autoria do secretário de relações internacionais do PT, Valter Pomar. Segundo ele, Delúbio não merece o perdão porque não “reconheceu seus erros”, não se assume culpado.
Quer dizer, se clamasse “errei sim”, não representasse um risco de dano eleitoral, não fosse um “contratempo para quem deseja manter o foco no objetivo principal: vencer em 2010”, Delúbio estaria zerado, credenciado a entrar no Parlamento depois de sair burocracia partidária pela porta dos fundos.
Perna curta
O PMDB precisa escolher: ou dissemina a versão de que vai se dividir entre a candidatura do PSDB e o nome da preferência do Planalto ou espalha que Michel Temer poderá vir a ser o vice de Dilma Rousseff.
Uma exclui a outra. Se parte ficar com a oposição e parte se aliar ao governo, o PMDB não poderá integrar oficialmente nenhuma chapa, porque isso implica definição formal do partido com certidão registrada na Justiça Eleitoral.
É justo que o PMDB agora atire para todos os lados, a fim de firmar a imagem de parceiro imprescindível. Mas é conveniente também que o faça sem agredir os fatos.
ÉLIO GASPARI
Eu lutei ao lado do Bolívar, não gosto do Chávez, e acho que a refinaria que leva meu nome será uma desonra |
Por favor, não deixe que meu nome seja associado a uma obra que contraria minha fé no progresso e no gênero humano. A refinaria Abreu e Lima foi projetada para custar R$ 9 bilhões. Os fornecedores de obras e equipamentos já estão pedindo R$ 23 bilhões. Uma unidade de coque foi orçada em R$ 15 bilhões. Não vale a quinta parte disso. Felizmente vocês cancelaram essa licitação. Espero que levem adiante a faxina. As grandes empreiteiras engoliram as empresas de engenharia que operavam no setor, juntaram-se e fizeram um cartel, como faziam no Recife os comerciantes portugueses.
Ao contrário do que se presume, não gosto desse coronel Hugo Chávez. Ele acha que porque escrevi um livrinho intitulado "O Socialismo", eu sou aquilo que vocês denominam de socialista. Isso é coisa de quem fala sem ler. Meu socialismo é a visão de uma sociedade de congraçamento, não é ciência, doutrina, religião, seita ou sistema. Tenho horror a confisco de propriedades e abomino os comunistas, gente odiosa. Aliás, nunca li nada desse Karl Marx e acho-o um chato, intratável. Aqui ele só tem um amigo, o Luiz Carlos Prestes.
Quando a Petrobras concordou em me homenagear, interessei-me pelos seus assuntos e tenho conversado com o Getúlio Vargas, que criou a empresa. É um homem discreto, mas outro dia deixou escapar que estão fazendo coisas tão agressivas e primitivas que lhe parecem ideias do Gregório Fortunato, um negro enorme que sempre o acompanha, mas não me parece muito inteligente. Vargas me contou alguns casos de fúria arrecadadora durante a campanha eleitoral em que o senhor se reelegeu. Assustei-me ao saber de presidente de empresa telefonando para fornecedor e ministro pedindo hora. Já lhe contaram que a Petrobras quer o investimento venezuelano, mas não quer dar ao Chávez uma rede de distribuição? Acho até que faz muito bem, mas o coronel não é bobo, haverá de segurar o dinheiro.
Não falo de seus colaboradores, mas devo chamar sua atenção para o grau de exposição a que estão submetendo nosso governo. Daqui podemos ver a campanha presidencial do ano que vem e, pelo que me recordo das baixezas de 2002, ela vai além.
Como pernambucano e meio xará, subscrevo-me,
José Ignácio de Abreu e Lima
QUARTA NOS JORNAIS
- Globo: Petrobras: gasolina não cairá pois é mais barata que água
- Folha: Aécio lidera ranking de governadores
- Estadão: Governo decide subsidiar o bolsa-habitação com R$16 bi
- JB: Copacabana perde valor
- Correio: E os servidores do Senado ainda querem aumento...
- Valor: BNDES amplia compras de participação em empresas
- Gazeta Mercantil: Desempregados terão parcelas extras de seguro
- Estado de Minas: Você arrisca a vida e ainda vai pagar por isso?
- Jornal do Commercio: Camelôs impõem caos na volta para casa


