sexta-feira, julho 25, 2008

SEXTA FEIRA

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Se voce não gosta da fruta, o problema é seu.



quinta-feira, julho 24, 2008

NO HOSPITAL

Um rapaz estava em uma cama de hospital. Não tinha braços, pernas e nem orelhas.
Era cego de um olho e comia por um tubo.
De repente, passa no corredor uma mulher gostosíssima e o cara berra com as poucas forças que tem:
- Ô gostosa, que tal vir aqui e me fazer um boquete?
O pai, ao ouvir aquilo o repreende e diz:
- Meu filho, não devia dizer estas coisas. Deus castiga!
- Ele vai fazer o quê? Me despentear?
BATMÃE


É PT? É LADRÃO



JANIO DE FREITAS

Folha de São Paulo


Histórico

O advogado Luiz Eduardo Greenhalgh está batendo na trave há muito tempo.Ainda quando Luiza Erundina era prefeita de São Paulo, Greenhalgh, segunda figura na administração, foi personagem central de uma denúncia de extorsão. Erundina, verificado o episódio sem dificuldade, decidiu demiti-lo, mas foi impedida pelo PT, Lula à frente. A prefeita não permitiu mais que Greenhalgh tivesse tarefa alguma, nem ao menos lhe dirigia a palavra.Por ocasião do assassinato de Celso Daniel, prefeito de Santo André, Greenhalgh faz apressada penetração no caso, com a qual proporcionou numerosas aparências de não ter como objetivo o esclarecimento do crime e seu motivo. Foi um caso com muitos indícios de extorsões e corrupção.No círculo central de atingidos, ou já atingidos, pela tal Operação Satiagraha, lá está Luiz Eduardo Greenhalgh, em variados papéis, para dizer o mínimo, de duvidosos métodos e finalidades. Desta vez, a bola bate na trave, mas parece fazê-lo pelo lado de dentro.

terça-feira, julho 22, 2008

TROCA DO CARALHO
LULA

O presidente da república, em suas viagens pelo Brasil, entra em um bordel, e senta-se no balcão do bar ao lado de uma linda garota de programa.
Encantando com a beleza dela, pergunta:
- Oi doçura! Quanto você quer para passar uma noite comigo?
E ela responde:
- Se o senhor conseguir fazer o seu pinto crescer como fez com os juros, mantê-lo duro como estão todos os brasileiros, levantar minha saia como está fazendo com os impostos, baixar minha calcinha como está fazendo com os salários, mudar de posição como mudou na sua vida política e me foder do jeitinho que está fodendo o povo brasileiro, É DE GRAÇA!
Pitbull assassino

Saindo do supermercado, um homem se depara com uma inusitada procissão de funeral.
Primeiro vinha um caixão preto e depois um segundo caixão preto.
Em seguida um homem sozinho levava um pitbull na coleira. Finalmente atrás dele uma longa fila indiana só de homens.
Sem conseguir conter a sua curiosidade, ele se aproxima delicadamente do homem com o cachorro e diz:
- Meus sentimentos por sua perda. Sei que o momento não é dado, mas eu nunca vi um enterro assim. O senhor poderia me dizer quem faleceu?
- Bem, no primeiro caixão está a minha esposa.
- Sinto muitíssimo!
– disse com pesar - O que aconteceu com ela?
- Meu cachorro a atacou.-
Que tragédia! E o segundo caixão?
- Minha sogra, ela tentou salvar a filha e também não resistiu.
O homem fica em silêncio consternado e olha nos olhos do viúvo e diz, sem pensar:
- Me empresta o cachorro?
E o viúvo:
- Entra na fila...

sábado, julho 19, 2008


Ensaio:

Roberto Pompeu de Toledo


As sete maravilhas de Brasília

Uma tentativa de corrigir o resultado sem calor nem surpresas de um concurso
Um recente concurso para eleger as sete maravilhas de Brasília, promovido por um certo Bureau Internacional de Capitais Culturais, terminou, computados os votos eletrônicos de 22.971 pessoas, com o seguinte resultado: 1ª colocada, Catedral; 2ª) Congresso Nacional; 3ª) Palácio da Alvorada; 4ª) Palácio do Planalto; 5ª) Templo da Boa Vontade; 6ª) Santuário Dom Bosco; 7ª) Ponte JK.
O eleitorado comportou-se de forma previsível. Mas Brasília não é só arquitetura, é uma capital que pulsa e estremece. Tampouco se resume a cidade a suas expressões mais óbvias. Como todo lugar que se preza, abriga recônditos insuspeitados. Diante do resultado de certa forma decepcionante do concurso, sem atenção ao verdadeiro espírito da capital, o colunista que vos fala houve por bem elaborar uma lista alternativa, na qual são levados em conta valores que vão além da solidez da argamassa ou da graça do desenho. Ei-la:
• Mansão da "República de Ribeirão Preto". Alugada por velhos amigos do então ministro da Fazenda Antonio Palocci. Seria lugar de festas e de transações comerciais, segundo denúncia do caseiro Francenildo dos Santos Costa. Demonstra o espírito convivial reinante na capital da República e o valor da amizade. Mesmo no ápice do poder, o mais ilustre freqüentador da casa não descuidava dos companheiros do torrão natal.
• Restaurante Fiorella. Um dos restaurantes da Câmara dos Deputados. Tinha como concessionário Sebastião Buani, que denunciou ter pago, em 2003, um "mensalinho" ao deputado Severino Cavalcanti, então primeiro-secretário da Casa. Demonstra que nem tudo na capital precisa ser "ão".
• Agência do Banco Rural. Deputados, assessores e familiares abasteciam-se ali das doações não contabilizadas distribuídas à generosa época de Delúbio Soares e Marcos Valério. Mostra a existência de dependências, na capital federal, capazes de produzir efeitos mais desconcertantes do que brinquedos de parque de diversões. Houve o caso da mulher de um deputado que foi pagar uma conta de TV por assinatura, se distraiu e saiu com 50 000 reais na bolsa.
• Apartamento do ex-deputado Roberto Jefferson. De suas janelas abertas, no período em que a cidade viveu sob a égide do episódio conhecido como "mensalão", uma voz potente brindava os transeuntes com as notas sentidas de Cuore Ingrato. O então deputado procurava na música um descanso ao duplo afazer de denunciar e defender-se. Demonstra o amálgama de política e arte que também é apanágio da capital brasileira.
• Sala da Comissão de Orçamento do Congresso. Sede de sobrenaturais eventos ocorridos nos idos da década de 90. Como se dotados de vida própria, dinheiros saltavam das colunas de receita e despesa da União para se aninhar nas contas de seres pequenos, apropriadamente apelidados de "anões". Ocorriam milagres, como um desses pequenos indivíduos ser contemplado 221 vezes com prêmios da loteria. Sustentam alguns que tais eventos não se circunscreveram àquela época. Continuariam a ocorrer até hoje e, em se procurando, se revelariam. O fenômeno, se confirmado, demonstraria a continuidade dos usos na capital federal.
• Casa da Dinda. Residência particular de um ex-presidente. Numa época de economia travada e hiperinflação, constituiu-se num cantinho de progresso na capital federal. Recebeu melhorias nos jardins, na iluminação e no lago artificial, culminando com a instalação de dez cascatas, em diferentes pontos da propriedade. Ao fastio sucedeu a decadência. Apeado do poder e ausente da cidade, o proprietário condenou-a a amargar, como ele próprio, um período de ostracismo e decadência. Ultimamente, ambos se reerguem: o dono, de volta à cidade, e a casa, submetida a uma reforma. Nesta lista, a casa exemplifica o poder de regeneração que, como nos organismos mais resistentes, também se manifesta em Brasília.
• Apartamento do ex-senador Ney Suassuna. Neste local, no ano de 2002, corria uma animada festa de fim de ano, presentes políticos e jornalistas, mas o senador Renan Calheiros só tinha olhos para a moça de compridos cabelos negros. Começou aí o namoro com Mônica Veloso. O local entra na lista como lembrança de que o amor também floresce em meio à vegetação miúda do cerrado e à secura do ar de Brasília. Poderia ser lembrado igualmente o salão de festas do Clube das Nações, onde, em setembro de 1990, ao som de Besame Mucho, teve início outro célebre caso de amor na capital federal, o dos ministros Zélia Cardoso de Mello e Bernardo Cabral. Ganha o apê de Suassuna por ter abrigado evento mais recente.
Ao contrário da lista oficial, esta vai sem hierarquia. O colunista hesita em dar maior peso a esta ou aquela das maravilhas. O leitor e a leitora estão convidados a fazê-lo, assim como a corrigir erros e omissões. Façam suas apostas, senhoras e senhores.
Revista VEJA
XADREZ



SÁBADO NOS JORNAIS

- FOLHA: Procuradoria investiga se houve boicote a delegado

- O GLOBO: Delegado acusa PF de obstruir investigações no caso Dantas

- ESTADÃO: Delegado acusa PF de boicote no caso Dantas

- JB: Migrantes da violência

- CORREIO: Flagrantes por embriaguez explodem no DF

- VALOR: Impasses rondam a reunião ministerial para salvar a rodada de Doha

- GAZETA MERCANTIL: Rigor americano no consumo faz preço do petróleo despencar

- ESTADO DE MINAS: PF indicia três conselheiros do TCE de Minas

- JORNAL DO COMMERCIO: Delegado faz queixa formal por ter sido afastado da operação Satiagraha

sexta-feira, julho 18, 2008

O COCHILO DO PIT BULL

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Ô Pit bull, acorda, toma conta do que é seu.

A encenação do presidente

editorial
O Estado de S. Paulo
18/7/2008

Ao chamar de mentiroso o delegado Protógenes Queiroz, da Polícia Federal (PF), por ter difundido a história - verdadeira - de que foi removido do comando da Operação Satiagraha por uma decisão política, o presidente Lula representava seu papel numa farsa muito mal ensaiada por seus protagonistas. Obter o afastamento do delegado foi o único motivo da tensa reunião ocorrida na sede da superintendência da PF em São Paulo, segunda-feira à noite. Dela participaram, além do próprio Protógenes e de seus colaboradores mais próximos no caso, o superintendente regional e emissários da cúpula do órgão. Num esforço inútil para evitar que a sua saída fosse interpretada como um acerto para beneficiar o banqueiro Daniel Dantas - ou como precaução contra novas evidências do envolvimento de gente próxima do governo com o principal alvo da Satiagraha - fabricou-se a esfarrapada versão do desligamento “a pedido”: o delegado precisaria concluir um curso de 30 dias, iniciado em março.
Deu tudo errado.
De pronto, ele resistiu ao arranjo, pedindo para continuar instruindo o inquérito, embora longe dos holofotes, pelo menos nos sábados e domingos, quando não teria aulas a freqüentar em Brasília. No relato da Polícia Federal, foi como se ele tivesse querido abandonar a investigação, ou dela se ocupar apenas nos fins de semana. “A sugestão não foi acatada, já que traria prejuízo às pessoas convidadas a prestar esclarecimentos”, foi o máximo que uma nota da PF conseguiu tecer. Vencido, Protógenes não só contou a amigos o que se passara, mas ainda lhes disse que a gravação mostra como os fatos se passaram. Fingindo ignorá-los - e fazendo de conta que nada tinha a ver com o defenestramento -, Lula simulou uma repreensão a “esse cidadão”, que “não pode, depois de fazer todas as coisas que tinham de ser feitas no processo, na hora de finalizar o relatório dizer ‘eu vou embora fazer meu curso’ e ainda dar vazão a insinuações de que foi tirado”.
Na realidade, resolveu atirar no cidadão depois de ser alertado sobre os efeitos adversos, para o governo, de sua retirada abrupta. A advertência chegou tarde, depois que circulou pela mídia a versão de que o presidente, o ministro da Justiça, Tarso Genro, e o diretor-geral da PF, Luiz Fernando Corrêa - nem sempre pelos mesmos motivos -, queriam ver Protógenes pelas costas. Por isso, sob a suspeita de que ordenara uma operação-abafa para poupar Daniel Dantas, Lula tratou de se desvincular do problema, culpando o policial pelo que, afinal, lhe fizeram. Implicitamente, porém o bastante para os insiders entenderem, também alvejou Genro e Corrêa, porque não teriam sabido conduzir a fritura, sem respingos na imagem presidencial. É pouco provável que a descompostura tenha outro resultado além de evidenciar, pela enésima vez, que Lula jamais se afogará por ter cedido a alguém o último colete salva-vidas.
A esta altura, de fato, ele não tem como “desvazar” as gravações que lançam luz sobre o acesso ao Planalto dos interesses do banqueiro de quem Lula guarda profilático distanciamento. Companheiros históricos do presidente, como o advogado Luiz Eduardo Greenhalgh e, mais ainda, o seu chefe de gabinete, Gilberto Carvalho, foram flagrados cuidando, de uma forma ou de outra, das conveniências de Dantas. Também o nome da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, entrou no circuito, embora ela possa invocar ter dito certa vez a Greenhalgh que o seu cliente era “encrenca”. Sintomaticamente, nenhum deles joga no time de Tarso Genro. Ao ministro se atribui, por exemplo, a intenção de se substituir à “mãe do PAC” como eventual candidato petista à sucessão de 2010. E o antagonismo entre ele e o ex-ministro José Dirceu - que quis aproximar Dantas de Lula - é escancarado.
O que leva a pensar que, se a equipe de Lula e a Polícia Federal têm algo em comum, é a onipresença de suas facções. Os críticos mais estrepitosos do desempenho de Protógenes são do grupo do diretor-geral Corrêa (que não o perdoa por tê-lo mantido no escuro sobre as gravações de petistas). Já os seus defensores se alinham com o antecessor de Corrêa e atual diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Paulo Lacerda. A decisão de Protógenes de envolver a Abin na investigação, aliás, polarizou a corporação e foi decisiva para a sua degola. Na hora da crise, as divisões se acentuam - e escapam ao controle da hierarquia.
NÃO ESCULACHA


SEXTA NOS JORNAIS

- Globo: Tráfico executa PMs para roubar armas

- Folha: PF libera apenas trechos de diálogo com delegado

- Estadão: PF vê indícios de lavagem em conta de Dantas

- JB: Rio cobra saída para guerra

- Correio: Planalto pesa a mão sobre delegado da PF

- Valor: Investimento em pequenas hidrelétricas atinge R$15 bi

- Gazeta Mercantil: Rigor americano no consumo faz preço do petróleo despencar

- Estado de Minas: Governo insiste que delegado pediu para sair

- Jornal do Commercio: Calote cresce 6,1%

segunda-feira, julho 14, 2008

CORREIO


SEGUNDA NOS JORNAIS

- FOLHA: PF acusa Opportunity de driblar fiscalização

- O GLOBO: Relação de Daniel Dantas com governo preocupa Lula

- ESTADÃO: Dantas faz lobby para negócios ilícitos no Planalto, afirma PF

- JB: Baixa renda busca preservar crédito

- CORREIO: PF investiga lobby de Dantas no Congresso

- VALOR: Cobrança do INSS dispara com ação da Super-Receita

- GAZETA MERCANTIL: A teia de aranha societária de Dantas

- JORNAL DO COMMERCIO: Daniel Dantas volta a depor na quarta

domingo, julho 13, 2008

MINISTRO BÊBADO
REPROVADO NO BAFÔMETRO

GILMAR MENDES PRESIDENTE DO STF
Alemães, uma gente muito estranha

Relato de uma excursão pela Alemanha.

"Após 40 dias cruzando a Alemanha de norte a sul e de leste a oeste, temos uma constatação a fazer: os alemães são hoje um povo muito estranho.
Listamos a seguir atitudes escandalosas e irresponsáveis que eles adotam. Não queremos gente assim no Rio de Janeiro e São Paulo, para atrapalhar o nosso cotidiano animado de paz e harmonia:
- Os metrôs daqui da Alemanha não têm catraca, o povo compra o bilhete, mas não tem ninguém a quem mostrar esse bilhete.
- As bicicletas ficam soltas nas ruas, com cadeado, mas sem estarem amarradas a nada. E eles ainda desperdiçam um monte de espaço com ciclovias e nem deixam os pedestres andarem nelas, como acontece nas nossas.
- Incrível: os estranhos alemães param nos sinais vermelhos na hora, mesmo de madrugada, quando não há qualquer chance de um carro passar no sentido contrário.
- Os pedestres, não atravessam de jeito nenhum, uma rua, enquanto o sinal para eles não ficar verde, mesmo que não venha nenhum único carro; eles ficam ali perdendo tempo, esperando abrir o sinal.
- Não há limite de velocidade nas estradas (apenas uma recomendação para não ultrapassar 130 km/h, nunca seguida); Ah, e fazem um desperdício de cimento, porque a pista, tem 70 cm de espessura, de puro concreto.
- Nesse país esquisito, um jovem, para adquirir a carteira de motorista, leva quatro anos de escola. As aulas são feitas em conjunto com o colégio.
- Nas estradas, todos os carros andam nas pistas da direita e as pistas da esquerda ficam vazias para os carros mais velozes, um contra-senso de desperdício.
- A gente saia à meia noite para passear na praça e não via nenhum assaltante para quebrar a nossa monotonia.
- O governo que essa gente estranha elege, não cobra pedágio nessas estradas esquisitas. E eles estão sempre fazendo obras, modernizando mais ainda as rodovias, não se sabe para quê, nem com que dinheiro;
- A periferia das grandes cidades, desperdiça todas as áreas com campos verdes e florestas, ao invés de deixar pessoas usarem de forma mais racional os espaços, com favelas, lixões, por exemplo.
- Os caras fabricam uns carrões, tipo BMW, Mercedes, Audi e VW, e nem blindam. E ainda deixam nas ruas à noite.Tem um monte de maluco que, além disso, ainda tem coragem de andar de carro conversível.Certamente eles têm o hábito de andar com revólver no porta-luvas para se defender.
- Essa é incrível: os caixas automáticos dos bancos ficam nas ruas, em plena calçada! E não tem ninguém tomando conta.E ainda funcionam a noite inteira. Não falo alemão, mas aposto que os jornais estão cheios de notícias sobre assaltos nesses caixas automáticos.
- As calçadas têm espaços livres que são desperdiçados com pessoas ao invés de deixar o elemento mais importante de uma cidade - os carros - tomarem conta. E aí, para resolver esse contra-senso, os alemães constroem um monte de garagens subterrâneas.
- Em engarrafamentos, eles desperdiçam aquela pistona do acostamento e não ultrapassam ninguém por ali. Se fossem mais espertos, teriam um trânsito mais legal, como o nosso, que ultrapassa por qualquer lado, até pelo acostamento.
- Os jornais do dia ficam empilhados e tem uma caixinha do lado onde você coloca uma moeda e leva um jornal, e não tem ninguém ali para cobrar; mas o gozado é que são tão esquisitos, porque ninguém leva um jornal sem pagar.
Ainda bem que a excursão acabou e estamos voltando para a nossa "civilização."

Blog connexio
ESCULTURA

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piaaaada
Pra começar a semana com uma boa gargalhada!!! rsrsrs
O Jato...rsrs

Um avião sofre uma pane e o piloto é obrigado a fazer uma aterrissagem de emergência, mas, graças à sua habilidade, consegue pousar em segurança no meio de uma avenida.
Passado o pânico, os passageiros batem palmas e começam a sair do avião. Tudo parecia resolvido quando um táxi desgovernado bate no avião.
No interrogatório com o motorista Washington, o delegado questiona:
- O piloto evita uma catástrofe e o senhor consegue bater no avião parado? Como é que o senhor não viu este jato no meio da pista?
- Doutor, eu peguei um casalzinho lá no shopping, eles entraram no táxi e começaram o maior amasso e eu 100% de atenção no trânsito.
- Sim, prossiga...
- Ele tirou a blusa dela e começou a chupar os peitos da moça, e eu vendo pelo espelhinho, mas com 90% de atenção no trânsito.
- Continue....
- Ele enfiou a mão nas pernas da moça e puxou a calcinha dela, e eu com 80% de atenção no trânsito.
- E...?
- Ela abriu o zíper e caiu de boca no bilau do rapaz, daí foi para 50% minha atenção no trânsito.
- OK, e então...?
- Naquele pega-pega e chupa-chupa, ela tirou o bilau da boca e apontou na direção da minha nuca, nisso o rapaz gritou: - OLHA O JATO!!!
- Abaixei a cabeça na hora e nem vi a cor do avião .....
Doutor, como eu ia saber se era o jato de porra ou a porra do jato?

Colaboração enviada por APOLO
BRAZIL ZIL ZIL ZIL ZIL



O diabo mora no detalhe; Deus está no Daniel Dantas
Blog do Josias se Souza -Folha

No Brasil, como se sabe, não há muito em comum entre os habitantes do pedaço miserável e os moradores do país dos ricos.

Ocupam o mesmo espaço por mera fatalidade geográfica. Ainda assim, em bairros diferentes.

Nesse cenário, a prisão de um brasileiro poderoso, por incomum, sempre chama a atenção. Tem-se, por um instante, uma sensação benfazeja.

Surpreendido, o rico sente-se violado nas fronteiras que o separam de um Brasil que não é o dele. É como se acordasse no país dos pobres.

E a alma do miserável é tomada de assalto por uma ilusão. A ilusão de que vive no mesmo Brasil dos bem-nascidos, submetido às mesmas leis.

Logo, porém, o sistema de conveniências tácitas que dirige a apuração dos escândalos volta a dar as caras.

Entre a apuração e a perspectiva de punição há um longo curso de decisões. Entre elas a que manda prender. E outra, invariável: a que manda soltar.

Às vezes, o escândalo é tão escancarado que é impossível não reagir. Mesmo que a contra-reação dê à ação uma aparência de pantomima.

O encrencado rico, quando é pego, tem os seus segundos de má fama. Arrosta um ou outro embaraço. Porém...

Porém, sabe que cadeia não é lugar de rico. Sabe que, no Brasil, acima de um certo nível de renda, nada é tão grave que justifique o desconforto de uma cana longeva.

Mesmo num desenho animado, quando submetidos a um abismo, os personagens só caminham sobre o vazio até certo ponto.

Caem no instante em que se dão conta de que estão pisando o nada. Na animação brasileira, a coisa é diferente.

Só o pobre despenca. O rico não cai em precipício. Não se dá por achado. Não olha pra baixo. Sempre consegue alcançar o outro lado. O seu lado.

Nos últimos anos, o Brasil conseguiu içar alguns patrícios pobres do fundo do poço. Não viraram ricos. Mas trocaram a miséria absoluta pelo mercado consumidor.

O novo desafio é trazer o rico delinqüente para o Brasil miserável. O grande, o maior escândalo do sistema carcerário não são os que estão lá. São os que não estão.

Diz-se que o diabo está nos detalhes. E detalhes não faltam ao escândalo que assedia Daniel Dantas.

Demonstrou-se, por exemplo, em minúcias, a tentativa de aliciamento de um delegado: R$ 1 milhão. Tudo filmado.

Parte da grana desembolsada. O resto apreendido. Depoimento confirmando a origem da pecúnia. Pela lei, coisa bastante para justificar uma prisão preventiva.

Subverteu-se, porém, a máxima. No Brasil, não é o Tinhoso, mas Deus quem mora nos detalhes. Melhor: Deus está no Daniel Dantas.

sexta-feira, julho 11, 2008

COURO DE PICA II

STF manda soltar Daniel Dantas novamente


Greenhalgh pediu informação sobre PF a Planalto
Henrique Gomes Batista e Gerson Camarotti
O Globo
11/7/2008
Ex-deputado procurou chefe de gabinete de Lula para saber se homem de confiança de Dantas era investigado
O ex-deputado federal pelo PT Luiz Eduardo Grenhalgh – desde ontem contratado como advogado oficial de Dantas – recorreu a Gilberto Carvalho, chefe de gabinete do presidente Lula, ao menos quatro vezes para saber se havia litígios contra Humberto Braz, homem de confiança de Dantas. (págs. 1 e 25)
O ex-deputado federal pelo PT e advogado Luiz Eduardo Greenhalgh - contratado pelo Opportunity ano passado para solucionar um litígio e, desde ontem, advogado de Daniel Dantas - recorreu a seus contatos com Gilberto Carvalho, chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao menos quatro vezes em 18 meses. Na última delas, ele pediu que o amigo petista procurasse saber se havia investigação em algum órgão da Presidência da República sobre Humberto José da Rocha Braz, homem de confiança de Daniel Dantas que participou da oferta de propina a um delegado da Polícia Federal (PF) para tentar excluir o banqueiro das investigações que culminaram na Operação Satiagraha.
CEM DOLARES


SEXTA NOS JORNAIS

- Globo: Juiz desafia STF e manda prender Dantas de novo

- Folha: Dantas volta à prisão após 11 horas

- Estadão: PF volta a prender Dantas ; STF manda libertar Nahas e Pitta

- JB: Dantas volta à cadeia e já perde R$ 1 bilhão

- Correio: Entra-e-sai da prisão

- Valor: PF diz que Dantas atuava para "camuflar negócios"

- Gazeta Mercantil: Planilha liga Dantas a tentativa de suborno

- Estado de Minas: Supremo decide soltar banqueiro

- Jornal do Commercio: Médicos recusam 48% e vão pedir demissão

quinta-feira, julho 10, 2008

RABO PRESO


PRESO DE NOVO
COURO DE PICA

Daniel Dantas já está preso na PF em São Paulo
Portal Terra

SÃO PAULO - O banqueiro Daniel Dantas já voltou para a prisão, na sede da Polícia Federal em São Paulo. Por volta das 16h, Dantas foi algemado em uma viatura e levado para a PF.
Ainda de acordo com a assessoria de imprensa da PF, o juiz Fausto de Sanctis decidiu pela nova prisão do banqueiro por considerar que há indícios de que Dantas tentou subornar um delegado da Polícia Federal, responsável pela operação que resultou em sua primeira prisão e de mais 16 pessoas na terça-feira.
O banqueiro havia sido libertado nesta madrugada depois de uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).
A prisão de Dantas e de um advogado ligado ao Grupo Opportunity foi solicitada pelo Ministério Público Federal (MPF) após a PF apreender R$ 1,2 milhão na casa de Hugo Sérgio Chicarone, um dos envolvidos no suborno ao delegado que atuava na Operação Satiagraha. Para o MPF, o banqueiro teria sido o mandante do suborno, com o objetivo de que o nome dele, da irmã e de um parente fossem retirados do inquérito.
O procurador da República Rodrigo de Grandis fez o pedido de prisão ao juiz federal Fausto Matin de Sanctis depois que tomou ciência oficialmente do depoimento e do resultado da busca e apreensão realizada na residência dele e de Dantas, na última terça-feira.
Na casa do Dantas, a PF encontrou documento intitulado "contribuições ao clube". Com base nisso, a PF deduziu que no ano de 2004 foram pagos 1,5 milhão, de dolares ou reais, a titulos de "contribuição para que um dos companheiros não fosse indiciado criminalmente".
O habeas-corpus em favor de Dantas havia sido enviado ao STF no mês passado, com o objetivo de impedir uma eventual ordem de prisão ou de busca e apreensão. O pedido foi acatado pelo presidente do STF, ministro Gilmar Mendes.
Para o procurador da República Rodrigo de Grandis houve necessidade da prisão preventiva "visto que presentes indícios suficientes de autoria e de participação no delito de corrupção ativa tem sim, presentes os fundamentos exigidos no artigo 312 do código de processo penal, notadamente, a garantia da ordem pública, a necessidade de assegurar a aplicação da lei penal e a necessidade de assegurar-se a eficácia de instrução processual".
Dantas, o ex-prefeito Celso Pitta e o investidor Naji Nahas foram presos na terça-feira pela Operação Satiagraha da Polícia Federal, acusados dos crimes de gestão fraudulenta, formação de quadrilha, evasão de divisas, lavagem de dinheiro e uso de informações privilegiadas, entre outros.

quarta-feira, julho 09, 2008

Deus joga boliche com cabeças de bebês em Belém
BLOG DO JOSIAS

Supondo que Deus exista e que somos meras peças do jogo Dele, pode-se concluir: o Todo-Poderoso está de brincadeira com a religiosa cidade de Belém (PA).

Convertidos em peças de um boliche macabro, os bebês que passam pela Santa Casa de Belém são protagonistas involuntários do passatempo do Senhor.

Entre janeiro e junho de 2008, tombaram 262 bebês. Escorregaram dos leitos e das macas para as covas. Eis a contabilidade, mês a mês:

Janeiro: 31
Fevereiro: 42
Março: 39
Abril: 37
Maio: 50
Junho: 54
Julho (até o dia 7): 9

Alguns "incautos" atribuem as mortes ao descaso do Estado. Mas o médico Maurício Bezerra, que acaba de assumir o comando da Santa Casa, nega omissões.

Ou seja: trata-se mesmo, agora não há mais dúvidas, de um mega-strike do Jogador Invisível, que tudo pode.

Dias atrás, o Brasil espantara-se ao saber que haviam morrido 13 bebês na Santa Casa de Belém em escassos dois dias: de 20 a 22 de junho.

Agora, o caso parece caminhar para o esquecimento. As peças do boliche divino são pobres e sem perspectivas.

A morte de gente assim já não emociona o Brasil. Entre nós, Deus pode brincar do que bem entender. Conta com a religiosa cumplicidade dos gestores públicos.
GISELE BUNDCHEN

Gisele numa foto de 1999.

Aqui pra nós, eu já comi coisa bem melhor.
Élio Gaspari
- O teatro do Doutor Cabral custa caro
O Globo
9/7/2008

O que há no Rio de Janeiro não é uma crise da política de enfrentamento do governador Sérgio Cabral, é a crise da marquetagem do doutor Cabral. Montou-se um teatro, como se a política de segurança pública da cidade fosse um seriado de televisão. A bem da justiça, reconheça-se que nessa arte Cabral não é o único diretor de cena. É apenas o de maior desempenho.
Em menos de um mês a cidade teve três crimes chocantes. Todos envolveram agentes da ordem e neles se misturaram elitismo, demofobia e inépcia. O que faltou foi polícia.
Primeiro foi a chacina da Mineira. Um tenente e dez militares do Exército entregaram três cidadãos a uma quadrilha de traficantes e assassinos. À primeira vista, havia no Morro da Providência uma ação federal de segurança. Coisa de Nosso Guia. Muita gente boa parecia viver seu momento Tropa-de-elite: afinal o Exército subira o morro.
Teatro. O Exército dava segurança aos trabalhadores das empreiteiras (em cujo plantel o "movimento" tinha uma cota). Há dezenas de obras sem Exército nos morros do Rio. Se isso fosse nada, o desfile era parte do book do senador Marcelo Crivella.
O Comando do Leste confunde cidadãos com "elementos", mas vá lá. Difícil será entender por que escalava para o Morro da Providência um jovem tenente que morava nas fímbrias das favelas Águia de Ouro e Fazendinha, em Inhaúma. Um primo de sua mulher já estivera preso por tráfico de drogas. Não se deve julgar um oficial saído da Academia das Agulhas Negras pelo seu padrão residencial, muito menos pela parentela. No entanto, uma boa política de recursos humanos recomendaria, em benefício do jovem tenente, que ficasse longe do morro.
Dias depois, o guarda-costas do filho de uma procuradora matou um jovem com um tiro no peito numa briga de porta de boate. O assassino é um PM que trabalha há oito anos na segurança de procuradores do Estado. Ele estava há sete com a família. Nenhum serviço policial sério mantém agentes numa atividade desse tipo durante oito anos. Um guarda-costas com sete anos de casa não é mais um agente policial, é um agregado.
Tanto no Morro da Providência como na porta da boate Baronetti os crimes foram antecedidos por falhas de gente que está em cargos de comando ou chefia.
Os PMs que mataram o menino João Roberto Amorim Soares achavam que estavam numa cena de enfrentamento, na qual só um lado atira.
Decidiram que havia bandidos no carro da família Soares, assim como o tenente da Providência decidiu que a galera da Mineira deveria dar um "susto" na sua carga. O enfrentamento dessa gente não é com os bandidos. É com o "outro", um cidadão que repentinamente perde seus direitos em nome de um estado de emergência produzido pela administração do medo a serviço da marquetagem política.
Nenhuma pessoa de bom senso pode achar que está mais segura numa cidade onde um coronel da PM (Marcus Jardim) disse que 2007 deveria ser "o ano dos três Ps: Pan, PAC e Pau". Esse mesmo representante das forças da ordem presenteou um funcionário da ONU com uma miniatura do "Caveirão". É perigosa qualquer cidade onde o governador diga que uma favela é "fábrica de marginais".
Acreditar que os enfrentamentos da polícia de Sérgio Cabral têm algo a ver com uma política de segurança pública é correr atrás do papel de bobo.
ELIO GASPARI é jornalista.
CONTA CORRENTE




Diogo Mainardi

8 de julho de 2008


Daniel Dantas e Naji Nahas presos
Hoje, terça-feira, bem cedinho, olhei pela janela e vi uma câmara da TV Globo apontada para o prédio vizinho, onde mora Verônica Dantas. Pensei:
- Oba! Daniel Dantas vai ser preso!
Pouco depois, li que Naji Nahas havia sido preso junto com ele. Pensei:
- Oba, oba, oba!
Em setembro de 2005, publiquei meus dois primeiros artigos sobre Daniel Dantas, intitulados "Resumo da Ópera" e "Resumo da Ópera 2". Eu dizia:
"Até 2002, Marcos Valério era um operador local de Dantas, encarregado do abastecimento do bando mineiro do PSDB. Quando Lula foi eleito, Marcos Valério se aproximou de Delúbio Soares e passou a canalizar toda a propina que Dantas era obrigado a pagar ao governo federal, representado pelo bando de José Dirceu".
Depois desse segundo artigo, fui procurado por Daniel Dantas. Ao todo, encontrei-o quatro vezes, em seu escritório, entre setembro de 2005 e maio de 2006.
Desde o primeiro encontro, impressionei-me com sua vergonhosa falta de coragem. Por esse motivo, duvido que ele diga o nome dos políticos que pagou, apesar de estar na cadeia. Pressionado, ele sempre recorre à barganha mais rasteira, distribuindo ameaças. No artigo "A última sobre Dantas", citei alguns dos fatos que podem atemorizar Lula e o PT. Recomendo sua releitura, em particular o trecho sobre o encontro de Lula com a diretoria do Citibank.
Naji Nahas, o parceiro de Dantas, é protagonista de um episódio que, até hoje, ninguém se interessou em apurar. Em fevereiro de 2006, em "Para entender o caso Nahas", denunciei seu envolvimento numa negociata da Telecom Italia. Dois anos depois, em fevereiro de 2008, na coluna "Fantasioso? Sórdido?", finalmente consegui reconstruir o caso, a partir de um documento do diretor-financeiro da própria Telecom Italia. Servindo-se de um doleiro e de um contrato com Nahas, a empresa reuniu 1,3 milhão de dólares em dinheiro vivo. O dinheiro, segundo testemunhas de um inquérito italiano, foi usado para corromper políticos em Brasília, entre abril e maio de 2003, no comecinho do mensalão.
O inquérito italiano cita igualmente os 25 milhões de euros que a Telecom Italia pagou a Naji Nahas. Tratei do tema em "Esperei Godot. E ele apareceu". Um dos diretores internacionais da Telecom Italia declarou à justiça milanesa que Naji Nahas recebeu o dinheiro em virtude de "suas ligações com os aparatos institucionais brasileiros, como o Ministro da Fazenda", Antonio Palocci. Esse depoimento foi disponibilizado na internet. Antes de publicá-lo, conferi sua autenticidade com seu próprio autor, o diretor internacional da Telecom Italia, Giuliano Tavaroli. Alguns pilantras me acusaram de ter recebido o documento de Daniel Dantas. Como assim? Daniel Dantas estaria tentando incriminar seu sócio Nahas?
Foi por tudo isso que, ao acordar, olhei pela janela e pensei:
- Oba!
E pensei também:
- Naji Nahas está me processando. Será que ele vai poder comparecer ao tribunal?
E pensei, por último:
- Onde está Marcos Valério? E Delúbio Soares? E José Dirceu? E Roberto Teixeira, o compadre de Lula, contratado por Dantas? E Duda, contratado por Dantas? E Kakai, contratado por Dantas? E Delfim? E Della Seta? E Lula?
A prisão de Daniel Dantas e de Naji Nahas é a chave para entender o que aconteceu no Brasil nos últimos 10 anos. Vou ficar olhando pela janela à espera de notícias.
SPONHOLZ


QUARTA NOS JORNAIS

- Globo: Daniel Dantas é preso por corrupção e suborno à PF

- Folha: Operação da PF prende Daniel Dantas, Naji Nahas e Celso Pitta

- Estadão: Acusados de corrupção, Dantas, Nahas e Pitta são presos pela PF

- JB: Gestão fraudulenta, corrupção, lavagem de dinheiro, evasão de divisas, formação de quadrilha, suborno, tráfico de influência...

- Correio: PF captura tubarões do dinheiro sujo

- Valor: 3º turno na VW para dar conta dos caminhões

- Gazeta Mercantil: PF desmonta esquema de fraude no setor financeiro

- Estado de Minas: Do mensalão à lavanderia

- Jornal do Commercio: Banqueiro, investidor e ex-prefeito presos