segunda-feira, março 14, 2011

CLÁUDIO HUMBERTO

Gasto secreto de Lula em dezembro: R$ 884 mil
Em dezembro, último mês de governo Lula, a Presidência da República gastou R$ 884.887,29 com a utilização de cartões de crédito, valor bem maior que a média de R$ 512 mil mensais, durante o ano de 2010. Apesar de impressionantes, os gastos são “protegidos por sigilo” para “garantia da segurança da sociedade e do Estado”, explica o “Portal da Transparência”. Mas o sigilo protege apenas o próprio ex-presidente.

Você paga, eu escondo
Lula decidiu impor “sigilo” aos gastos do governo desde a denúncia de uso cartão de crédito até para comprar tapioca e pagar resorts de luxo.

Viagens e mordomias
Os cartões de crédito da Presidência da República são utilizados para despesas com deslocamentos e mordomias da família presidencial.

Dilma: sem despesas
Até agora, 45 dias após a posse, ainda não se conhecem as despesas da era Dilma Rousseff com a utilização de cartões corporativos.

Sigilo só para Lula
Lula protegeu seus gastos com sigilo, mas expõe as despesas feitas com cartão corporativo pela segurança do ex-presidente FHC.

Até dezembro
O presidente do Banco do Nordeste, Roberto Smith, ficará no cargo até o final do ano. Alguns diretores serão trocado por indicados do PMDB.

Enfrentando a fera
O PCdoB quer uma conversa com Dilma para pôr fim às “hostilidades” contra o ministro Orlando Silva (Esporte), cada vez menor no governo, ou sua substituição por alguém do partido que goze da confiança dela.

Intimidade
No lançamento do programa de Hebe Camargo na Rede TV, um dos mais alegres era José Dirceu. Operador do grupo português que negocia a compra dos 30% de Marcelo Carvalho na emissora, quem sabe o ex-ministro se acostuma à idéia de virar executivo de televisão.

‘Devemos’ quem?
O ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga disse a investidores em um encontro no banco JP Morgan, em Nova York, que a inflação brasileira é um “perigo definitivo” e “devemos ter muito cuidado”.

Mico
A multinacional coreana Samsung importa jovens compatriotas para trabalhar na fábrica em Manaus (AM) por “falta de mão-de-obra local”.

Poder sem pudor

Eu bebo, sim
Alfredo Stroessner era o ditador do Paraguai e descansava no litoral catarinense, após prestigiar a posse do amigo Jorge Bornhausen no governo do Estado. Numa pescaria, ficou intrigado com o comportamento de Ari Silva, o simpático “Ari Carroceira”, destacado para ciceroneá-lo:
- Don Ari não bebe? Estamos aqui há horas e você não bebeu nada.

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